Embora a desvalorização do produto tenha sido limitada por chuvas recentes em áreas produtoras do País, dificultando a colheita, o agrometeorologista Marco Antonio dos Santos, da Somar Meteorologia, observa que nos últimos dez dias as condições climáticas "foram extremamente favoráveis aos trabalhos de colheita e secagem dos grãos".
Analistas acreditam que até meados de julho será possível ter mais clareza sobre o tamanho da safra do Brasil. Se confirmada a ampla produção, os preços podem recuar para 130 cents/lb. "Por outro lado, se em meados de julho não tivermos os números previstos, o café facilmente voltará para 180 cents/lb", disse à agência Dow Jones o analista Hector Galvan, da corretora RJ O'Brien Futures.
Na Bolsa de Chicago, o dia foi de forte alta para os grãos. O milho liderou o movimento, com valorização de 3,45%, por dois motivos: a oferta nos EUA está apertada - a colheita começa só em setembro - e o clima quente e seco em importantes áreas do Meio-Oeste americano pode prejudicar o importante período de polinização das lavouras. O trigo para entrega em julho subiu 3,40% e a soja, 0,60%.
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo, adaptadas pela Equipe CaféPoint.













joão carlos remédio
São José dos Campos - São Paulo - Produção de café
postado em 19/06/2012
Daqui a pouco estarão dizendo que a atual safra de café do Brasil foi a responsável pela desestabilização econômica mundial. Os achistas de plantão que nada entende de mercado de café aproveitam o momento para dar suas "piruadas" . De palpiteiros e "entendedores" a Rio+20 está cheia. O que precisamos em um momento crítico como esse pelo qual atravessa a cafeicultura é de um governo forte e interessado em defender seus interesses. Calma e muita sorte a todos!