Exportações de café crescem em relação a julho, mas ano-safra tem queda
Segundo Cecafé, até o momento foram 2.692.282* de sacas embarcadas no mês de agosto, crescimento de 37% em relação a julho.
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Segundo Cecafé, até o momento foram 2.692.282* de sacas embarcadas no mês de agosto, crescimento de 37% em relação a julho.
Apesar de afetar a produção em algumas áreas, as condições climáticas estão sendo vantajosas em outros locais.
A média de produção de café do Estado é de 22 sacos de café beneficiados por ha. A expectativa com o café mecanizado é de 40 sacos de café por ha, o que traria uma rentabilidade excelente mantendo o produtor de café na atividade, levando em conta que 90% da área ocupada com cafeeiros no estado localiza-se em áreas com relevo propício à mecanização nas diversas fases da cultura.
Poucos temas acirram tanto os ânimos quanto o processo de reforma agrária no Brasil. Sua natureza polêmica deriva não apenas das implicações redistributivas que traria para nossa sociedade, como também das práticas empregadas por cada lado do debate. Entre os defensores da ação do Movimento dos Sem Terra (MST), as críticas direcionadas aos ruralistas são constantes; entre os produtores rurais, é evidente a repulsa quanto às invasões empreendidas pelos militantes do MST.
O parque cafeeiro de El Salvador poderá reduzir 60% nos próximos 40 anos pelo aumento da temperatura e diminuição das chuvas como consequência da mudança climática, alertaram especialistas locais.
O presidente da Colômbia estimou que a meta de produção de 18 milhões de sacas de café não será alcançada antes de 2019.
Nesta segunda-feira, o ICONE (Instituto de Estudo do Comércio e Negociações Internacionais) divulgou uma cartilha sobre Código Florestal, intitulada "Agricultura, Conservação Ambiental e a reforma do Código Florestal". A visão do documento pauta-se pela necessidade de debater a reforma do Código Florestal com racionalidade. Para isso, o ICONE apresenta propostas e sugere soluções para que a ocupação e o uso da terra sejam feitos de forma a equilibrar conservação ambiental, produção agrícola e desenvolvimento econômico. O Instituto acredita que é possível e desejável o equilíbrio entre a sustentabilidade e a expansão da produção. Para tanto, é urgente que se adote um novo Código Florestal que crie incentivos para a regularização ambiental dos produtores e estabeleça formas de viabilizar a recomposição das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e a compensação das áreas de Reservas Legal (RL), bem como a proteção efetiva da vegetação nativa existente.
Os meses de abril e maio não serão tão secos quanto os de 2010, Caio. Não há previsão de um outono chuvoso que possa paralisar atividades agrícolas por um período prolongado. O outono de 2011 pode ser considerado como próximo do normal.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou ontem (28), em Brasília, que o atual quadro de insegurança jurídica no campo afasta novos investimentos na atividade agropecuária e traz prejuízos econômicos ao País. Durante palestra no XIII Congresso Brasiliense de Direito Constitucional, citou dados coletados em janeiro pelo Observatório das Inseguranças Jurídicas no Campo, da CNA, mostrando a existência de 4,6 milhões de hectares de terras em processo de litígio nos Estados do Pará, Bahia, Paraíba e Mato Grosso, que geram perdas de faturamento de R$ 9 bilhões. As perdas de arrecadação chegam a R$ 1,3 bilhão nos Municípios, Estados e União.
As simulações mantêm divergência de informações desde o início da semana. A simulação brasileira (CPTEC/INPE) indica chuva fraca para a frente fria que passará no próximo fim de semana prolongado pelo Sudeste. Simulações americanas não indicam uma data para chuva até pelo menos o dia 15 de setembro.
Na segunda-feira, dia 22, lideranças da cafeicultura estiveram reunidas em Brasília com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, a fim de apresentarem proposta para melhorias na política do setor. Os principais pedidos foram a transformação das dívidas em Cédulas de Produto Rural (CPR) e a implantação do programa de mecanização da lavoura.
