Minas Gerais terá mapeamento da produção cafeeira

Uma parceria entre a Universidade Federal de Lavras (Ufla), e a Confederação da Pecuária e Agricultura do Brasil (CNA) promoverá um levantamento detalhado do processo produtivo cafeeiro regional em Minas Gerais. Patrocínio é a terceira cidade a receber o projeto em Minas Gerais e uma das primeiras no país.

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Uma parceria entre a Universidade Federal de Lavras (Ufla), e a Confederação da Pecuária e Agricultura do Brasil (CNA) promoverá um levantamento detalhado do processo produtivo cafeeiro regional em Minas Gerais. Patrocínio é a terceira cidade a receber o projeto em Minas Gerais e uma das primeiras no país.

Durante o encontro técnico no Sindicato Rural de Patrocínio, que é apoiador do projeto, o pesquisador da Ufla, André Lima, destacou a importância do que ele chama de projeto Indicadores Agrários. Segundo Lima, "a proposta é buscar as especificidades da produção cafeeira dentro de cada região. A partir disso, serão desenvolvidas planilhas de custos e investimentos em insumos, mão-de-obra, maquinário, fornecedores, dentre outros. Esses dados estarão disponíveis para todos os produtores como forma de valorizar e facilitar as tomadas de decisões de cunho econômico no momento da venda".

"O projeto irá mapear o setor cafeeiro para oferecer soluções de mercado que podem fazer a diferença para o produtor hoje. Com essas informações o cafeicultor tem condições justas de buscar melhorias para o seu ganho e agregar novos valores no seu produto", acredita o presidente do Sindicato Rural, Sebastião Nunes.

A notícia é de Frederico Bernardes, para o jornal Patrocínio Hoje.
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Frank Scanavachi
FRANK SCANAVACHI

GUAPÉ - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 25/10/2007

Alegria que dura pouco!

Depois de meses de estiagem, os cafeicultores que vivenciaram uma das maiores secas em grande parte do cinturão cafeeiro brasileiro agora podem se alegrar com o retorno das chuvas que enfim caíram sobre a região, e em grande abundância. As lavouras, mesmo as que quase morreram, apresentam, aos olhos do produtor, um grande alvorecer dos botões florais. Mas a alegria vai durar pouco. Mal as flores se abriram e já se vê um enorme volume de botões no chão.

A maioria dos botões parecem estar atrofiados e em forma de estrelinha. Só daqui algumas semanas vamos poder saber o tamanho do estrago. Mas, certamente, será o mesmo percebido pelo estrago da seca. Não adianta se alegrar olhando a florada, pois por ela não perderíamos um porcento sequer. Será que porque choveu esquecemos que ouve seca?
Arnaldo Reis Caldeira Júnior
ARNALDO REIS CALDEIRA JÚNIOR

CARMO DA CACHOEIRA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 25/10/2007

Parabéns pela iniciativa.

Como é uma pesquisa de cunho do produtor rural, ou seja, encomendada pelo setor produtivo, espero e tenho a certeza de que estas informações devem ser confidenciais e destinadas à nós cafeicultores!

Pois se nossos concorrentes, dentro da cadeia produtiva do café, quiserem informações, que façam sua pesquisa!

Vou acompanhar de perto e cobrar do meu amigo Breno Mesquita (Presidente da Comissão do Café na CNA), que estas informações sejam usadas em benefício do cafeicultor e não contra! Pois a maré não está à favor!

Sds.