Mapa libera R$ 989,3 milhões do Funcafé para 12 bancos
Recursos, repassados nesta sexta (21/8), serão investidos na política de apoio ao setor cafeeiro
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Recursos, repassados nesta sexta (21/8), serão investidos na política de apoio ao setor cafeeiro
Mapa assina contratos com 23 instituições financeiras, que ficarão responsáveis pelas operações.
Em debate sobre as perspectivas da economia brasileira nesta terça-feira (11/06), na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacou o crescimento da produtividade do agro, mas demonstrando preocupação com custos de mão-de-obra.
Com o avanço da colheita de café, o governo vai autorizando instituições financeiras a implementar linhas de crédito para financiar o setor. O Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (19/5) traz novos contratos firmados entre o Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, e alguns bancos, nos quais são disponibilizados recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para custear a cadeia produtiva.
Liberações são acompanhadas pelo CNC. Cafeicultores podem acessar recursos através dos agentes com os quais mantém relacionamento financeiro
Foram liberados ontem R$ 50 milhões ao Banco do Brasil e R$ 20 milhões ao Unibanco para financiar a estocagem de café, na safra 2007/2008. Os recursos são do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), que neste ano já liberou mais de R$ 1,4 bilhão para aplicações em colheita, estocagem, custeio e aquisições de café.
Até o momento, 29 instituições financeiras estão autorizadas a receber o recurso para operarem na safra 2020 de café
Até o momento, 26 instituições financeiras estão autorizadas a receber o recurso para operarem na safra 2020 de café
Os recursos serão para custeio, estocagem, aquisição de café, capital de giro para indústrias de café solúvel e de torrefação de café, cooperativas de produção e recuperação de cafezais danificados
O mercado climático continuou a ditar a tendência dos preços futuros do café nesta semana. Ainda não estão quantificados os impactos que o mês de janeiro mais seco no Brasil desde 1954 trará para o balanço da oferta e demanda mundiais de café. A estiagem, associada a temperaturas elevadas, que predomina até a segunda quinzena de fevereiro tem efeito negativo na maturação dos grãos que já emergiram na maioria dos cafezais, podendo causar queda prematura dos mesmos. Já se cogitam, também, impactos sobre o desenvolvimento da safra 2015/16.
O Contrato de Opção de Venda público (COV) envolverá o café arábica tipo 6, bebida dura para melhor, com até 86 defeitos, peneira 13, admitido até 10% de vazamento e teor de umidade de até 12,5%, colhido na safra 2013, por meio de leilões públicos a serem realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Mais R$ 39,7 milhões foram liberados pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nesta terça-feira (16), para apoiar a estocagem e o Financiamento para Aquisição de Café (FAC) da safra 2008.
Neste ano, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), repassou mais de R$ 1,658 bilhão para os agentes financeiros que operam com as linhas de crédito de colheita (R$ 412,5 milhões), estocagem (R$ 560,4 mi), custeio (R$ 426 mi) e Financiamento para Aquisição de Café/FAC (R$ 259,4 mi).
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), liberou ontem mais R$ 90 milhões para financiamento da colheita 2007/08. O Santander/Banespa receberá R$ 60 milhões e o CrediMinas ficará com R$ 30 milhões.
O secretário de Produção e Agroenergia, Linneu da Costa Lima, anunciou ontem que o Mapa começou a liberar os recursos do Funcafé para o financiamento da safra 2007/08. O primeiro contrato foi celebrado com o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), para o qual será liberada ainda hoje a parcela inicial de R$ 80 milhões destinados à colheita.
Ontem a cotação do dólar desceu a seu valor mais baixo desde março de 2001, fechando o dia cotado a R$ 2,045 para venda, queda de 1,16%. No ano, a desvalorização alcança os 4,31% -sendo 3,58% de queda apenas em março. Mas segundo analistas, a moeda americana ainda não encontrou seu piso.
O Mapa começou a liberar para os agentes financeiros que operam com o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) R$ 348 milhões referentes ao superávit de 2005.