Coffee Board promoverá empreendedorismo com dois propósitos
Cerca de 700 empreendedores foram treinados em vários aspectos do negócio de café até o momento.
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Cerca de 700 empreendedores foram treinados em vários aspectos do negócio de café até o momento.
A doença é restrita a plantas jovens, até o 3º e 4º ano de campo
Os viveiros nas lavouras podem ser rústicos, empregando materiais da própria propriedade
Infecção é favorecida por condições de temperaturas baixas e umidade alta.
Pesquisas e o uso prático demonstram que, produtos a base de cobre, ainda são muito úteis no programa de manejo. Por José Braz Matiello, Saulo R. Almeida e Rodrigo N. Paiva - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
A parte complexa é que ser tudo isso depende só de nós. A parte boa, é que sempre é possível encontrar boas práticas. Por Isabela Pascoal, da Fazenda DaTerra.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), esse mercado movimenta R$ 7 bilhões por ano no país, tendo os nordestinos como os maiores consumidores. A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do IBGE, mostra que um nordestino bebe em média 93 litros de café por ano. No Brasil, a média é de 79,7 litros.
"Gostaria que me ajudassem com a seguinte questão: Numa propriedade com pouca mão de obra para colheita, conseqüentemente a quantidade de café colhida por dia é pequena, é possível juntar cafés colhidos em mais dias, ou seja, espalhar os cafés colhidos dia a dia e depois de certo tempo juntar esses cafés para se fazer um lote maior? Ou qual a recomendação para esse caso?"
A poda de esqueletamento/desponte vem sendo muito aplicada ultimamente para zerar a safra e promover a renovação da ramagem dos cafeeiros, também facilitando o manejo dos tratos e da colheita das lavouras
A mão de obra é o principal responsável pelo custo de produção na atividade cafeeira. Ultimamente a mão-de-obra, além de escassa, está perdendo qualidade. Na busca por eficiência produtiva (redução de custos e aumento de produtividade e qualidade), a mão-de-obra acaba sendo substituída pelas máquinas. A colheita mecânica de café em <i>big bag</i> está no alcance mesmo para produtores de regiões montanhosas.
A produção de café do Vietnã para a safra de 2010-2011 declinará cerca de 20% com relação à safra anterior, de 1,1 milhão de toneladas, de acordo com o grupo oficial da indústria. "Tivemos secas e chuvas não esperadas ultimamente que adiaram a colheita e afetaram as mesmas em muitas áreas", disse o presidente da Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa), Luong Van Tu. A colheita de café do Vietnã, que tipicamente começa em 1 de outubro, foi adiada por pelo menos um mês por causa das chuvas.
A cafeicultura no Sul de Minas Gerais é responsável por cerca de 30% da produção brasileira de café. Assim, perdas de produção nessa principal região cafeeira do país afeta significativamente a safra nacional do produto. Fatores climáticos têm sido determinantes no volume da produção de café no Brasil, no passado pelas geadas e ultimamente por estiagens prolongadas. Considerando dados que se dispõe sobre perdas de produtividade por déficits hídricos e diante do que ocorre neste ano, pode-se esperar que este problema climático afete significativamente a próxima safra de café na região, sendo que o processo de perda só deverá cessar após a ocorrência de chuvas.
O tema qualidade vem sendo uma discussão freqüente na cafeicultura, verificamos que no caso do café arábica ocorreu avanço significativo nos últimos anos, porém no conilon o avanço ainda é pequeno. O fato da produtividade ter aumentado significativamente possibilitou ao produtor aumentar seus ganhos o que por sua vez fez com que o mesmo ignorasse a qualidade. Observamos que as discussões sobre este tema vêm sendo recorrentes ao conilon, ultimamente, vivemos a velha história "o produtor não faz qualidade porque não tem preço, a indústria não paga a mais porque não tem volume". Sendo assim percebemos que o desafio é romper este paradigma.
Ultimamente os impactos do dólar sobre a economia brasileira têm sido objeto de amplo debate, devido à valorização do Real e aos receios quanto à competitividade das exportações e dos produtos industriais. O preço do café no Brasil é inversamente proporcional ao nível de produção do ano corrente e ao nível dos estoques finais.
Apesar do rápido crescimento dos sucos engarrafados e de bebidas gaseificadas, o consumo de chá e café está crescendo na Índia. O consumo de café aumentou em 6% nos últimos anos. A inovação de produtos e melhores estratégias de marketing ajudaram a disseminar a demanda por café no norte da Índia.
Cenário do mercado cafeeiro segue inalterado, com oferta restrita, demanda aquecida e aproximação da colheita da safra brasileira. A partir de meados de março o número de compradores interessados em adquirir café diminuiu, e juntamente com o desastre no Japão as cotações começaram cair. Mesmo com a queda no acumulado do mês, os fundamentos do mercado cafeeiros seguem altistas.
Augusto Serafim produz café há quase 50 anos e durante a Ficafé - Feira Internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná, comercializou um lote com duas sacas de café por R$ 1 mil, cada saca. A fazenda dele tem 10 ha divididos entre a família. Augusto produz café em 2 ha. Acesse e confira entrevista.
Joaquim Ferreira Leite, diretor de exportação da Cooxupé, concedeu entrevista ao CaféPoint, durante o Seminário Perspectivas para o Agribusiness 2010/2011, realizado pela BM&FBovespa no dia 04 de maio, comentando a atual situação do mercado de café e as perspectivas para os próximos meses.
O esqueletamento de cafeeiros é um tipo de poda que mais tem sido usado, ultimamente, nas lavouras de café, com o objetivo de programar a produção das plantas, zerando a safra seguinte à execução da poda e voltando com safra alta no 2º ano. Com esse sistema, se busca facilitar o manejo dos tratos e, especialmente, baratear o custo da colheita, feita somente em plantas com carga alta, e, portanto, com maior rendimento operacional.
Diversos trabalhos de pesquisa têm evidenciado perdas de produtividade dos cafeeiros pelo efeito do mato, com prejuízos de 30-40% sem o controle
Irrigação tem se mostrado importante diante do aumento nos problemas de déficits hídricos que dão prejuízos significativos na produtividade das lavouras
O processo de germinação e desenvolvimento inicial das mudas depende muito da temperatura ambiente
Referência mundial em pós-colheita de cafés especiais, Flávio Borém leva ciência ao cultivo do grão
O desenvolvimento de variedades clonais em cafeeiros robusta/conilon deve ter a mesma importância que tem tido os trabalhos realizados para cafeeiros arábica