Ácaro vermelho do cafeeiro ataca mais plantas de variedades robusta
Observações em campo mostram que ataques do ácaro vermelho ocorrem mais em cafeeiros robusta em comparação com plantas de arábica.
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Observações em campo mostram que ataques do ácaro vermelho ocorrem mais em cafeeiros robusta em comparação com plantas de arábica.
Foi observado recentemente um forte ataque de ácaro vermelho em lavouras de café arábica na região da Zona da Mata mineira, por provável desequilíbrio climático
Rotas alternativas impactaram as rotas da Ásia para a Europa e para a Costa Leste dos Estados Unidos, absorvendo capacidade excedente
Thiago Sabino ganhou o 17º Campeonato Brasileiro de Barista usando o mesmo café
Produzir mudas vigorosas e bem desenvolvidas é uma ótima alternativa para obter mais sucesso no plantio
Segundo levantamento realizado pelo CNA, preços de comercialização do café arábica não cobrem custos de produção
Surtos do ácaro vermelho têm sido muito freqüentes nos últimos anos em várias regiões cafeeiras do Brasil. Em geral a espécie <i>Coffea canephora</i> tem se mostrado mais atacada por esta praga que <i>Coffea arábica</i>. Áreas mais ensolaradas, com manchas de solo mais secas e próximas a estradas são mais atacadas, sendo a incidência mais séria em plantas jovens.
Iniciativa visa valorizar a cafeicultura do município que fica na região de Matas de Minas.
O café arábica devolveu ganhos e fechou ontem, 27, no vermelho na bolsa de Nova York.
O Observatório das Inseguranças Jurídicas da CNA apurou que já foram promovidas 92 invasões de propriedades dentro do "abril vermelho", promovido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra. O cálculo leva em consideração as invasões realizadas até a última sexta-feira (30) e aponta para uma perda de R$ 228 milhões no faturamento bruto da agropecuária e uma retração de R$ 33 milhões na geração de tributos estaduais e federais. As invasões do "abril vermelho" também colocam em risco 1.134 empregos.
Mais do que uma ferramenta de entretenimento e de criação de vínculos entre as pessoas, a internet, especificamente as redes sociais, vem adquirindo outra funcionalidade, a de canal de comunicação para os consumidores exporem sua satisfação e insatisfação com a qualidade dos produtos e da prestação de serviços.
O fraco desempenho das exportações nos primeiros sete meses do ano na Guatemala pode ser atribuído ao cenário econômico complicado, que afeta a demanda dos principais sócios comerciais e a queda nos preços dos produtos agrícolas. De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), as exportações e as importações guatemaltecas estão entre as de maior queda no primeiro semestre do ano, junto com as de Honduras, Nicarágua e Peru.
As variedades cultivadas estão sendo catucaí 785/15 (vermelho e amarelo), catucaí amarelo 24/137, catucaí amarelo 20/15 cv 479 e arara
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) instalou um gabinete de crise vinculado ao Observatório das Inseguranças Jurídicas no Campo para monitorar invasões de terras promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). Segundo a assessoria de imprensa da entidade, técnicos especializados e advogados estarão em contato com as Federações Estaduais de Agricultura e Pecuária, para obter informações sobre invasões ou outras ações promovidas pelo MST durante o "Abril Vermelho".
Cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, Cepea/Esalq/USP, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, mostram que em outubro, pela primeira vez em 2008, o agronegócio brasileiro decresceu, refletindo mais intensamente o impacto da crise financeira sobre o setor.
Os cafeicultores mineiros estão enfrentando um novo desafio para garantir a próxima safra. Combater o ácaro vermelho, que surgiu no estado em plena época de colheita. O ácaro vermelho já era comum nos cafezais do sul de Minas, mas o problema é que nos últimos meses a disseminação do organismo fugiu do controle devido aos fatores climáticos.
São três tipos: vermelho, branco e mancha anular ou leprose. Atente-se aos cuidados com cada um
Os materiais oferecidos são das cultivares topázio MG1190, catuaí vermelho IAC 144 e IAC 99 e mundo novo IAC 379/19 e IAC 376/4
O Programa de Melhoramento Genético do Cafeeiro da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Universidade Federal de Lavras (Ufla), iniciou-se no início da década de 70. Após quase quatro décadas de intensos e dedicados trabalhos de pesquisa pela equipe de profissionais dessas Instituições, foram disponibilizadas, até o momento, doze cultivares de café arábica para cultivo comercial. Conheça cada uma delas.
Mercado externo trabalha no vermelho e estende perdas da véspera
Produtores e torrefadores ao redor do mundo estão familiarizados com as variedades de café mundo novo e catuaí. E quanto a icatu, obatã, tupi, caturra vermelho, caturra amarelo e bourbon amarelo? Todas são brasileiras e cada uma deve sua existência ao Instituto Agronômico de Campinas.
Entre Minas Gerais e São Paulo, existe uma região que consolida-se em solo vulcânico e une gerações em torno da produção de cafés especiais
Há quatro anos, Luiz Henrique Chorfi Berton vem trabalhando em sua dissertação de mestrado que trata da dinâmica de ácaros fitófagos e predadores em cafeeiros próximos à mata natural, conduzidos sob ação de acaricidas. A pesquisa tem como objetivo verificar a viabilidade de uso de um ácaro predador no controle dos que atacam os cafezais, causando prejuízos aos produtores.
Um trabalho mais antigo, instalado em 1997, no município de Barra do Choça, com 9 safras computadas em seguida, mostrou que, entre 34 itens ensaiados, incluindo Icatus, Acaiá, 3 linhagens de Catuai e outros materiais híbridos, a cultivar Catucai amarelo ficou como a mais produtiva, com média de 51 scs/ha, contra 39 scs/ha no Catuai Vermelho IAC 144, usado como padrão.