Fala Café #9 aborda desafios do varejo em tempos de pandemia
Episódio foi transmitido na última terça-feira (9) e contou com a participação de grandes nomes do mercado
523 resultados para "varejo"
Episódio foi transmitido na última terça-feira (9) e contou com a participação de grandes nomes do mercado
Episódio acontece nesta terça-feira (9), às 18h, com transmissão ao vivo no YouTube
Com essa perda a CNC revisa expectativa de vendas do varejo em 2018 de +5,4% para +4,7%
O cruzamento de dados do varejo e da indústria mostra que a desaceleração da atividade econômica é muito mais resistente no comércio do que na produção industrial. Enquanto o ritmo de crescimento na fabricação de bens de consumo passou de 6,4% no fim de 2010 para 2,3% nos 12 meses encerrados em maio, as vendas do comércio ampliado em volume, na mesma comparação, fecharam 2010 com alta de 12,2% e passaram para 10,5% no acumulado de 12 meses terminados em maio.
Em 9 anos a saca do café se valorizou mais do que o café torrado e moído vendido ao consumidor. No período de janeiro de 2002 a janeiro de 2011, o quilo do café no varejo valorizou 75,92%, enquanto a saca do arábica subiu 293,32% e do café conilon 310,93%. A margem da indústria está se estreitando com aumento do preço da saca e quase estabilidade de preço no varejo.
De acordo com recente levantamento da consultoria Euromonitor, as vendas na categoria dose única cresceram 31% no mundo, em 2011. Enquanto isso, as vendas totais de café no varejo cresceram 17,5%. A nova linha é compatível com máquinas Nespresso e com a máquina da própria empresa, que tem seu lançamento previsto para julho deste ano.
O colunista Celso Vegro analisa a explosiva elevação dos preços do café no varejo, que poderá ser aliviada com isenção de tributos, já em análise
Não é novidade que o mercado internacional está de olho no Brasil, mas a A.T. Kearney divulgou ontem (6) mais um motivo para chamar a atenção dos empresários. O Brasil saltou, neste ano, para o primeiro lugar no ranking da consultoria americana que classifica a atratividade das nações emergentes, visando a expansão do varejo.
A alta recente dos preços futuros do café pode se refletir em breve nos valores da bebida em redes de cafeterias e supermercados, disseram torrefadoras e analistas. Nessa terça, dia 18, os preços do café tiveram a maior valorização em quase uma década no mercado de futuros, fazendo com que a commodity acumule valorização no ano de mais de 40%.
A gigante italiana de café, Lavazza, está querendo impulsionar as vendas internacionais estabelecendo presença nas lojas de alimentos dos Estados Unidos. Companhia compra cerca de 2,3 milhões de sacas de café verde anualmente.
O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo puxou a alta de 1,4% no volume de vendas do varejo em julho ante junho, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. A atividade de hipermercados registrou expansão de 1,6% em julho na comparação com junho.
O preço do café no varejo deve ter reajuste médio de 15% até o início do mês que vem, acompanhando a alta do produto no mercado internacional. Na Bolsa de Nova York, que serve de referência para o mercado, a cotação do contrato futuro subiu cerca de 20% nos últimos 40 dias, até a semana passada.
O Grupo Pão de Açúcar anunciou ontem o maior plano de investimento da história da empresa. No triênio 2010 a 2012, a companhia comandada pelo empresário Abilio Diniz vai investir R$ 5 bilhões na abertura de 300 lojas de varejo de supermercados, postos de combustíveis, drogarias, infraestrutura e logística. Os rivais Carrefour e Walmart também anunciaram investimentos recordes para este ano.
A indústria brasileira de café solúvel continua a registrar números considerados modestos, mas seu faturamento cresceu expressivos 17,8% no ano passado em relação a 2012
A companhia norte-americana de alimentos Kraft Foods está adiando o lançamento de sua marca de café Gevalia no varejo para janeiro de 2012. O plano inicial era lançá-la em agosto deste ano.
A pesquisa indica que: A desaceleração econômica impactou o consumo fora do lar, o qual deve se recuperar a partir de 2017 e a expectativa é que o consumo de café fora do lar volte a ganhar mais espaço entre os brasileiros.
Vendas no varejo somaram 4,91 milhões de sacas no quadrimestre, segundo a ABIC; indústria vê recuperação gradual após período de pressão sobre oferta e preços
Existe uma grande discussão entre os analistas sobre o destino das ações voltadas ao mercado interno. Um grupo acredita que esses papéis já subiram muito, enquanto há outro que defende que eles ainda podem subir. Este último grupo ganhou um reforço de peso: o Banco Central do governo de Dilma Rousseff. No mercado, há quem acredite que a postura do novo BC pode dar um fôlego extra aos papéis de varejo.
O choque de preços de alimentos foi o principal responsável pela redução de 0,7% em abril frente a março nas vendas do setor de hiper, supermercados e demais lojas de produtos alimentícios, bebidas e fumo, que tem o maior peso no indicador de varejo divulgado nesta quarta-feira (16) pelo IBGE. Na média entre os ramos pesquisados, as vendas no comércio no país recuaram 3% em abril na comparação com o mês anterior, apresentando a maior queda nesse confronto em toda a série histórica, iniciada em 2000.
Com participação no 17º ENCAFÉ, no dia 19 de novembro, Nelson Barrizzelli, professor da FEA/USP, ministrou palestra sobre consumo, varejo e as relações com os fornecedores. A palestra de Nelson Barrizzelli focalizou as vantagens competitivas na cadeia do café, assunto que merece dedicação para análise. Acesse e confira o resumo da palestra.
A atividade do comércio varejista acelerou e a performance positiva se alastrou pelos segmentos em maio, segundo pesquisa da Serasa Experian. A expansão foi de 1,3% (sem influências sazonais) em relação ao mês anterior, na maior taxa de crescimento mensal deste ano e a quarta elevação consecutiva. O esperado comportamento de "manada" do consumidor de cortar as compras em resposta à crise não ocorreu da forma esperada.
Segundo a Euromonitor, quem mais irá influenciar o crescimento do varejo são as cápsulas.
Fundos aproveitam início da safra brasileira para forçar queda dos contratos na ICE; consumo no varejo cai 5% no quadrimestre, e incertezas globais tornam cenário ainda mais volátil
"O evento quer criar um elo entre indústrias e varejo. É fundamental estimular os varejistas a criarem um espaço adequado para receber estes cafés em seus estabelecimentos em um lugar de destaque, para que tenha sua diferença acentuada em relação ao tradicional, assim como ocorre com o vinho", explica o presidente do Sincafé - Sindicato da Indústria de Café do Espírito Santo, Egídio Malanquini.