Segundo analistas, os fundamentos de oferta e demanda do açúcar também começam a favorecer um declínio das cotações. A safra do Brasil, maior fornecedor mundial, já começa a chegar ao mercado internacional, apesar de atrasos por causa do clima. O que ainda dá algum suporte aos preços é o baixo volume de chuvas na Índia, segundo maior produtor e principal consumidor da commodity. Investidores esperam novas estimativas do governo para ter uma ideia sobre o tamanho das perdas.
O preço do café para entrega em setembro recuou 1,69%. No contexto de crise, o dólar subiu, o que tende a dificultar as importações de compradores que usam outras moedas. Por outro lado, as condições dos cafezais do Brasil ainda sustentam os preços. Ainda se espera um safra recorde, com mais de 50 milhões de sacas, mas produtores começaram a colher com atraso e a chuva prejudicou a qualidade do café.
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo, adaptadas pela Equipe CaféPoint.












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