Estudo indica dificuldade do Brasil em exportar café com valor agregado
Segundo o Mdic, no ano passado o Brasil exportou US$ 6,6 bilhões em café. Desse montante, 90,6% representaram vendas de café verde.
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Segundo o Mdic, no ano passado o Brasil exportou US$ 6,6 bilhões em café. Desse montante, 90,6% representaram vendas de café verde.
Em artigo, o diretor executivo da Federação de Produtores de Café da Colômbia, Luis Genaro Muñoz Ortega, para o Colombian Coffee Insider, fala sobre o investimento colomobiano na valorização de seu café.
Representantes de regiões cafeeiras da Colômbia discutiram novo Plano Estratégico 2015-2020 da Federação.
Federação de Cafeicultores da Colômbia auxilia pequenos cafeicultores que querem exportar lotes pequenos.
Tratado prevê tarifa zero para cafés torrado e moído e solúvel em até cinco anos e reconhece indicações geográficas brasileiras, abrindo espaço para maior valor agregado no mercado europeu
Propostas com foco em qualidade e maior valor agregado impulsionam o crescimento do mercado de especial na França, Alemanha e Península Ibérica
Produtores de diferentes regiões produtoras de café em Minas Gerais estiveram presentes na 23ª Feira da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na sigla em inglês) realizada entre os dias 29 de abril e 1º de maio, em Houston (EUA). Durante a feira, ficou claro o clima de satisfação dos produtores, em relação aos resultados que têm obtido e com o grande e crescente interesse por parte dos compradores pelos cafés produzidos. Conheça um pouco da história de alguns produtores.
Com a saída de um acordo na Organização Internacional do Café, governo tenta aumentar o valor agregado e renda dos produtores
Nos dois últimos anos e meio, foram registrados 163 novos exportadores de café no país.
A busca por um café com maior valor agregado faz com que muitas propriedades invistam um elevado valor na atividade de pós-colheita
O café é uma das commodities que mais oscila nas bolsas de mercado futuro. Segundo os pesquisadores, uma forma de garantir preço em toda a cadeia produtiva é estimular a exportação do produto com valor agregado. Este e outros assuntos foram discutidos nesta quarta, dia 19, em Londrina/PR durante a 10 ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café - CBP&D/Café.
Objetivos são contribuir para aprimoramento de métodos e técnicas, melhoria da qualidade do café produzido no estado e aumento do valor agregado
Produto possui alto valor agregado e diversos usos possíveis, como na indústria farmacêutica e na produção de cosméticos e dermocosméticos
A abertura de cafeterias junto à lavoura funciona como uma espécie de loja-modelo, onde o fazendeiro-empresário vende sua marca com maior valor agregado (fruto torrado e moído) e, de quebra, oferece drinques à base de café e outros produtos e serviços ligados ao setor. Os espaços, por exemplo, funcionam como salas de aula para cursos de baristas, degustadores e, em alguns casos, até para a venda de roteiros turísticos às lavouras.
Artigo sobre valor agregado, valorização da ciência & tecnologia e visões consistentes de marketing no agronegócio
Objetivo é melhorar valor agregado do item e estimular a participação na cadeia global
A Uganda é o segundo maior produtor de café na África e o décimo no mundo. O Setor Privado assumiu a iniciativa para implementar a nova planta de café instantâneo, que agregará valor ao café de Uganda que atualmente está sendo exportado em sua forma crua, sem valor agregado.
Uma parceria entre a Apex-Brasil e a Abic possibilitará um projeto nacional de incentivo às exportações de cafés especiais e industrializados, com o aporte de R$ 11,489 milhões para marketing, publicidade, participação em eventos internacionais e promoção de encontros de negócios com estrangeiros.
Entre tradição e oportunidade, o café brasileiro redescobre a América Latina como um mercado em crescimento, com proximidade e potencial de valor - estratégico para diversificar riscos e fortalecer sua presença regional.
Nestlé SA e a Olam International Ltd. já investiram em plantas de processamento de café no país.
O Plano Estratégico 2003-2007, executado pela Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, logrou resultados positivos para os produtores e para a economia do país, segundo informou a Federação. Durante este período, melhorou-se a competividade do setor, se deu valor agregado à produção, se fortaleceu o tecido social e o café colombiano manteve-se como um dos melhores do mundo. O maior volume exportado, somado às melhores cotações externas e à política de valor agregado, se traduziu em um incremento das divisas cafeeiras para o país, que passaram de US$ 876 milhões em 2003 a US$ 1.893 milhões em 2007, ou 116%.
Na cafeicultura, geralmente é dada maior ênfase aos aspectos técnicos da produção propriamente dita ou seja, técnicas para aumentar a quantidade e qualidade do café produzido. O que salta aos olhos é verificar que o café só passa a realmente ter mais valor agregado quando se despede do produtor e passa a ser trabalhado pelos intermediários. Assim, parece lógico supor que a sobrevivência do produtor na cafeicultura passe, obrigatoriamente por este assumir papéis mais avançados na cadeia.
Volume exportado foi 2,2% menor em relação ao mesmo mês de 2014 e 13,2% em relação a novembro de 2015.
Os cafeicultores buscam o registro para agregar ainda mais valor ao produto e conquistar novos mercados, principalmente no exterior