Previsão de chuvas para os próximos dias no Espírito Santo
Incaper alerta para formação de nuvens carregadas sobre o leste do Espírito Santo entre a noite de segunda-feira (18/5) e a quinta-feira (21/5)
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Incaper alerta para formação de nuvens carregadas sobre o leste do Espírito Santo entre a noite de segunda-feira (18/5) e a quinta-feira (21/5)
Em abril o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 bebida dura para melhor teve média de R$ 466,70/saca de 60 kg, quase 5% inferior à de março. Já o Indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6 peneira 13 acima subiu 4% na mesma comparação.
Segundo pesquisadores, em boa parte do mês, os valores foram influenciados pela oscilação do câmbio.
Movimento ocorreu devido à crescente aversão ao risco no mercado financeiro internacional, aponta assessoria técnica do Conselho Nacional do Café.
A expectativa de uma colheita volumosa de café no Brasil está pesando nas cotações da commodity na Bolsa de Nova York. Os contratos do produto para entrega em julho fecharam ontem em baixa de 0,33%, a 149,55 centavos de dólar por libra-peso. Analistas preveem que a safra do Brasil, maior fornecedor mundial de café, alcançará 60 milhões de sacas, ampliando a oferta global.
O tamanho da próxima safra brasileira de café, cuja colheita terá início entre junho e julho, é um dos pontos-chave da equação que está ditando os rumos dos preços internacionais do produto. Mas a colheita poderá não ser tão volumosa quanto sinalizam as estimativas de mercado - entre 55 milhões e 57 milhões de sacas de 60 quilos - que colaboraram para derrubar as cotações nos últimos meses na bolsa de Nova York.
Sexto maior exportador mundial do grão, o país embarcou abaixo da média recente este ano, devido ao pouco volume de produção da safra passada e preços acima do mercado. Atualmente há a expectativa de safra maior, o que força as cotações do café indiano a se reajustarem aos valores internacionais, aumentando procura de compradores.
<br>Entre janeiro e novembro, os embarques devem totalizar 1,56 milhão de toneladas e US$ 3,3 bilhões, crescimento de 42% em volume e 37,4% em valor ante os 11 primeiros meses do ano passado. No entanto, a queda de produção na safra que está sendo colhida no segundo maior exportador mundial de café pode sustentar os preços internacionais do robusta.
A colheita de café do Brasil está na reta final e o aumento da oferta vem pesando nas cotações. Investidores e analistas esperam ver uma produção recorde neste ano e o País é o maior produtor e exportador mundial da commodity. Após um período de chuvas fora de época, que atrasaram os trabalhos no campo, a colheita vem avançando e os preços do café começaram a ceder.
Os preços do café caíram com força ontem na Bolsa de Nova York, pressionados por um clima mais favorável nas áreas produtoras do Brasil, maior produtor da commodity. A chuva em excesso prejudicava a colheita há algumas semanas, atrasando a chegada do produto ao mercado.
Embora a chuva tenha diminuído no Sudeste do Brasil nesta semana, os preços internacionais do café continuam subindo com força na Bolsa de Nova York. O excesso de umidade nas regiões produtoras perdura, dificultando a colheita. Ontem, os contratos do produto para entrega em setembro avançaram 4,41%, e fecharam a 165,75 centavos de dólar por libra-peso. Neste mês, o mercado acumula alta de quase 2%, justamente porque, com fortes chuvas nas primeiras semanas de junho, a colheita e a secagem do grão ficaram atrasadas.
Próxima temporada brasileira 2020/2021 deverá ser volumosa, somando pouco mais de 60 milhões de sacas
Valores recuaram por conta de fatores como safra volumosa, câmbio e queda no mercado internacional
O secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone, do Ministério da Agricultura, afirmou ontem (19) que o cenário para o café é otimista. Segundo ele, os estoques estão caindo no mundo. Ele disse ainda que o Brasil nunca teve estoques tão baixos. O presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), Carlos Alberto Paulino da Costa, disse que a oferta de café no Brasil pode ficar crítica em 2011 e 2012. Ele concorda que os estoques estão praticamente no fim, e o país colherá em 2011 uma safra menor do que a deste ano por causa da bienalidade da cultura.
A colheita de café arábica começa a ganhar ritmo na maioria das regiões produtoras acompanhadas pelo Cepea. Considerando-se o período de secagem e beneficiamento (em torno de 20 dias), a oferta deve aumentar em meados de junho em praticamente todas as praças brasileiras. Alguns lotes de café arábica da nova safra (2011/12) já têm sido comercializados desde início de maio.
Depois de recuar várias vezes no último mês, o preço do café disparou ontem (05) na Bolsa de Nova York. As cotações vinham cedendo lentamente desde o dia 10 de março, após atingirem o maior nível em mais de 30 anos. Entretanto, ontem os investidores acharam que os preços haviam recuado o suficiente para que voltassem a comprar, puxando-os novamente para cima.
O presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), Carlos Alberto Paulino da Costa, disse nesta segunda-feira que a colheita da safra 2009/10 começou há uma semana na região de atuação da cooperativa, principalmente no sul de Minas. Paulino da Costa informou que a Cooxupé deverá receber este ano cerca de 3 milhões de sacas de 60 quilos de café, volume 40% inferior ao ano passado (4,6 milhões de sacas).
O diretor-executivo da Organização Internacional de Café (OIC), Néstor Osorio, admitiu nesta sexta-feira que a crise global pode desacelerar o consumo de café. Até então, a avaliação era a de que os problemas econômicos não teriam efeito sobre o produto, protegido pelo fato de pesar pouco nos gastos dos consumidores.
Agentes capixabas, consultados pelo Cepea, comentam que a abertura de flores já ocorreu de maneira abundante, em praticamente todas as lavouras de robusta do estado em meados de setembro. Com isso, começa a se formar a expectativa de que a próxima safra seja novamente volumosa.
A oferta de café de qualidade pode não ser volumosa na temporada 2012/13, pois os cafezais começam a florir em meio a um clima desfavorável e a doenças na Colômbia, no México e na América Central. A produção total de café arábica lavado - cujos preços têm um prêmio em relação ao contratos futuros da ICE Futures US por causa do seu sabor suave e de um processamento mais refinado - deve permanecer estável, segundo traders e organizações da região. De acordo com a Organização Internacional de Café (OIC), tais países produziram juntos quase 26,6 milhões de sacas na temporada 2011/12.
A previsão é de 14% a mais do que no ciclo anterior, o que estimulará, segundo o órgão, um salto de 30% nas exportações
O excesso de umidade está afetando a qualidade do café no sul de Minas Gerais. Na Zona da Mata de Minas, apesar de pouco volumosa, a chuva atrapalha quem está secando o café. Cai o rendimento do grão no Cerrado. Em São Paulo, o café ainda na árvore apresenta sinais de fermentação por fungos. O preço da saca no Paraná está tão baixo que muitos produtores estão erradicando seus pés de café após a colheita e buscando alternativas de produção.
Atualmente, os fundamentos seguem baixistas. Mas afinal, até quando? A Fundação Procafé debate os fatores de sustentação e pressão do mercado de cafés
Nesta semana, há previsão de chuva em grande parte do Centro-Sul do país, devido a formação de um sistema de baixa pressão