Depois da mineração de ferro, indústria próspera no estado de Minas Gerais, o agronegócio, em especial o bom desempenho das lavouras de café do Sul e do açúcar no Triângulo, entraram na mira dos investidores chineses. A extração mineral e a produção de alimentos passaram a concentrar as consultas de empresas de capital chinês à Câmara de Comércio Brasil-China, que aumentaram 50% no último ano, informa Daniel Manucci, diretor regional da instituição em Minas.
Semanalmente, executivos chineses consultam o órgão e os escritórios regionais, ao mesmo tempo em que crescem as missões envolvidas em sondar as possibilidades de investimentos. "O nosso principal desafio é fazer com que eles compreendam a burocracia legal institucionalizada no Brasil, particularmente os nossos sistemas tributário e trabalhista", afirma Manucci.
Pela primeira vez, a China esteve entre os 10 maiores investimentos estrangeiros no Brasil em fevereiro, conforme informação divulgada pelo Banco Central. De 1978, período em que tiveram começo as reformas econômicas no gigante asiático, até 2007, por exemplo, cerca de 7 mil empreendedores investiram US$ 118 bilhões em 173 países, conforme levantamento feito pelo Centro Internacional de Negócios de Minas, integrado ao sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).
As informações são do Estado de Minas, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
MG: investidores chineses miram lavouras de café
Depois da mineração de ferro, indústria próspera no estado de Minas Gerais, o agronegócio, em especial o bom desempenho das lavouras de café do Sul e do açúcar no Triângulo, entraram na mira dos investidores chineses. A extração mineral e a produção de alimentos passaram a concentrar as consultas de empresas de capital chinês à Câmara de Comércio Brasil-China, que aumentaram 50% no último ano, informa Daniel Manucci, diretor regional da instituição em Minas.
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