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22 resultados para "sucessor"

31/03/2010

MAPA: Wagner Rossi será o sucessor de Stephanes

O paulista Wagner Rossi será empossado, nesta quarta-feira (31), ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Rossi substitui Reinhold Stephanes, que ficou à frente do ministério durante três anos e retorna à Câmara dos Deputados para cumprir o mandato de deputado federal. Graduado em direito e administração de empresas, com especialização em economia e educação, Rossi, de 67 anos, presidia, desde 2007, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), empresa vinculada ao Ministério da Agricultura.

14/04/2011

Graziano apresenta sua plataforma na disputa pela FAO

O candidato brasileiro ao comando da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, disse ontem (13) que a erradicação da fome é uma meta compatível com o desenvolvimento econômico, ao apresentar seu programa de trabalho para delegados da organização. Os 191 países membros da FAO elegerão entre seis candidatos, em votação secreta, o sucessor do senegalês Jacques Diouf. A eleição será nas sessões de 25 de junho a 2 de julho, da 37ª conferência da FAO, em Roma.

Como conquistar o futuro?Reflexões sobre a Sucessão Familiar
07/04/2014

Como conquistar o futuro?Reflexões sobre a Sucessão Familiar

Com o recente avanço da computação quântica o mundo entrou num novo patamar de tecnologia. Ao longo da próxima década assistiremos aos efeitos sistêmicos da interação dos principais impulsionadores da vida moderna que são: inteligência artificial, nanotecnologia, biotecnologia. Trabalharemos com novos defensivos, drogas e variedades genéticas. É a combinação dessas megatendências que, juntamente com as incertezas dos impactos do crescimento populacional e das mudanças climáticas, formarão o quadro de referência para o planejamento e a gestão na empresa rural.

14/10/2010

OIC: relatório sobre o mercado cafeeiro - setembro 2010

Convém observar que o comportamento dos fatores subjacentes à atual firmeza dos preços do café determinará a persistência ou não dessa firmeza, apesar da possibilidade de correções no mercado. Os principais determinantes são problemas climáticos; custos de produção mais altos, que podem limitar as possibilidades de aumento de produção em alguns países; e o consumo mundial. A combinação desses três fatores deve manter os preços relativamente altos no curto e médio prazos. Além disso, o esvaziamento dos estoques nos países produtores significa que, se houver deslocamentos significativos da oferta em virtude de problemas climáticos nos países produtores, o mercado ficará sujeito a choques de preços de grande intensidade.

09/06/2010

Relatório flexibiliza regras do Código Florestal

Dedicado aos "agricultores brasileiros", o projeto com mudanças no Código Florestal apresentado ontem em comissão especial da Câmara dos Deputados reduz de 30 para 7,5 metros a área mínima de preservação ambiental às margens dos rios. A medida integra um pacote de flexibilização das atuais regras de proteção do ambiente, estabelecidas desde os anos 60. Elas vêm sendo descumpridas pela maioria dos 5,2 milhões de produtores rurais do país. Caso a proposta do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) vire lei, caberá aos Estados definir quais áreas desmatadas devem ser recuperadas, inclusive com espécies exóticas.

23/01/2008

Costa Rica: bom nível tecnológico na produção de cafés

A cafeicultura na Costa Rica possui um bom nível tecnológico, no manejo das lavouras e na produção de qualidade superior de cafés. Dentre os destaques, estão o plantio adensado, as podas bem definidas, a evolução nas variedades, a conservação de solo, as práticas de arborização e manutenção ecológica das regiões cafeeiras. Muitas práticas, atualmente usadas no manejo de cafezais na Costa Rica, podem ser adaptadas às regiões cafeeiras montanhosas no Brasil e vice-versa. As práticas que podem ser indicadas para adaptação são: a arborização, as podas (visando facilitar a colheita), a conservação dos solos e o preparo do café por via úmida.

07/12/2007

As paralelas do café

Por vias distintas e após mais de 60 anos de divórcio, o hábito de consumir café e o tráfego pelas ferrovias, presenciam um movimento de reglamurização. A febre que tomou conta dos países europeus, assim que a bebida foi introduzida em meados do século XVIII, retorna agora com ares de requinte e perfeição, implementada por estabelecimentos preocupados com a qualidade e esmero do serviço, conquistando por meio dessa postura, crescente aceitação e preferência dos consumidores, especialmente naqueles cujo carro chefe é o café expresso.