Boletim Carvalhaes: café fecha semana com forte volatilidade em meio a fatores climáticos e político
Expectativas de negociações entre Brasil e EUA, somadas a clima adverso e estoques baixos, mantêm o mercado em alerta
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Expectativas de negociações entre Brasil e EUA, somadas a clima adverso e estoques baixos, mantêm o mercado em alerta
Após quedas expressivas no feriado brasileiro, contratos do arábica e robusta encerram a semana em alta nas bolsas internacionais; estoques certificados sobem, mas oferta segue limitada no Brasil
Precipitações trazem mais dúvidas e incertezas aos operadores, contribuindo com o intenso sobe e desce das cotações do café em Nova Iorque e Londres
Disparada histórica do petróleo e incertezas geopolíticas ampliam oscilações do arábica e robusta, travando negócios no físico mesmo com quedas nas bolsas
Enquanto os contratos futuros de arábica e robusta oscilaram em Nova York e Londres, o mercado físico brasileiro registrou poucos negócios, em meio à expectativa pelos números finais das exportações de 2025
Cotações recuam em Nova Iorque e Londres, exportações seguem em queda e mercado físico opera travado com incertezas climáticas
Na ICE, os contratos futuros de arábica e robusta registraram oscilações significativas, refletindo a demanda aquecida, enquanto o mercado físico brasileiro mantém alta procura e negociações limitadas
A semana de 21 a 25 de março foi marcada pela volatilidade significativa na Bolsa de Nova York, no encerramento do mercado futuro de café arábica
De acordo com analistas, a oferta restrita e o consumo em alta mantêm a previsão de preços em alta para o café
Diante do cenário do coronavírus, mercado do café ainda não sentiu impactos de maneira severa. A falta de café no mercado nesta entressafra, o aumento de consumo da bebida em casa e a expectativa da nova safra seguem sustentando os preços em Nova York
Na Bolsa de NY, o vencimento setembro/18 encerrou o pregão a US$ 1,1575 por libra-peso, apresentando perdas semanais de 120 pontos. Na ICE Futures Europe, a queda foi de US$ 8
Queda do barril de petróleo afeta bolsa e mercados operam com perdas de 2 a 6%
A formação dos preços das commodities agrícolas ocorre em praças muito bem definidas. Para o café arábica, a Bolsa de Nova York. Por Celso Vegro, eng. agr. pesquisador científico do IEA e Félix Schouchana, economista, professor e consultor.
Os preços diários do café atingiram seu menor nível em 19 meses durante agosto, aponta relatório.
Empresas estão pagando mais em um esforço de proteger pequenos produtores, dos quais dependem para abastecimento.
Mercado interno segue sem vendedores nas praças de comercialização, afirma consultor.
Segundo especialista, a projeção não levou em conta a atual situação do clima
Apesar do tamanho real das perdas não ser ainda conhecido - o café colhido está sendo beneficiado agora de forma plena -, vale a pena discorrer aqui sobre três fatos relevantes: a convergência das estimativas da safra de arábica, os grandes volumes exportados pelo Brasil em 2014 e as floradas precoces. Por Carlos H. J. Brando e equipe
Em Boletim do Mercado de Café do mês de Abril, CNC aponta estimativas mais concretas do impacto do veranico sobre o volume da safra brasileira 2014/15, as quais repercutiram positivamente sobre os preços do café.
Há algumas semanas, abordamos a volatilidade nas cotações de café, tema que gerou intenso debate entre nossos leitores. No artigo intitulado "Volatilidade versus especulação", buscou-se demonstrar o papel das variações da oferta nas oscilações dos preços internacionais de café, tomando-se como exemplo a crise observada no setor no início do século XXI.
As incertezas sobre os prejuízos provocados pela seca à safra brasileira de café que começou a ser colhida neste mês (2014/15) voltaram a impulsionar os preços da commodity em abril. O índice composto do produto da Organização Internacional do Café (OIC) atingiu US$ 1,7058 por libra-peso, 3,4% mais que em março e maior média mensal em mais de dois anos, de acordo com relatório mensal divulgado pela entidade.
Os contratos futuros do café arábica estão sofrendo as maiores oscilações em mais de uma década. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, a seca no Brasil elevou os preços do arábica a altos patamares, mas agora a previsão de chuvas para as áreas produtoras está fazendo com que os preços recuem.
Na ocasião do anúncio do volume estimado para a safra 2013 de café no Brasil, com base em levantamento da Conab, o governo, por intermédio do secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Gerardo Fontelles, mostrou preocupação com a volatilidade dos preços de café: "a variação dos valores afeta a cadeia produtiva e gera um fluxo instável na oferta."