Em Washington, gerente geral da FNC se reúne com presidente do BID
A intenção era descobrir a possível ligação do BID, com seus próprios recursos, ao Programa 100/100.
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A intenção era descobrir a possível ligação do BID, com seus próprios recursos, ao Programa 100/100.
Indicação geográfica foi discutida por representantes de regiões produtoras durante Seminário DNA Café.
Déficit hídrico, que na região de Boa Esperança (MG) é de 226 mm, causará danos para a safra 2015.
A expectativa de uma colheita volumosa de café no Brasil está pesando nas cotações da commodity na Bolsa de Nova York. Os contratos do produto para entrega em julho fecharam ontem em baixa de 0,33%, a 149,55 centavos de dólar por libra-peso. Analistas preveem que a safra do Brasil, maior fornecedor mundial de café, alcançará 60 milhões de sacas, ampliando a oferta global.
Chegamos à época de finalizar as adubações. Conforme o programado no início do período das águas, as adubações de NPK são divididas em três ou quatro parcelamentos, iniciando no final de outubro e encerrando no final de março. Por isso é de grande importância a avaliação do estado nutricional da lavoura e a verificação de possíveis desequilíbrios nutricionais, visto que o tempo hábil para correções é curto.
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, admitiu ontem (06) que o governo pode lançar novos contratos de opções públicas para o café. O tamanho da "intervenção", reforçou, vai depender das oscilações de preços. "Se tivermos uma reação de preços, a intervenção será menor. Se a reação for menor, vamos estudar as ações que tenham consequências positivas para o setor", afirmou.
Atenção consumidores: temos que exigir a rotulação do café. Se o tal blend se tornou uma realidade, nada contra. Apenas precisamos rotular o café e identificar ao consumidor as porcentagens dos dois cafés que temos nas embalagens de café. No Paraná já há uma lei que obriga as indústrias a identificar as porcentagens dos cafés Arábicas e Conilon nos rótulos das embalagens.
O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Gilson Ximenes, comemorou na última sexta-feira a aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre as mudanças para o crédito rural para o produtor, incluindo o de café, porém alertou que o governo ainda está ignorando a falta de estoques reguladores de café e as consequências sérias que isso poderá trazer para o mercado.
O endividamento, a baixa renda e a falta de investimentos na cafeicultura mineira foram destacados por produtores rurais e representantes do setor na audiência pública realizada pela Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), na manhã desta segunda-feira (13).
O ministro da agricultura, Reinhold Stephanes, anunciou ontem a inclusão do café pela segunda vez no Programa de Garantia de Preços Mínimos. Conforme informou o ministro, serão realizados quatro leilões de opção para a compra de até 3 milhões de sacas entre os meses de novembro e março, com o preço variando de R$ 303 a R$ 320 por saca entre os primeiros e últimos contratos ofertados.
Segundo o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silas Brasileiro, o movimento S.O.S. Cafeicultura teve a participação de políticos eminentes, mas faltou a presença da base governista. "O governo entende perfeitamente que a palavra é renda e que sem ela não adianta discutir outros fundamentos, mas esta renda tem que ser discutida dentro do CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café), envolvendo toda a cadeia do café. O trabalho isolado será exaustivo e sem o governo ele será em vão", declarou.
Para o sócio do tradicional Escritório Carvalhaes, de análises, corretagem e serviços no comércio e exportação de café, o país reúne clima, história, conhecimento, pesquisa e técnica, mas corre riscos se não investir em pesquisa, visão estratégica e legislação clara
Alysson Fagundes comentou que florada apresentou baixo desempenho nas lavouras não irrigadas e bom resultado nas propriedades que possuem sistema de irrigação
Luiz Carlos Bastianello afirmou que, neste ano, a cooperativa sentiu um declínio na produção de café em relação ao ano passado
Vice-presidente da Cooxupé comenta que cafeicultores perderam a referência de produtividade nos últimos anos, com safras afetadas por adversidades climáticas
Agricultura regenerativa e futuro da cafeicultura brasileira são temas debatidos ao longo dos últimos meses, destacados nesta entrevista exclusiva
Aumento ocorre por uma série de fatores, como a queda da produtividade, devido às condições climáticas adversas, e a maior demanda do mercado externo
Marcelo Fraga Moreira se mostra apreensivo com o aumento dos preços do café e possível queda no consumo
Marcelo Fraga analisa a última semana que encerrou com alta para os preços do café arábica, mas ressalta a importância com os cuidados na hora da negociação dos grãos
Sabemos que equipes motivadas são mais felizes, mais comprometidas e mais realizadas. São equipes que fazem mais, que realizam mais e que se entregam mais do que outras equipes. Em uma economia globalizada, a concorrência é cada vez mais agressiva e nossa empresa estará na frente das concorrentes se tivermos uma equipe de trabalho mais preparada e mais motivada.
Síntese:<br>A partir de agora virá uma condição de tempo seco e bastante quente. Se tivermos chuvas, elas serão muito isoladas e concentrando-se no período da tarde. Dias com possíveis chuvas (acumulado de 2mm a cada dia): entre 11 e 14 e nos dias 23 e 25 de outubro.
O cafeicultor Gilson Ximenes, presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), disse em palestra no 9º Agrocafé que "o setor ainda está na idade da pedra. Se tiver duas cooperativas exportando em todo país é muito". "Em minha opinião, deveríamos mover uma ação contra o governo federal, que colocou os estoques à venda por US$ 30,00 a saca, zerando os estoques", diz indignado. "O café é um negócio essencialmente dolarizado. Com essa mal fadada política cambial, vamos buscar renda onde? Se não tivermos uma política bem feita para conseguirmos subsídios, correremos até o risco de ter que parar de produzir café".<br>
Presidente do Centro de Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG), Archimedes Coli Neto, acredita que mercado pode reagir em caso de problemas climáticos
Marcelo Fraga Moreira analisa o mercado cafeeiro na primeira semana de dezembro