Fechar
Receba nossa newsletter

É só se cadastrar! Você recebe em primeira mão os links para todo o conteúdo publicado, além de outras novidades, diretamente em seu e-mail. E é de graça.

Cafeicultores peruanos preveem que vendas a mercados asiáticos aumentarão 20% em 5 anos

postado em 10/08/2012

 

A Junta Nacional de Café (JNC) do Peru projetou que as exportações desse produto a países da Ásia aumentarão 20% nos próximos cinco anos, em função da demanda que cresce nesses mercados devido à qualidade do produto. O presidente da JNC, Anner Ramón, disse que os envios de café ao Japão e à China ainda são pequenos, mas que o tamanho da população desses países permite prever que os envios se multiplicarão.

"Falta descobrir muito mais no mercado asiático. As exportações à Ásia são pequenas, mas isso permite ter uma boa expectativa de crescimento. Estamos muito envolvidos nos trabalhos de difusão", disse ele.

Segundo ele, representantes da JNC participam de eventos internacionais de promoção de café, como a feira que será realizada em outubro no Japão, onde essa organização buscará estabelecer relações para aumentar os envios a esse país.

Ele disse que o café peruano conta com permissões fitossanitárias necessárias para entrar na China e Japão, ainda que se requer melhorar a difusão do produto nesses mercados para aumentar a demanda. "Estamos fazendo muitos esforços para divulgar ao mundo a qualidade do nosso café, participando de eventos e convidando torrefadores e catadores para que comprovem as qualidades de nossa produção".

Ele disse que a busca de novos mercados é fundamental no contexto da crise internacional, situação que propiciou que, durante o primeiro semestre, ocorressem reduções nas exportações, tanto em volume, que caiu 30%, como em valor. Ele disse que os envios entre janeiro e junho desse ano foram de 1,05 milhão de sacas de 60 quilos de café por um valor de US$ 257 milhões, principalmente para Estados Unidos e Europa. No sexto mês do ano, as exportações somaram 257,6 mil sacas, menos que as 383,3 mil sacas enviadas em junho de 2011.

Outro fator que estimou o retrocesso no volume de envios foi a queda na produção, gerada pela variação das condições climáticas e pelo estresse natural das plantações. Enquanto que a diminuição do valor das exportações também foi influenciada pela redução nos preços, de 280 a 170 dólares por quintal (saca de 46 quilos), estimulada pelo aumento da oferta de café do Brasil e Cingapura nos mercados dos Estados Unidos e Europa.

Ramón disse que os resultados do primeiro semestre permitem estimar que o balanço anual fechará com uma diminuição de entre 30% e 35% nas exportações.

A reportagem é da agência Andina, traduzida e adaptada pela Equipe CaféPoint.

Avalie esse conteúdo: (e seja o primeiro a avaliar!)

Envie seu comentário:

3000 caracteres restantes


Enviar comentário

Quer receber os próximos comentários desse artigo em seu e-mail?

Receber os próximos comentários em meu e-mail

Copyright © 2000 - 2013 AgriPoint Consultoria Ltda. - Todos os direitos reservados

O conteúdo deste site não pode ser copiado, reproduzido ou transmitido sem o consentimento expresso da AgriPoint.

Consulte nossa Política de privacidade.