Perspectivas para a produção agrícola de 2012
O IBGE realizou o primeiro prognóstico de área e produção para a safra de 2012. A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2012 é estimada em 157,5 milhões de toneladas, 1,4% inferior à de 2011. Porém, a área ser colhida cresce 1,7%.
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Dentre os seis produtos analisados para a safra de verão, apenas o milho 1ª safra registra variação positiva de 3,7% em relação à produção em 2011. Com variação negativa: algodão herbáceo em caroço (0,3%), amendoim em casca 1ª safra (13,3%), arroz em casca (8,8%), feijão em grão1ª safra (10,5%) e soja em grão (2,9%). Com relação à área a ser colhida, à exceção do milho 1ª safra e da soja em grão, que apresentam, respectivamente, incrementos de 6,8% e 0,6%, para os demais produtos verificam-se retrações nas áreas a serem colhidas: algodão herbáceo em caroço (-2,4%), amendoim em casca1ª safra (-1,6%), arroz em casca (-4,9%) e feijão em grão 1ª safra (-1,6%).
Estimativa de outubro em relação a setembro de 2011
CAFÉ (em grão) Em relação a setembro, a estimativa de produção de 2.658.061 t (44,3 milhões de sacas) mostra um decréscimo de 0,4%, a área destinada à colheita cai 0,1% e o rendimento médio recua 0,2%. Minas Gerais, maior produtor brasileiro, apresenta aumento de 0,2% na produção, totalizando 1.325.706 t (22,1 milhões de sacas de 60 kg), considerando as duas espécies em conjunto (arábica e canephora), que representam 49,9% do total esperado para o País em 2011. A área a ser colhida está reavaliada em 1.028.599 ha. O rendimento, característico de um ano de baixa, aumenta 0,1% em relação a setembro. No Espírito Santo, segundo maior produtor, houve reajuste de -0,3% na produção e no rendimento em relação ao mês anterior. Desde o final de 2010 as condições meteorológicas estiveram favoráveis e a produção está estimada em 706.346 t (11,8 milhões de sacas), apresentando um rendimento médio de 1.447 kg/ha (24,1 sacas/ha), o maior do país. São Paulo, terceiro maior produtor, tem decréscimo de 4,6% na produção, em relação a setembro, totalizando 198.948 t (3,3 milhões de sacas). A área de colheita e o rendimento foram revistos e ambos reavaliados em -2,3%.
A matéria é da Comunicação Social IBGE, resumida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
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