Exportações de café vietnamita alcançaram US$ 2,8 bilhões até meados de agosto
Exportações para Itália, Estados Unidos, Japão, Rússia, Argélia, Holanda e México aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado
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Exportações para Itália, Estados Unidos, Japão, Rússia, Argélia, Holanda e México aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado
Visita teve intuito de apresentar agronegócio brasileiro aos profissionais do Vietnã
Na comparação com ano passado, baixa foi de 10,3%
Muitas plantações da Indonésia são de pequenos produtores, que não podem arcar com sistemas de irrigação.
O café do Vietnã atraiu um grande interesse do público nas Feiras Internacionais da Indústria e Exportação de Café e Chá e de Caramelos da Ásia, realizada recentemente em Cingapura. Participaram do evento sete companhias vietnamitas, entre 100 empresas e organizações provenientes de 18 países.
Nos últimos 25 anos o Vietnã obteve um crescimento fantástico em sua produção de café, passando de 22.000 ha cultivados para algo em torno de meio milhão de hectares atualmente. De acordo com o Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural do país, o café é cultivado atualmente em 20 províncias. A importância do café para a região é tanta que quase todos os habitantes da capital da província de Dak Lak estão envolvidos de alguma maneira com o café.
A Associação de Café e Cacau do Vietnã pediu ao governo autorização para criar um estoque de 300 mil toneladas de café no próximo ano, disse hoje o presidente da entidade, Luong Van Tu. Ele prevê que as exportações vietnamitas recuem mais de 5% neste ano, para um volume máximo de 1,1 milhão de toneladas, devido ao baixo nível dos estoques domésticos.
A estação chuvosa normalmente termina no início de outubro, mas as chuvas seguiram até dezembro.
Nas lavouras do país asiático existem pragas quarentenárias que poderão trazer danos ao Brasil.
A queda nas embarcações sugere uma diminuição dos estoques do país.
Medida vale por quatro meses para um volume total de 1 milhão de sacas. Comitê aprovou importação de cota do café conilon e Mapa, agora, estabelece requisitos fitossanitários.
Localidade de Dak Lak, no Vietnã, tem objetivo de duplicar a proporção de produtos processados em suas exportações desse grão.
País alcançou 36,89 milhões de sacas exportadas no ano, superando em 1,3% os embarques de 2014.
Exportações cresceram 6,9% no mês em comparação ao ano anterior, segundo Cecafé.
De acordo com o CNC, movimento segue a tendência do mercado de commodities.
De acordo com dados da Cecafé referentes a outubro de 2015, o preço médio pago pela saca também teve queda, de 26,2%.
Permissões totais de exportação emitidas pelo Coffee Board da Índia, órgão estatal, excederam os níveis do ano anterior pela primeira vez.
Já a produção brasileira da espécie foi estimada em 16,14 milhões de sacas, que equivalerá a 54% da safra vietnamita e 21% da mundial em 2021/2022
Diretor geral da Netafim no Vietnã, esteve em visita ao Espírito Santo
O Vietnã espera produzir 17,4% mais café robusta na safra 2006/07, em relação à safra anterior graças ao aumento dos investimentos de fazendeiros locais e às melhores condições climáticas.<br>
<br>Entre janeiro e novembro, os embarques devem totalizar 1,56 milhão de toneladas e US$ 3,3 bilhões, crescimento de 42% em volume e 37,4% em valor ante os 11 primeiros meses do ano passado. No entanto, a queda de produção na safra que está sendo colhida no segundo maior exportador mundial de café pode sustentar os preços internacionais do robusta.
Os preços do café robusta, que caíram novamente na segunda-feira, continuam pressionados graças à previsão do momento da colheita no Vietnã, que é um dos principais produtores, disse o Commerzbank. Café vietnamita para envio em outubro e novembro abriu com um desconto de US$ 30 a tonelada para futuros em Londres, comparado com US$ 20 a tonelada na semana anterior.
A Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa, na sigla em inglês) recomendou a adoção de um contrato de café padronizado para assegurar exportações com qualidade consistente e facilitar a resolução de disputas comerciais, impulsionando os embarques do país, disse nesta segunda-feira o secretário-geral da Vicofa, Nguyen Viet Vinh.
Os baixos estoques de café do Vietnã têm mantido os preços altos, dificultando para os exportadores garantirem grãos para novos negócios, enquanto os compradores estrangeiros já mudaram para comprar grãos da Indonésia, que está no pico da colheita, disseram traders.