CNC atua para que novo AIC seja aprovado na Organização Internacional do Café
Proposta de texto sugerida para novo Acordo Internacional do Café (AIC) será votada na sessão ordinária da organização em outubro de 2022
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Proposta de texto sugerida para novo Acordo Internacional do Café (AIC) será votada na sessão ordinária da organização em outubro de 2022
A criação do Fundo Estadual do Café (Fecafé) foi uma das proposições analisadas nesta terça-feira (17) pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas e Gerais. De autoria do governador, o Projeto de Lei (PL) 2.781/12 institui o fundo, que terá a duração de 20 anos e tem como objetivo dar suporte financeiro a planos, programas, projetos e ações relacionadas à cadeia produtiva do café no Estado.
Foi sugerida a criação do Fórum Permanente de Defesa da Agropecuária Sustentável, como canal de comunicação e de articulação de todo o agronegócio brasileiro
Para entrar em vigor, as emendas propostas à MP 445 dependem da sanção do Presidente Lula. No que se refere ao café, foi sugerida, entre outras coisas, a prorrogação do prazo à renegociação das dívidas dos cafeicultores (Funcafé - Dação em Pagamento) para até 30 de junho.
A colaboradora do CaféPoint Sylvia Saes, professora do Departamento de Administração da USP e pesquisadora do PENSA, apontou a "captura de valor" como principal desafio da cafeicultura brasileira, em comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=61500&actA=7&areaID=26&secaoID=47">3D da cafeicultura: confira os principais desafios". Acesse e leia a carta na íntegra.
O ministro do Meio Ambiente Carlos Minc irá apresentar na próxima terça-feira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a proposta de redução de emissões brasileiras para ser levada à Conferência do Clima de Copenhague, em dezembro. Se aprovada conforme a arquitetura feita no MMA, o Brasil pode ser o primeiro país em desenvolvimento a ter uma proposta de realmente cortar emissões em 2020 e não apenas reduzir sua curva de crescimento das emissões.
Descobridor de novas espécies, Aaron Davis ajuda comunidades a desenvolverem cultivos de cafés selvagens resilientes ao clima e assegura que muitas delas podem estar no mercado de valor
Com a retomada do debate sobre dolarização na América Latina, o impacto na agricultura - especialmente na cafeicultura - acende um alerta
Intuito da reunião foi sinalizar os impactos econômicos e sociais que os entraves logísticos têm causado ao país e buscar soluções
Comitê Diretor de Planejamento Estratégico do Agronegócio Café (CDPE/Café) aprovou mesmos valores de 2014 para as demais linhas de financiamento do Funcafé.
O projeto "Café na Merenda, Saúde na Escola", coordenado pela Associação Brasileira de Indústrias de Café - Abic, uma das instituições privadas integrantes do Conselho Deliberativo da Política do Café - CDPC do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa, buscou se valer de resultados de pesquisas para comprovar os benefícios da inclusão do café no lanche de crianças em Minas Gerais.
Até pouco mais de dois anos certificação FairTrade não era para o consumidor brasileiro. Por Ulisses Ferreira, especialista em cafeicultura sustentável e consultor de associações e certificações agrícolas.
O combate às pragas se intensificou na região do Sudoeste Mineiro após a proibição do agrotóxico Endolsufan. Para amenizar o problema, o Ministério da Agricultura decretou estado de emergência fitossanitária em Minas Gerais. A medida, publicada no Diário Oficial da União é relativa ao risco iminente de surto pela infestação da praga Hypothenemus hampei, a broca do café.
Lideranças entre deputados, secretários de Estado, prefeitos, vereadores, presidentes de cooperativas de cafeicultores, representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), do Conselho Nacional do Café (CNC) e da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG) estiveram reunidos com o governador Anastasia nesta semana para expor a angústia que cafeicultores vêm passando em função da enorme crise que atinge o setor.
