As pesquisas começaram na década de 70, mas somente agora as mudas serão produzidas em larga escala. Os clones são desenvolvidos em laboratório, em um processo chamado embriogênese somática. Todo o processo leva quase dois anos para ser finalizado.
O primeiro passo é a higienização das folhas de pés já existentes, para a retirada fungos e bactérias. Depois, os vegetais são cortados em pequenos pedaços que são colocados em uma espécie de gelatina, rica em nutrientes.
O material fica seis meses se desenvolvendo no escuro. Hormônios do crescimento ajudam na multiplicação do material genético, que depois passa por um processo de regeneração com biorreatores, para então se transformar em embriões. Cada folhinha é plantada em mudas, que ficam na casa de vegetação, um local com clima regulado entre 22 e 29 graus
Na fazenda experimental da PróCafé já existem 400 clones das mudas. Testes comprovaram que a planta é resistente ao bicho mineiro. Para sair da fase de experimentação, a Embrapa vai contar com cooperativas de café do Sul de Minas.
As informações são da EPTV Sul de Minas Gerais, adaptadas pela Equipe CaféPoint.












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