Volume de café exportado recua em março
Apesar da queda de quase 25% no volume exportado, receita com café brasileiro cresce 41,8% no mês
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Apesar da queda de quase 25% no volume exportado, receita com café brasileiro cresce 41,8% no mês
Estoques baixos limitam embarques, enquanto preços globais seguem sustentados, segundo a OIC
Receita supera US$ 1,8 bilhão, volume é 61% maior do que em 2023
País embarcou mais de 900 mil sacas da espécie em julho de 2024, volume que perde apenas para novembro de 2023
Com volume histórico para o mês, acumulado de 2024 salta para recorde de 36,4 milhões de sacas; exportadores seguem enfrentando dificuldades logísticas
Tarifa de 50% dos EUA derruba embarques; valorização da matéria-prima sustenta divisas e mercado interno cresce
Se impostas, tarifas irão prejudicar fortemente as exportações brasileiras para os EUA, maior consumidor do mundo e maior importador dos cafés do Brasil
Dados indicam que foram exportadas 40,372 milhões de sacas. Apesar do declínio, houve evolução de 10,3% em receita cambial na comparação com 2020
Enquanto embarques brasileiros recuaram 18,4% em setembro, receita cambial avançou 11,1% no período
Total embarcado pelo país nos dois primeiros meses de 2026 soma 5.410.145 sacas, 27,28% (2.030.145 sacas) a menos que as 7.440.290 sacas embarcadas no mesmo período de 2025
Mesmo com 10,5 milhões de sacas a menos embarcadas, faturamento alcança US$ 15,6 bilhões, impulsionado por preços elevados e estoques apertados
Impulsionado pelo café, o déficit comercial do país caiu 83,7%
No último mês, o País exportou um total de 3.111.905 sacas de 60 kg, que renderam US$ 518,2 milhões e um leve avanço de 0,5% em receita cambial
Maior colheita da história, profissionalismo de produtores e eficiência comercial e logística dos exportadores permitiram alta de 10% sobre o recorde anterior
Número registrado pela cooperativa equivale a cerca de 10% do volume de canéfora (conilon) exportado pelo Espírito Santo no período
De acordo Carlos Augusto Rodrigues de Melo, a cooperativa, que também é a maior exportadora de café do Brasil, espera receber menos grãos em 2021, sendo 4,6 milhões dos cooperados
Marco Valério de Araújo Brito explica, com exclusividade, os motivos peculiares da safra atual que resultaram em um grande volume de cafés nas cooperativas, o que ele define como "tempestade perfeita". Presidente da Coccamig e Cocatrel garante que os armazéns estavam preparados para o cenário e que não há colapso
Silas Brasileiro, presidente do Conselho Nacional do Café, escreve sobre as especulações em relação à safra brasileira de café 2023/2024 divulgadas recentemente
É fundamental acompanhar se as chuvas ocorrerão, mesmo que eventuais, no período de seca, que poderá ser ou não prolongado, com reflexo na abertura da florada
Tentativa é de classificar novamente sacas de café arábica de dois anos que foram retiradas dos armazéns da Intercontinental Exchange (ICE) nos últimos meses
A expectativa é para uma produção recorde de canéfora, se atingir o limite superior de 16,6 milhões de sacas de café beneficiado
Precipitações auxiliam no crescimento vegetativo dos cafezais e no enchimento dos grãos, mas excesso de chuvas sobre as lavouras pode gerar alerta de enchentes
Em dezembro, o volume entregue chegou a 2,632 milhões de toneladas, 11,1% acima do contabilizado em igual mês de 2018
Quando comparado ao ano passado, número de exportações no porto apresentou uma queda de 13,9%