A Colômbia está buscando colocar um fim na atual crise do setor cafeeiro, que é a pior em cerca de 40 anos, em um processo que vem sendo feito há sete meses através de 13 frentes econômicas e sociais. Essas passam pela avaliação do mercado mundial de café, as perspectivas dos cafés diferenciados, produtividade, rentabilidade e custos de produção, estabilização de preços, formalização de mão de obra, inovação no cultivo, mudança climática, cultivo de café robusta, taxa de câmbio, instituições cafeeiras.
O forte declínio das cotações do café arábica que se iniciou entre setembro e outubro de 2011, alcançando a mais intensa depreciação em junho de 2012, quando as cotações se aproximaram dos R$365,00/sc. para cafés finos, deixou todos que de alguma forma participam desse mercado completamente atônitos. Creditar, exclusivamente, à crise financeira a baixa nas cotações não parece posicionamento acertado, tendo em conta que os reflexos sobre o consumo da bebida não foram na mesma intensidade com que atingiram outros itens de consumo. Ademais, não se percebe qualquer notícia de recomposição de estoques mesmo tendo em conta a safra de alta brasileira e a formidável safra vietnamita.
As operações de transferência de café do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) dos armazéns da Conab para o interior do estado de São Paulo não precisam mais recolher ICMS. A norma vem sendo cumprida desde o dia 13 de abril, quando o Decreto nº 56.927, publicado no Diário Oficial do estado, alterou o regulamento que trata do Recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte (RICMS).
Representantes dos produtores de café estavam vestidos com camisetas pretas com o símbolo do movimento SOS Cafeicultura e enfeitados com "narizes vermelhos de palhaço". Eles disseram que só irão sair de Brasília com uma solução para a crise. Apesar de terem a promessa de um encontro com Stephanes, o grupo de produtores não teve a garantia de uma audiência pedida com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
A primeira emenda vem em decorrência da necessidade de se reduzir os encargos da dívida para que os produtores retornem à condição de normalidade, enquanto a outra surge da necessidade de concessão de um prazo de carência não inferior a 12 meses para que os produtores reordenem seus fluxos de caixa e reprogramem suas receitas futuras.
Livro aborda os principais aspectos da cafeicultura irrigada, da escolha da área à qualidade do café irrigado. Entre os temas abordados, destacam-se as exigências de clima e solo; métodos e sistemas de irrigação; aspectos da água e quantificação para a irrigação do cafeeiro; implantação, condução e colheita da lavoura irrigada; preparo do café; armazenagem, benefício, classificação e qualidade do café. O acompanhamento dos custos da irrigação do cafeeiro também é amplamente apresentado.
Exportadores, cooperativas e indústrias no Brasil têm discutido quais regras deveriam ser mantidas do Pepro do ano passado e quais teriam que ser mudadas, mas as partes estão divergindo sobre diversos itens. O Pepro é um programa do governo que garante um preço mínimo ao produtor quando as cotações do café estão abaixo dos custos. Para este ano, o governo deverá liberar R$ 300 milhões para o programa.
Seria muito interessante criar um cadastro que permitisse o escalonamento das taxas praticadas em consonância com o histórico de adimplência do cafeicultor. Dados sobre a inadimplência dos financiamentos obtidos junto ao FUNCAFE sugerem que os pequenos cafeicultores saldaram seus compromissos. Todavia, o percentual de inadimplência entre aqueles que tomaram grandes financiamentos (de R$100 mil a R$500 mil ou acima de R$500 mil), supera os 30% do total de ambas as carteiras.
O Instituto Agronômico de Campinas (IAC), uma das instituições fundadoras do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (CBP&D/Café), administrado pela Embrapa Café, completou, na sexta-feira (27), 121 anos de fundação. Como reconhecimento ao mérito científico, ao desempenho institucional e aos profissionais e instituições de destaque na agricultura paulista e nacional, o Instituto outorgou o Prêmio IAC 2008, que nesta edição trouxe entre os homenageados três representantes do agronegócio café.
Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) incentiva o uso de mecanismos de gerenciamento de risco, como contratos de opção, e defende capacitação do produtor para trabalhar com ferramentas de comercialização, custos de produção e mercado futuro.