O diretor-executivo da Organização Internacional de Café (OIC), Néstor Osorio, acredita que o mercado de café está equilibrado atualmente. O preço está em um nível "aceitável" para a remuneração dos produtores, disse Osorio, durante coletiva na sede da OIC, em Londres. Para Osorio, a "circunstância extraordinária" criada pela forte queda da produção na Colômbia e na América Central recentemente, com a expressiva elevação dos prêmios, já foi corrigida.
Depois de 35 anos na cafeicultura, pela primeira vez o agricultor Mozart Baldim secou a produção sem problemas. "Eu sempre pensei em construir um terreiro para secar o café mais rápido, ter menos mão de obra, menos trabalho. Eu realizei meu sonho", disse. Baldim conseguiu financiar o terreiro na zona rural de Monsenhor Paulo através de um projeto que tem por objetivo beneficiar mais de 100 famílias e melhorar a qualidade do café produzido no município.
Engana-se quem pensa que a atual crise mundial dos alimentos é um evento absolutamente imprevisível
Em seu artigo mensal, Bruno Varella destaca a digitalização da agroindústria, a praticidade e os cuidado com ataques hackers
Se um país apresenta excesso de consumo e investimento em relação à sua produção interna, resultará em um déficit nas suas transações correntes. Os Estados Unidos vem apresentando déficit em suas transações correntes crescente desde o princípio dos anos 90. Ao contrário de ter reduzido os juros como fez recentemente o FED, caso realmente o déficit em transações correntes americano tenha atingido magnitude insustentável, uma elevação abrupta da taxa de juros seria inevitável. Isto resultaria numa desaceleração da economia mundial, já que somente os Estados Unidos representam 25% do PIB do planeta. Esta combinação traria novamente ao Brasil a necessidade de uma política econômica rígida, com elevação da taxa de juros e contração no nível de atividade econômica. Tudo parece ser uma questão de "<i>time</i>".
A visita de George W. Bush gerou um impressionante volume de matérias e opiniões sobre biocombustíveis. O que não faltou foram reducionismos e preconceitos. Alguns merecem destaque. Primeiro mito: muita expectativa, nenhum resultado. Propagou-se a idéia de que a reunião traria grandes resultados em investimentos e comércio. Como isso não ocorreu, o acordo teria fracassado.
Bruno Varella faz um paralelo entre o Império Romano e as atitudes do presidente dos Estados Unidos
Encontro virtual buscou medidas de amparo como financiamento, redução da taxa de juros do crédito rural e redução de custo
Para produzir com qualidade, foram construídas três engenhocas focadas em seca, beneficiamento e até fermentação, que vão te inspirar a ser criativo.
A oscilação dos preços no mercado cafeeiro, além de gerar dúvidas aos produtores sobre qual o melhor momento para comercializar, também gera variação de humor e posicionamentos, como observamos em diversas ocasiões nesta semana. Entretanto, na condição de entidade representante do setor, precisamos ser coerentes, não permitir que o lado emocional aflore e trabalhar, de fato, com a realidade e a racionalidade.
Lideranças entre deputados, secretários de Estado, prefeitos, vereadores, presidentes de cooperativas de cafeicultores, representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), do Conselho Nacional do Café (CNC) e da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG) estiveram reunidos com o governador Anastasia nesta semana para expor a angústia que cafeicultores vêm passando em função da enorme crise que atinge o setor.
Novo preço mínimo fica abaixo do desejado. Deputado e presidente do CNC, Silas Brasileiro, lança mão de artigo da professora Sylvia Saes e de Bruno Varella Miranda, colunistas do CaféPoint, como ferramenta auxiliar nas discussões econômicas sobre o preço mínimo. Implantação de instrumentos de mercado como leilões de Pepro e Opções Públicas se faz necessária.
Segundo Silas Brasileiro, a elevação no preço mínimo representa um avanço, mas fica aquém da demanda do setor. O ponto positivo, para o deputado federal e presidente do CNC, é que o mínimo passou de R$ 300,00 a saca e o governo comprometeu-se, através do Ministério da Agricultura e da Fazenda, que agora a correção no preço será anual.