Plantações de café robusta vietnamitas sofrem com CO2
Segundo pesquisa, sistema de monocultura está liberando mais CO2 na atmosfera
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Segundo pesquisa, sistema de monocultura está liberando mais CO2 na atmosfera
O custo de produção do Vietnã para produzir uma tonelada de café é de aproximadamente US$ 500, enquanto no Brasil este número mais que dobra, chegando a US$ 1200/t. Tal vantagem, a princípio, alarmaria qualquer produtor brasileiro. Entretanto, diversos fatores devem contribuir para o aumento nos custos de produção do Vietnã, entre eles o êxodo rural, limites quanto ao uso da água e problemas relacionados ao ambiente.
Movimento ocorre à medida que café do Vietnã fica mais caro, disseram comerciantes.
As ofertas da Indonésia ainda estão recebendo uma vantagem incomum de preços com relação ao robusta do Vietnã.
A queda nos estoques de café do Vietnã novamente está destacando a relação próxima entre a volátil moeda brasileira e as exportações do rival.
Na bolsa londrina, os contratos futuros de café robusta mudaram de patamar da curva futura, declinando na última. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
O objetivo é quintuplicar a produção atual e atingir 20 milhões de sacas de 60 kg no referido ano.
Estimativa do USDA prevê queda de 2% em relação à safra 2016/2017.
Brasil e Vietnã exportaram 50% do volume total de café nesse período.
Em termos de volume, o crescimento dos embarques do país foi de 33%.
Os comerciantes também estão de olho no clima potencialmente tempestuoso nas próximas semanas.
Somente considerando a produção, os futuros nos grãos robusta podem ser considerados como o direcionador dos dois tipos.
Movimento ocorreu devido à crescente aversão ao risco no mercado financeiro internacional, aponta assessoria técnica do Conselho Nacional do Café.
As exportações devem se recuperar em 30% nessa estação, apoiadas pela colheita maior do que a esperada e liberação de grãos armazenados.
Muitas plantações da Indonésia são de pequenos produtores, que não podem arcar com sistemas de irrigação.
Segundo dados divulgados pelo CNC, o total embarcado por todos os países produtores, em julho, foi de 3,35 milhões de sacas da espécie.
De acordo com analista de mercado do Rabobank, Guilherme Morya, preços subiram nas últimas semanas, respondendo a queda nas embarcações vietnamitas
Produtores no Vietnã, maior produtor mundial de café robusta, estão segurando seu café, frustrados pelos preços persistentemente baixos nos futuros de Londres. Na Indonésia, o clima anormalmente úmido durante a estação de colheita dificultou a secagem dos grãos. A pressão na oferta tem aumentado o medo de escassez do produto no mercado vietnamita e da Indonésia, o que poderá conter as exportações dos dois países.
Pelas novas regulamentações, a partir de outubro de 2012, todos os membros da Associação de Produtores de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa) terão que pagar dois dólares por cada tonelada de café exportado. O dinheiro será destinado a um fundo de seguro para o café. A informação tem levantado preocupações entre os exportadores vietnamitas do grão.
As exportações de café do Vietnã, na primeira metade deste ano safra (iniciado em outubro), crescerão 51%, em comparação ao período passado, atingindo 11,77 milhões de sacas, segundo informou, ontem, o Escritório Geral de Estatísticas do país asiático.
CNC fala sobre o alerta divulgado pela Fundação Procafé.
Governo concede prazo adicional de 60 dias para o pagamento da 1° parcela das operações de estocagem e de custeio convertidas em estocagem. Anúncio oficial de quebra de safra na América Central reforça condição de perda de equilíbrio entre oferta e demanda, de forma que vivencie-se escassez de café em curto e médio prazos. Tendência nas cotações é de recuperação no primeiro trimestre.
Os grãos vietnamitas tipo 2, 5% preto/queimado, foram ofertados com desconto de até 25 dólares ante o contrato janeiro LRCc2 em Londres, mas menor que os 40 dólares da semana passada. A atual colheita deve atingir pico em meados de novembro.
Com os preços do café arábica em queda e as cotações do robusta na direção inversa, o diferencial de valor entre as duas variedades - normalmente, favorável ao arábica, de melhor qualidade - registrou uma queda expressiva no último mês.