Câmara dos Deputados aprova Código Florestal
Após quase um mês de adiamentos e um dia inteiro de negociações e discursos inflamados, a Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira por 410 votos a favor, 63 contra e uma abstenção o projeto que altera o Código Florestal, proposto pelo relator e deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). A base aliada e representantes dos ambientalistas recuaram em diversos pontos do texto defendidos pela bancada ruralista, transferindo para o Senado ou para o veto da presidente Dilma Rousseff a expectativa de alterar itens do projeto.
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A base aliada e representantes dos ambientalistas recuaram em diversos pontos do texto defendidos pela bancada ruralista, transferindo para o Senado ou para o veto da presidente Dilma Rousseff a expectativa de alterar itens do projeto.
A sessão foi iniciada após todos os partidos - exceto PSOL e PV - fecharem acordo para votar a nova proposta e uma emenda que regulariza áreas protegidas já desmatadas. A emenda 164, votada em seguida ao projeto de lei, dá aos estados o poder de determinar quais dessas Áreas de Proteção Permanente (APPs) serão legalizadas e quais atividades poderão ser realizadas nesses terrenos - papel que hoje é exclusivo da União.
Em uma derrota para o governo federal, a emenda foi aprovada com 273 votos a favor, 182 contra e duas abstenções. O texto libera plantações e pastos feitos em áreas de APPs até julho de 2008. Para o líder governista, Cândido Vaccarezza (PT-SP), a emenda "abre brecha para consolidar todas as áreas desmatadas irregularmente, o que significa anistia para os desmatadores".
Mesmo antes da votação, o governo havia avisado que agora trabalhará para mudar o projeto de lei no Senado, onde o relator será o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC). Segundo Vaccarezza, Dilma não aceitará a concessão de anistia aos que desmataram APPs até julho de 2008, como prevê o texto de Rebelo, e tampouco concorda em abrir mão do poder de centralizar a regularização de milhões de pequenos agricultores que ocupam APPs nas beiras de rios.
Após passar pelo Senado, o texto segue para sanção ou veto - total ou parcialmente - da presidente.
As informações foram publicadas no jornal O Estado de São Paulo, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.
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INCONFIDENTES - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ
EM 25/05/2011
O agricultor assiste calado a tudo e não faz nada. realmente a história do boi na cerca é verdade. se ele soubesse o poder que tem nada o venceria. Fizeram nossa caveira direitinho na câmara e vão fazer novamente no senado. O Produtor precisa acordar e ver a vida da fazenda para fora, erguer a cabeça sem medo de ser feliz, parar de pensar que ele é um pobre coitado, um caipira da roça, ele tem poder e o seu poder se faz ver na riqueza desse país. grande parte das exportações são de produtos agrícolas. O grande gerador de riqueza somos nós que enchemos a barriga desses que nos acusam em discursos inflamados de sermos os culpados de toda a agressão ao meio ambiente.
"Enquanto pensarmos pequenos nunca seremos grandes"
Wilyan Rafael da Costa
VIÇOSA - MINAS GERAIS - PESQUISA/ENSINO
EM 25/05/2011
A Região da Mesopotânea, na atualidade os seguintes países: Irã, Iraque e Quite são banhados pelos rios Tigre e Eufrates, foram motivos de muitas guerras e disputas por causa da potencialidade agrícola.
É de impressionar o tamanho da ignorância das pessoas em relação a agricultura e a agropecuária. Ontem um deputado ao discursar acusou os produtores de soja de cultivar a soja apenas para tratar dos seus bois.Que pena ...! Ele não sabe nem para que serve a soja e quer defender uma proposta contra a agricultura.
Os deputados foram muito sábios ao aprovarem a responsabilidade dos estados em definir quais culturas e onde elas poderão permanescer. A liás porque concentrar tudo no planalto se o Brasil há uma diversidade e especificidade enorme de regiões, com seus diferentes biomas, clima, solo, cultura e etc.
Em nossa sociedade há uma terrível desvalorização da nossa agricultura, coloca os nosso herois agricultores na marginalidade e os consideram um vilaõ. Enquanto isso o povo das cidades fazem um absurdo contra o meio ambiente.