Consumo de café não eleva risco de batimento cardíaco irregular, indica estudo
Pesquisas anteriores sugeriram que o alto consumo de café pode aumentar o risco de fibrilação atrial (FA), o tipo mais frequente de arritmia.
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Pesquisas anteriores sugeriram que o alto consumo de café pode aumentar o risco de fibrilação atrial (FA), o tipo mais frequente de arritmia.
Estudo prospectivo, publicado pelo <i>The American Journal of Clinical Nutrition</i>, examinou a associação entre o consumo de café e o risco para algumas doenças, incluindo diabetes tipo 2 (DM2), infarto do miocárdio (IAM), acidente vascular cerebral e câncer. Os resultados sugerem que o consumo de café não aumenta o risco de doença crônica, mas pode estar ligado a um menor risco de diabetes tipo 2.
O Dr. Bruno Mahler Mioto, médico pesquisador na Unidade Café e Coração do Instituto do Coração (InCor), trata de recente pesquisa sobre os benefícios do café divulgada pelo <i>New England Journal of Medicine</i>. "O resultado dessa pesquisa e de outras já realizadas mostram que consumir café diariamente é um hábito saudável, e que pode inclusive trazer benefícios para saúde."
Há quatro anos a Unidade Café e Coração, instalada no Instituto do Coração de São Paulo (InCor) desenvolve pesquisas integrantes do Consórcio Pesquisa Café, com foco no consumo de café. A criação desse núcleo aconteceu a partir da parceria entre InCor e Embrapa Café. A parceria também apoiou a execução do projeto de pesquisa que avalia os efeitos do café sobre variáveis que envolvem o sistema cardiovascular.
Mulheres que bebem entre uma e duas xícaras de café por dia têm menor probabilidade de vir a sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), do que aquelas que não consomem a bebida. A conclusão é de uma investigação norte-americana, do grupo de mamografia de Karolinska, que abrangeu um total de 34.670 mulheres sem históricos de doenças cardiovasculares, avança comunicado de imprensa.
Uganda, segundo maior produtor de café da África, planeja desenvolver espécies da planta que sejam resistentes à doença fúngica fusariose, que matou metade dos pés de café robusta do país em menos de 20 anos, informou a Café África Uganda.
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A observação em hastes afetadas, mostrou vasos com a cor marron avermelhada, típica de fusariose. No entanto, até o momento não foi possível isolar e classificar a espécie do fungo.
O consumo habitual de café pode prevenir doenças e ainda auxiliar no desempenho físico. É o que comprova estudo feito na Unidade de Pesquisa Café e Coração, do InCor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Nos últimos cinco anos, foram feitas análises com 150 consumidores de café, e a bebida revelou ser uma das principais fontes de antioxidantes para o organismo, se consumida de forma razoável.
O consumo habitual de café pode prevenir doenças e ainda auxiliar no desempenho físico. É o que comprova estudo feito na Unidade de Pesquisa Café e Coração, do InCor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Um estudo publicado recentemente no New England Journal of Medicine indica que o consumo de café está associado a um menor risco de morte. De acordo com a análise, os homens acompanhados durante 13 anos que bebiam de duas a três xícaras de café por dia tiveram uma diminuição de 10% no risco de morte, se comparados com os que não ingeriam a bebida. Já no público feminino esta redução chegou a 13%.
Uganda produz tanto café arábica como, principalmente, café robusta. É reconhecido como o país mais fértil da África, com boa pluviosidade e excelentes solos de formação vulcânica. Lá, o café é cultivado principalmente em consórcio com culturas alimentares, como banana e feijão. O cultivo é sombreado, possibilitando ao país a busca de caracterizar sua produção como sustentável.
As doenças cardiovasculares (DCV) são ainda a principal causa de morte nos países industrializados. Estima-se que nos Estados Unidos mais de um milhão de pessoas morram anualmente devido a problemas cardiovasculares. A depressão é um fator independente de risco cardiovascular para homens e estudos modernos avaliam o papel protetor de medicamentos antidepressivos e hábitos alimentares. O consumo diário de doses moderadas (três a quatro xícaras ao dia) de café torrado adequadamente (café funcional nutracêutico) pode ser benéfico na prevenção da depressão/DCV por conter, em quantidades superiores às de cafeína (1-2%), compostos quinídeos derivados dos ácidos clorogênicos (2-4%) com ação antioxidante, além de potente ação antagonista opióide (tipo naltrexona) e efeito inibidor da recaptação de adenosina (tipo dipiridamole).
Caso os atletas tomassem café diariamente durante os treinos, na dose mínima de 4 xícaras, é possível imaginar que os ácidos clorogênicos do café bloqueariam os receptores que são estimulados pelas endorfinas, peptídeos opióides cerebrais. Isto faria com que os neurônios do cérebro aumentassem sua descarga de endorfinas para trazer o estímulo necessário para o atleta prosseguir, atingindo a auto-gratificação num nível mais alto.
As críticas ao consumo de cafeína em quantidades moderadas são total e completamente infundadas, mas ainda arraigadas ao limitado conhecimento de pessoas desinformadas. Em quantidades moderadas - o equivalente a 400-500 mg/dia - dose de até 4 xícaras - a cafeína não é prejudicial a saúde humana, desde a gestação até o final da vida. A administração aguda de cafeína causa um aumento modesto da pressão sangüínea arterial, dos níveis de catecolaminas, da atividade de renina plasmática, dos níveis de ácidos graxos livres, da produção de urina e da secreção gástrica. Ela altera o espectro eletroencefalográfico, o humor e o padrão do sono em voluntários normais.
O processo de floração do cafeeiro, desde sua "iniciação" até a "antese", é ainda um mistério que envolve modificações bioquímicas, morfológicas e fisiológicas. Com base nele, vamos analisar a "frustração da florada de 2006", fenômeno que tem deixado a maioria dos cafeicultores a ver navios nas principais regiões produtoras do Brasil, inclusive eu.