Produtores recebem por preservação da Mata Atlântica
O Brasil comemora nesta quarta-feira o Dia Nacional da Conservação do Solo. No ano passado, agricultores dos municípios de Extrema e Baependi, em Minas Gerais, foram remunerados por boas práticas ambientais. Neste ano, outro exemplo de parceria de sucesso neste sentido, também em Minas, envolve a preservação da Mata Atlântica.
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O aposentado Octávio de Almeida exibe com orgulho a mata que ocupa quase metade dos seis hectares de terra que herdou da família em Matias Barbosa/MG. Ele foi o pioneiro do projeto que paga aos produtores para preservar a vegetação nativa. Na propriedade vizinha, de propriedade de Hélio Domingos, a preservação de 32 dos 105 hectares da fazenda, número maior do que os 20% mínimos exigidos por lei para composição da Reserva Legal, renderam ao produtor R$ 4.760,00 no ano passado.
Ambos fazem parte de um projeto do governo de Minas com um banco alemão, que prevê inclusive o fornecimento de arame e mourão aos produtores para que eles cerquem a mata, além de isca para formigas, formicida e mudas, tudo para garantir a preservação adequada (e restauração) da mata original. Na Zona da Mata mineira, o gerenciamento do projeto é realizado por uma organização não-governamental que distribui esses recursos aos produtores.
"São selecionadas áreas que tenham potencial de recurso natural, como nascente, minas e córregos. Eles são escolhidos mediante a importância que a área tem para um abastecimento de água, por exemplo", explicou Theodoro Guerra, presidente da Associação do Meio Ambiente de Juiz de Fora. Nove produtores recebem de R$ 140,00 a R$ 400,00 por hectare ao ano para preservar, recompor a mata ou plantar espécies nativas. Mais sete proprietários de terra serão beneficiados este ano para que a região se torne um corredor ecológico.
Atualmente, estima-se que 93% da Mata Atlântica já foi devastada em todo o país. A reportagem é do Globo Rural, resumida pela Equipe CaféPoint.
Leia, logo após as cartas dos leitores, em "Artigos Relacionados" a entrevista exclusiva do CaféPoint com Theodoro Guerra, presidente da AMAJF, na qual são discutidos detalhes do projeto e quais procedimentos devem ser tomados pelo cafeicultor interessado em participar do programa.
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ANCHIETA - ESPÍRITO SANTO
EM 03/11/2014

MUZAMBINHO - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
EM 15/05/2009

SÃO PAULO - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 29/04/2009

VIÇOSA - MINAS GERAIS - ESTUDANTE
EM 23/04/2009
A água não vale mais do que o leite para o consumidor? Tem que valer mais também para o produtor, uai

ITAIPÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 15/04/2009
Caro editor, favor divulgar informações de como entrar em contato com essa ONG ou o orgão Estadual responsável para que temos condição de entrar neste louvável projeto.

PATROCÍNIO - MINAS GERAIS
EM 15/04/2009
Somos cafeicultores da região do cerrado mineiro, certificados Rain Forest, vocês sabem nos informar se esta ação ambiental pode ser desenvolvida também no bioma cerrado?
Atenciosamente,
Marcelo Dianin