Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 200 pontos, fechando a 179,05 centavos de dólar por libra-peso. Os contratos para dezembro/10 terminaram o pregão a 181,40 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 255 pontos frente as cotações de sexta-feira (27).
O fortalecimento da expectativa de que a oferta na América do Sul, notadamente de Brasil e Colômbia, será menor que o inicialmente esperado provocou nova valorização do café ontem na bolsa de Nova York. Em entrevista à agência Bloomberg, Luis Genaro, presidente da federação colombiana de café, estimou que a demanda global crescerá 2% ao ano na próxima década e que o incremento da oferta não acompanhará o ritmo.
Gráfico 1. Contrato café, ICE Futures U.S.

A BM&FBovespa acompanhou Nova York e encerrou o pregão em alta. O primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de US$ 2,30, fechando a US$ 231,45 a saca. Os contratos com vencimento dezembro/10 registraram valorização de US$ 2,40, fechando a US$ 215,55 a saca.
Tabela 1. Comparativos das principais Bolsas de café

Dólar
O dólar (PTAX) encerrou a segunda-feira (30) cotado a R$ 1,758, com alta de 0,27%. Segundo Infomoney, apesar dos indicadores econômicos em linha com o esperado, o clima de tensão prevaleceu nos mercados, refletindo a intervenção do banco central japonês na economia e as incertezas acerca da capitalização da Petrobras. Um discurso de Mantega também esteve em foco no dia.
Mercado físico
No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 324,04, com valorização de 2,86%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A variação no mês acumula valorização de 5,34%.
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Gráfico 2. Indicador Cepea/Esalq - arábica X contrato BM&FBovespa

Tabela 2. Principais Indicadores e cotação do Dólar

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Natália Fernandes, Equipe CaféPoint