"É terrível", disse Ricardo Villanueva, presidente da Associação de Café guatemalteca (Anacafé). "Os defensivos não estão surtindo efeito. O fungo desaparece momentaneamente, mas depois volta a aparecer. É uma situação muito difícil, de altos custos e nenhum resultado positivo."
O roya chegou a ser detectado em cafezais entre 5.000 e 6.000 metros de altitude, embora se manifeste, geralmente, em plantações até 4.000 metros acima do nível do mar. Para Villanueva, áreas montanhosas estão mais quentes em razão das mudanças climáticas, o que favorece a propagação do fungo.
"A preocupação é que metade da safra de café está sendo cultivada por pequenos produtores, que não combatem o fungo de maneira adequada", disse o presidente da Anacafé.
As informações são da Agência Estado, adaptadas pela Equipe CaféPoint.












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