Sudoeste de Minas lança Marca Território e destaca características únicas da região
Evento de lançamento aconteceu em Guaxupé (MG) e foi realizado pela Associação dos Cafeicultores do Sudoeste de Minas e Sebrae Minas
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Evento de lançamento aconteceu em Guaxupé (MG) e foi realizado pela Associação dos Cafeicultores do Sudoeste de Minas e Sebrae Minas
Iniciativa envolve 21 municípios em uma estratégia para fortalecer a identidade territorial, gerar valor para o café e estimular o desenvolvimento da região
Reconhecimento foi publicado pelo INPI no dia 25 de julho, na modalidade Indicação de Procedência (IP)
Evento gratuito acontece no Instituto Federal - Campus Muzambinho e conta com palestras com assuntos como agricultura regenerativa e pós-colheita no café
De acordo com representantes de cafeicultores da região, fenômeno climático resultará em perdas para a safra do próximo ano
Uma comissão formada por produtores de café do Sul e Sudoeste de Minas realizou uma nova visita em Brasília para solicitar medidas mais impactantes para o setor, pois o mercado vem sofrendo com os baixos preços. Diante da crise, os produtores se uniram para conseguir pelo menos duas safras de carência e 10 anos para pagar as dívidas. O governo federal confirmou que irá lançar mais 9 medidas para o setor nos próximos dias.
O combate às pragas se intensificou na região do Sudoeste Mineiro após a proibição do agrotóxico Endolsufan. Para amenizar o problema, o Ministério da Agricultura decretou estado de emergência fitossanitária em Minas Gerais. A medida, publicada no Diário Oficial da União é relativa ao risco iminente de surto pela infestação da praga Hypothenemus hampei, a broca do café.
Agropecuária situada no município de Itamogi, sudoeste de Minas Gerais, relata seus esforços na produção de café de alta qualidade em sua fazenda Jaboticabal, para fins de exportação e, como lançamento, para o consumo no mercado interno.
Gráficos de precipitação gerados para os municípios de Guaçuí, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto e Ibitirama, no sudoeste do Espírito Santo, são praticamente idênticos e indicam eventos de chuva no período da colheita do café.
Artigo escrito por Fernando Barbosa, cafeicultor e presidente da Associação dos Cafeicultores do Sudoeste de Minas
Associação dos Cafeicultores do Planalto de Vitória da Conquista (Ascplan), entregou ao Ministério da Agricultura o trabalho final de Indicação Geográfica, com Denominação de Origem (DO), para os cafés da região.
"Chuvas também são observadas e esperadas nos estados do Paraná, São Paulo e sobre a região sul e sudoeste de Minas Gerais", pontua agrometeorologista.
Ações da BSCA promoverão grãos de associados e pequenos produtores apoiados pelo Sebrae de durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos
Entenda como as recentes frentes frias e chuvas estão influenciando no aumento vegetativo inesperado do cafeeiro. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro e Domingos Queiroz.
Você utiliza os termos "Face Noruega", que define as faces frias e sombreadas, e "Face Soalheira", definindo as faces quentes e ensolaradas das montanhas? Entenda cada um no artigo de Williams P. M. Ferreira; Marcelo de F. Ribeiro; Elpídio I. F. Filho; Cecília de Fátima Souza.
Em abril, no estado de MG, as chuvas poderão ocorrer acima da média para a porção oeste do Triângulo Mineiro, na porção sul/sudeste de Matas de Minas e Sul de Minas. Por Williams Ferreira e Marcelo Ribeiro, pesquisadores da Epamig.
Apesar de afetar a produção em algumas áreas, as condições climáticas estão sendo vantajosas em outros locais.
Maior atenção deve ser dada aos tratos culturais, pois o aparecimento de fungos é favorecido diante das atuais condições climáticas. Por Williams Ferreira, pesquisador da Embrapa/Epamig na área de Agrometeorologia e Climatologia e Marcelo Ribeiro, pesquisador da Epamig na área de Fitotecnia.
As boas florações e as águas em março e abril apoiaram o desenvolvimento dos grãos.
Queda ocorre devido à seca em importantes regiões produtoras, como Karnataka e Tamil Nadu, informou o USDA.
O consumo de café está crescendo rapidamente na China, embora o chá ainda seja mais popular.
Em decorrência da seca, números podem ser 5% menores do que projetado pela indústria.
A produção se retrairá com relação aos recordes que alcançou em 2016/2017, mas permanecerá alta, impulsionada por uma subida dos produtores a altitudes maiores.
Pesquisador da UESB realiza o projeto em parceria com Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia.