Exportações do agronegócio totalizam US$ 9,11 bilhões em julho
Café tem queda em quantidade - variação negativa de 9,4% - e na cotação média das exportações, representando decréscimo de 12,7%.
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Café tem queda em quantidade - variação negativa de 9,4% - e na cotação média das exportações, representando decréscimo de 12,7%.
O grão apresentou decréscimo de 6,7% no estado. No balanço geral, as exportações no agronegócio paulista cresceram 12,8% em 2016, aponta IEA
Alemanha, EUA, Itália, Bélgica e Japão são os principais importadores do produto brasileiro, aponta Mapa.
Valor chegou a U$ 1,7 bilhão nos três primeiros meses deste ano. Volume também cresceu, ficando 4,86% maior do que no mesmo período em 2014.
Enquanto agronegócio como um todo teve queda de 1,1%, café seguiu com alta nos embarques.
Principal produto da pauta de exportações do agronegócio mineiro, o café que alcançou US$ 1 bilhão no primeiro trimestre do ano.
O produto representou 10,4% de todas as exportações brasileiras.
Complexo soja, carnes, produtos florestais, complexo sucroalcooleiro e café foram os cinco maiores setores exportadores do agronegócio
Dados representam crescimento de 4,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. As importações reduziram 6,5% no ano e somaram US$ 16,52 bilhões no período, resultando em um saldo positivo recorde de US$ 83,07 bilhões. "Nossa produção nos campos, seja devido às pesquisas ou ao alinhamento entre governo e iniciativa privada, há tempos se tornou exemplo de competitividade e eficiência. Quando o assunto é exportação, há anos a balança comercial agropecuária sustenta o saldo positivo do Brasil", afirmou o ministro da Agricultura, Antônio Andrade.
A venda do produto para o exterior movimentou quase U$ 6 bilhões entre janeiro e novembro
Exportação aumentou em mais de 20% em receita e 15,65% em volume nos dez primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período em 2013
A informação faz parte dos dados consolidados no Informe Estatístico do Café em 2012, realizado pelo Ministério da Agricultura. Café é sexto item da pauta das exportações do agronegócio nacional.
Artigo apresenta um panorama sobre a mecanização no agronegócio brasileiro, envolvendo a situação atual, os benefícios esperados e as condições necessárias para a expansão dessa tecnologia. Por Antonio Carlos Lima Nogueira
O superávit da balança comercial do agronegócio brasileiro atingiu US$ 15,09 bilhões no primeiro trimestre deste ano. No período, as exportações somaram US$ 19,41 bilhões e as importações US$ 4,32 bilhões. As vendas externas apresentaram variação positiva de 8,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto as aquisições cresceram 9%.
As exportações do agronegócio, no último mês, registraram recorde para os meses de março da série histórica da balança comercial: US$ 6,011 bilhões. Esse valor é 25,5% superior ao do mesmo período de 2009 e foi puxado pelo incremento dos embarques de produtos florestais (62,1%), complexo soja (18,3%), complexo sucroalcooleiro (48%), carnes (24,8%), café (26,2%) e couros e seus produtos (59,6%).
As exportações do agronegócio brasileiro atingiram a cifra recorde de US$ 90,3 bilhões nos últimos 12 meses (outubro/2010 a setembro/2011). O valor representa uma expansão de 24,8% em relação aos US$ 72,3 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. As importações cresceram 33,6% e alcançaram o montante de US$ 16,6 bilhões no intervalo. A diferença resultou num superávit da balança comercial do setor de US$ 73,6 bilhões.
Em janeiro deste ano, o ministro Wagner Rossi apresentou as previsões para as exportações do agronegócio brasileiro que poderiam chegar a US$ 85 bilhões até o fim de 2011, O Ministério da Agricultura previa que, com a média de crescimento de 14% ao ano na última década, seria razoável que houvesse um crescimento em torno ou acima de 10%. Em relação à crise financeira mundial, o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, acredita que não haverá grande impacto nas exportações brasileiras. "A experiência de 2009 mostra que o impacto pode ser maior nos preços e não nas quantidades demandadas", explica.
A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou superávit de US$ 34,7 bilhões no primeiro semestre, crescimento de 20,5% ante o mesmo período de 2010, quando o total foi de US$ 28,8 bilhões, informa o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As exportações totalizaram US$ 43,1 bilhões, aumento de 23,4% no período, e as importações cresceram 36,8%, para US$ 8,3 bilhões.
A Louis Dreyfus Commodities, multinacional de origem francesa com forte presença no agronegócio brasileiro, acaba de fechar a aquisição da Macrofértil, produtora e distribuidora de fertilizantes com sede em Ponta Grossa, na porção sudeste no Paraná.
O agronegócio vem consolidando o recorde de exportações em 2010, superando o maior patamar da história (US$ 71,8 bilhões) atingido há dois anos. Na análise do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os embarques do setor nos últimos 12 meses, entre novembro de 2009 e outubro deste ano, já somam US$ 73,88 bilhões. A dois meses do final do ano, a previsão é de que o total exportado em 2010 ultrapasse US$ 74 bilhões, embaladas pelos preços em alta de alguns dos produtos mais vendidos pelo país no mercado internacional. A previsão é de Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura.
As exportações do agronegócio entre outubro de 2009 e setembro de 2010 somaram US$ 72,3 bilhões. O valor é recorde na série histórica do período e já supera em US$ 550 milhões o maior resultado já obtido com a exportação de produtos agropecuários, em 2008, quando os embarques totalizaram US$ 71,8 bilhões. Passada a crise financeira mundial e a partir da retomada dos preços das commodities agrícolas, a previsão é que o recorde anual seja superado.
O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, virá a São Paulo, na semana que vem, para discutir a Rodada Doha de comércio com autoridades brasileiras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou nesta quinta-feira (8/04), o fim dos subsídios agrícolas dos países ricos e disse se opor à postura de países que pregam o livre comércio, mas praticam o protecionismo.
A Bunge está terminado seu trabalho de reestruturação administrativa nas operações brasileiras que vem chamando mais atenção do mercado após a a contratação de executivos como Gilberto Tomazoni (ex-Sadia) e Paulo Diniz (ex-Cosan). Com as mudanças em curso, a holding Bunge Brasil, hoje pouco mais do que uma consolidadora contábil dos resultados das divisões Bunge Alimentos e Bunge Fertilizantes, será revigorada e passará a ter funções executivas. A holding deve ser presidida por Pedro Parente que deverá assumir o cargo já nos próximos dias.
O ano de 2010 será marcado pela recuperação dos resultados da agropecuária brasileira, tanto em volumes produzidos e comercializados como em faturamento e crescimento da receita. A estimativa é da presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, que divulgou, nesta terça-feira (08), o balanço de 2009 e as perspectivas para 2010 do agronegócio brasileiro. A CNA avalia que, no próximo ano, o PIB rural voltará aos patamares de 2007.