Redução nos tratos culturais nas lavouras de café preocupa presidente da Cooabriel
Cooperativa capixaba de São Gabriel destaca que redução nos tratos culturais pode ser negativa para os resultados da safra 2022/2023
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Cooperativa capixaba de São Gabriel destaca que redução nos tratos culturais pode ser negativa para os resultados da safra 2022/2023
Fique atento em algumas dicas essenciais para garantir a qualidade na produção dos grãos
As lavouras no Brasil têm aumentado o índice de mecanização, fator importante para reduzir custos de produção do café e para tornar a atividade competitiva
Técnica se mostra como o tipo de poda mais adequado para favorecer os tratos e a colheita em cafezais adensados
Especialistas das cooperativas apontam que próxima safra será baixa e produtores buscam economizar em gastos como adubos e fertilizantes
Os triciclos adaptados visam facilitar tarefas que antes eram feitas manualmente.
Segundo os colaboradores do Centro, a região da Mogiana (SP) foi a mais beneficiada com as precipitações.
Em Franca (SP), os agricultores estão apreensivos em relação ao que está acontecendo com os preços do café. O Brasil produziu este ano uma safra de 47,8 milhões de sacas, sendo que o consumo interno é de mais de 20 milhões de sacas e as exportações somam 32 milhões de sacas, porém, mesmo assim, os preços do grão continuam baixos.
Nas lavouras, o produtor está fazendo a segunda aplicação de nutrientes. Tanto o arábica, em MG, quanto o conilon, no ES, recebem os defensivos, mas chuva vem atrasando os trabalhos em muitas fazendas.
O diferencial de preços entre o café arábica tipo 6 bebida dura para melhor e tipo 7 bebida rio chegou a R$ 15,74 reais/sc no final de maio, menor valor registrado na série do Cepea - pesquisas sobre o rio desde 2007.
Processo reduz mão de obra e gera menor custo para a cafeicultura de montanha. Por Anderson William Dominghetti, doutorando em Fitotecnia da Ufla e Daniel de Souza Reis Junior, graduando Agronomia da Ufla
Para garantir um cafezal bem formado e produtivo, tratos iniciais bem feitos são fundamentais
Março começou com características de outono, bem diferente do calor de fevereiro. Principalmente nos primeiros dias, a temperatura ficou amena, com a influência de uma massa de ar frio e úmido. Os cafeicultores se preparam para a colheita do café, em maio. Enquanto isso fazem as últimas aplicações e tratos fitossanitários contra a broca e a ferrugem.
Este sistema é ainda mais adequado às lavouras onde não se pode mecanizar.
A recepa é um tipo de poda drástica, já que promove o corte baixo do tronco da planta.
As lesões no tronco de cafeeiros, ainda jovens, normalmente aparecem em plantas no primeiro ano de campo. Por José Braz Matiello e Saulo Roque de Almeida, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Conheça tecnologias listadas pelo Incaper que tem potencial para mitigar os efeitos da seca
Não. Não se trata de combinar um cafezinho, tomado depois de saborear uma feijoada. O que vai bem para tirar a sonolência. Por J.B. Matiello e S.R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e C.A,. Krohling - engenheiro agrônomo do Incaper.
Desenvolvida por pesquisadores do Incaper há pelo menos duas décadas para o conilon, técnica agora foi adaptada para o arábica, visando cafeicultura de montanha.
O produtor tem que tomar decisões assertivas que serão essenciais para obter bons resultados. Por Fernando Barbosa, com adaptação de Nelson Carlos.
Dados apontam alta de até 12% na produção total de café neste ano. Número é puxado pela produção de arábica em MG e SP.
Maior atenção deve ser dada aos tratos culturais, pois o aparecimento de fungos é favorecido diante das atuais condições climáticas. Por Williams Ferreira, pesquisador da Embrapa/Epamig na área de Agrometeorologia e Climatologia e Marcelo Ribeiro, pesquisador da Epamig na área de Fitotecnia.
Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o clima no primeiro semestre de 2016 pode continuar favorável ao desenvolvimento da safra de arábica, mas prejudicial ao robusta.
A lavoura cafeeira no Brasil melhorou muito nas três últimas décadas, depois da renovação promovida. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.