Mercado de café se mantém sustentado por ausência de vendas e posição do dólar
A semana de 30 de maio a 3 de junho encerra com valorização do mercado futuro do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US)
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A semana de 30 de maio a 3 de junho encerra com valorização do mercado futuro do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US)
Segundo analistas ouvidos pela agência Bloomberg, o mercado tem sido sustentado pelas especulações em relação ao aperto na oferta.
O aumento da produção de café foi sustentado nos últimos quatro anos, um período em que cresceu em 83%, segundo a Federação Nacional de Cafeicultores.
A Java House foi comprada pelo Abraaj Group por um valor não divulgado.
O setor se encontra em processo de recuperação desde o ano passado, após ser afetado pela doença da ferrugem amarela.
"As vendas de café no Chile nos últimos três anos se duplicaram", aponta o dono de uma rede de cafeterias.
Conheça os princípios seguidos por diversas organizações: o primeiro deles, criar oportunidades para agricultores economicamente desfavorecidos. Por Ulisses Ferreira, especialista em cafeicultura sustentável e consultor de associações e certificações agrícolas.
A melhora da economia e os estudos que ratificam os benefícios do café tem incidido de forma direta no mercado da Colômbia, afirma programa Toma Café.
Com a forte crise econômica e política, inflação se aproximando dos 8% ao ano, alta do dólar e, portanto, custos de produção em alta, produtores consideram mais prudente ficar com o café.
A tendência tem se sustentado desde o final do século passado e muito mais marcada nos países do sudeste da Ásia, América do Sul e Ásia.
Empresa, que opera a marca e a cadeia de lojas, acumula oito trimestres de crescimento em seu lucro líquido.
Trading divulgou nova estimativa para safra 2014/2015, esperando maior safra de conilon.
Bolsas oscilam, mas terminam no campo positivo.
As exportações de café de Honduras fechariam o ciclo atual em cerca de 5 milhões de sacas de 60 quilos, um dado ligeiramente maior ao previsto, devido ao maior rendimento da colheita pelos altos preços internacionais, disse o gerente do Instituto Hondurenho de Café (Ihcafé), Hugo Molina.
A produção de café do Peru, terceiro maior produtor da América do Sul, deve cair 15% nesse ano frente ao volume recorde registrado no ano anterior devido às intensas chuvas no país e em meio à escassez de mão de obra, disse a Junta Nacional de Café (JNC). O presidente da JNC estimou para esse ano uma produção de 4,75 milhões de sacas de 60 quilos de café frente às 5,44 milhões de sacas do ano passado.
As cotações do café arábica oscilaram bastante na última quinzena de outubro. O período acumulou ganhos tanto nos mercados futuros como no físico. Más condições climáticas nos principais países produtores têm sustentado as cotações em patamares elevados. Com isso, indicador do arábica acumulou R$ 28,59/sc de alta na última quinzena do mês, enquanto o indicador do conilon registrou R$ 9,72/sc de alta.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (29) com forte alta nos mercados futuros e físico. O café arábica atingiu o maior preço em cinco semanas, sustentado por compras de especuladores. O café arábica atingiu o maior preço em cinco semanas, sustentado por compras de especuladores. O mercado interno acompanhou o movimento e o indicador Cepea/Esalq para o arábica foi cotado a R$ 312,14, com valorização de 2,08%.
O mercado permaneceu firme nesta quinta-feira (18), sustentado pela redução de oferta de cafés de qualidade que segue até a colheita da safra brasileira em dois meses. Em Nova York, os contratos do café arábica com vencimento em maio/10, apresentaram alta de 195 pontos, fechando a 135,55 centavos de dólar por libra-peso. A BM&FBovespa acompanhou Nova York e encerrou o pregão em alta. Percebe-se que as valorizações desta quinta-feira (18) ocorreram mesmo diante da alta do dólar e queda de outras commodities, como o petróleo.
Maior produtor de café e segundo consumidor - atrás apenas dos Estados Unidos - o Brasil é o foco da UTZ Certified, um dos principais programas de sustentabilidade no segmento de commodities, num projeto para ampliar o plantio sustentado.
As cotações do café voltaram a subir na última sexta-feira na bolsa de Nova York, novamente impulsionadas pela expectativa de que a safra brasileira seja menor do que a esperada. Os contratos com vencimento em dezembro encerraram a semana cotados a US$ 2,7920 por libra-peso, alta de 370 pontos em relação à véspera. Segundo analistas consultados pela agência Dow Jones Newswires, o mercado deverá seguir sustentado até as primeiras previsões oficiais para a produção do Brasil na safra 2012/12. Na semana passada, apenas na segunda-feira houve queda. A maior alta foi justamente a de sexta-feira. No mercado brasileiro, a saca de 60,5 quilos do café de boa qualidade saiu entre R$ 500 e R$ 510, segundo o Escritório Carvalhaes, de Santos.
Cotações registram mais um dia de valorização nos mercado futuros e físico nesta terça-feira (03). Preocupação com suprimento da demanda mundial por café tem sustentado a alta. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 555,19, com forte valorização de R$ 5,05 segundo o indicador Cepea/Esalq. Negócios seguem lento, com pouco café a ser ofertado. A colheita já se inicia em alguams regiões.
As flutuações do câmbio estão pesando mais para muitos produtores de café do que os preços internacionais elevados, de acordo com o presidente da Organização Internacional de Café (OIC), José Sette. Embora os futuros de arábica estejam oscilando perto das máximas em 13 anos em Nova York, acima de 210 cents/lb, Sette disse que a queda do dólar frente a uma cesta de moedas significa que os produtores estão vendo retornos mais baixos.
A colheita de café arábica da safra 2010/11 está praticamente se encerrando. Segundo Safras & Mercado, a colheita está em 91% do total a ser produzido, até 25 de agosto. Mesmo assim, a oferta de cafés de qualidade, por parte do Brasil e Colômbia, continua restrita. Fator que tem sustentado as cotações do café arábica, junto com notícias de que a estiagem pode afetar a produção brasileira no próximo ano.
Tradicionalmente no mês de agosto, a ABAG - Associação Brasileira de Agribusiness - promove o Congresso Brasileiro de Agribusiness (CBA), uma iniciativa que pretende debater temas fundamentais para o desenvolvimento sustentado do agronegócio brasileiro e discutir as transformações estruturais ocorridas em toda a cadeia produtiva de um setor que responde por 26,6% do Produto Interno Bruto e 46% das exportações.