Você está em: Cadeia Produtiva > Giro de Notícias
Cafeicultor valoriza boas práticas para se tornar sustentável
Existem basicamente três tipos de certificação no agronegócio. A certificação de propriedade atesta que a propriedade segue as regras reconhecidas internacionalmente de segurança alimentar, cuidados sociais, etc.
Outra certificação é a de produto que atesta a qualidade a partir de análise sensorial feita por equipamentos e/ou especialistas. A certificação de produto pode estar vinculada a uma propriedade certificada ou não.
Já a certificação de grupos ou comunidades pertence a uma instituição comunitária, como cooperativa ou associação. Além das práticas de sustentabilidade aplicadas nas propriedades, esta certificação também atesta a instituição com idoneidade e praticas democráticas de empreendimentos coletivos. Exemplo clássico este tipo de certificação é Fair trade. Este processo teve início na década de 1990, a partir de movimentos de segurança alimentar na Europa.
As certificações de cafés Fair Trade estão aumento muito no mercado internacional. Hoje, os grandes países compradores de cafés certificados são o Japão, Estados Unidos e União Europeia. Existe um número pequeno de produtores certificados no Brasil, a maioria é de produtores do Fair Trade.
As certificadoras exigem um prêmio dos compradores de cafés certificados. A certificação Fair Trade é R$ 0,20 por libra peso, ou seja, aproximadamente, R$ 50 por saca de café. O valor é revertido para a associação de cafeicultores em que o produtor é filiado. O dinheiro é usado para investimentos coletivos beneficiando a todos os membros da associação.
As informações são do Mapa, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
Últimas Atualizações
» Estúpida Moleza, por Celso Vegro
» Uganda: exportações de café podem declinar 27% em maio por causa das chuvas
» Fiscais multam fazendas de café com condições precárias de trabalho no interior de São Paulo
» Ministério da Fazenda espera aprovação de Medida Provisória para socorrer produtores
» PR: governo apresenta plano para reestruturar cafeicultura
» Negócios com café apresentam lentidão nas regiões da Zona da Mata de Minas e Marília
» Deral reduz estimativa para área e produção de café no Paraná
» Parlamentares ligados à agricultura defendem Código Florestal












Juliano Tarabal
Patrocínio - Minas Gerais - Marketing, estratégia, gestão de projetos.
postado em 25/10/2011
Gostaria de contribuir com o artigo ressaltando a existência da Certificação de Origem, que é destinada a regiões que possuem Indicação Geográfica e ou Denominação de Origem Controlada, que servem para garantir a procedência dos produtos e delimitar areas geográficas produtoras de determinados produtos que se distinguem por variados atributos, entre outros fatores que se aplicam a esta modalidade.
Saudações.
Juliano Tarabal - Diretor de Marketing
Federação dos Cafeicultores do Cerrado