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30 resultados para "subam"

23/02/2011

Café: cotações não param de subir mas faltam negócios

Após começar a semana com feriado em Nova York, o mercado de café se mantém firme e registra novas altas nesta terça-feira (22) tanto nos mercado futuros como no físico. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve valorização de 135 pontos, fechando a 274,35 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 519,36, com valorização de R$ 6,37, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação acumula alta de R$ 58,45/saca.

16/08/2010

Preços do arábica encerram a semana acumulando altas

Os preços do café arábica encerraram essa sexta-feira (13) praticamente estáveis nos mercados futuros e físico, porém com altas no acumulado da semana. Em Nova York, setembro/10 registrou valorização de 3,30% na semana. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 317,98, com valorização semanal de 2,09%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A valorização se deve principalmente ao baixo volume de cafés nos estoques mundiais, além da falta de cafés de qualidade para o momento.

Preços do café gourmet podem subir
17/12/2013

Preços do café gourmet podem subir

Alguns investidores veem a convergência como um sinal para apostar numa reviravolta no mercado do café arábica, que movimenta US$ 6,3 bilhões por ano. O motivo é que, se os preços do arábica e robusta estiverem quase idênticos, as torrefadoras provavelmente vão incluir mais grãos do arábica em suas misturas. Quando os preços de referência chegam a uma diferença de US$ 0,30 a libra, isso significa que grãos arábica mais velhos, de menor qualidade, estão mais baratos do que o robusta nos mercados físicos, diz Ross Colbert, estrategista do Rabobank.

21/01/2011

Rabobank confirma bom cenário para o campo

Demandas firmes nos mercados internacional e doméstico e ofertas em geral ainda com restrições devem sustentar cotações e proporcionar boas margens operacionais para as principais cadeias produtivas do campo nacional em 2011. Esse horizonte, cujos contornos ganharam força no segundo semestre do ano passado, é confirmado pelo estudo "Perspectivas para o Agronegócio Brasileiro", concluído recentemente pelo departamento de Pesquisa e Análise Setorial do Rabobank Brasil. O trabalho contempla tendências para cana, açúcar e etanol, café, algodão, soja, milho, carne bovina, carne de frango, carne suína, leite e fertilizantes, e para todos eles a expectativa é de incremento do consumo, puxado por países emergentes, e preços firmes.

23/08/2010

Defensivos: indústria aumenta crédito para o campo

As indústrias de defensivos continuam aumentando sua participação no financiamento do agronegócio utilizando um sistema conhecido como "barter. "Esse é um modelo que todos ganham. O produtor porque sabe quanto vai pagar e foge do risco das oscilações de preço; a indústria, porque consegue reduzir seu grau de inadimplência; e a trading porque consegue concentrar em uma única compra a produção equivalente a vários produtores", afirma Gerhard Bohne, diretor de operações de negócios Brasil da Bayer CropScience.