A pátria de café e de chuteiras
Um patrocínio inusitado levou o café brasileiro ao escudo da Seleção em Copas do Mundo, transformando o futebol em vitrine para promover um dos maiores símbolos da economia nacional
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Um patrocínio inusitado levou o café brasileiro ao escudo da Seleção em Copas do Mundo, transformando o futebol em vitrine para promover um dos maiores símbolos da economia nacional
Nos últimos anos, produtores e outros agentes da cadeia do café têm sido bombardeados com todo tipo de convite. É preciso certificar, agir coletivamente, informar. Por Bruno Varella Miranda.
A Associação Brasileira da Indústria de Café divulgou na última sexta-feira (10/08) um levantamento intermediário que mostra que o consumo anual, até abril deste ano, encosta em 20 milhões de sacas. O levantamento considerou os doze meses compreendidos entre maio/2011 e abril/2012 e serve como indicador de tendências para o balanço total que é calculado no final de cada ano.
Gustavo Paiva escreve sobre o alerta global em relação às mudanças do mapa do café diante do clima em transformação
O país tem um dos maiores e mais vibrantes mercados de cafeterias focadas em qualidade do mundo. Mas o que está por trás dessa obsessão da nação do Leste Asiático, e quanto tempo os operadores podem sustentar esse crescimento estratosférico?
Nos últimos tempos, temos assistido a um desenfreado esforço de diversos governos para "preservar" símbolos da cultura regional. Muitas vezes, celebrações ou bens já esquecidos pela população ganham sobrevida, tornando-se pálidas representações do passado.
Marca traz ao mercado as novas embalagens da linha Nescafé Origens do Brasil, com tecnologia que revela o passo a passo do produto, da lavoura à xícara
A exposição abordará uma nova narrativa com o intuito de valorizar a agricultura e o seu mérito para o desenvolvimento da região
Tecnologias de produção sustentável transformam indígenas em produtores de Robustas Amazônicos especiais
Quando o assunto é agropecuária, um desafio incontornável é o estabelecimento de uma infraestrutura condizente com a importância do setor. Por Bruno Varella Miranda
De acordo com o estudo "Indicadores da Indústria de Café no Brasil - Desempenho da Produção e Consumo Interno - 2011", realizado pela área de Pesquisa e Informações da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café, o mercado interno de café continuou crescendo em 2011. A entidade registrou o consumo de 19,72 milhões de sacas, o que representou um acréscimo de 3,11%.
A notícia de que o governo de Moçambique deseja estimular a ida de agricultores brasileiros interessados em investir no país, chamou a atenção na última semana. Com isso, é impossível não nos questionarmos o porquê de os brasileiros terem sido os escolhidos para comandar a expansão agrícola em Moçambique.
Em nosso primeiro artigo do ano passado, abordamos a questão do uso do solo no Brasil, chamando a atenção para a falta de planejamento. Infelizmente, a pauta segue atual; pior, tememos que assim sigam as coisas pelos próximos anos. É triste ver a sucessão de erros, descaso e mortes que vem sacudido diversos pontos do território brasileiro. Pior é termos a sensação de que provavelmente levará muito tempo até que essa pauta perca a dramaticidade dos dias atuais.
Dentro de um contexto de posicionamento estratégico, basear-se em juízos de fato, torna-se alternativa essencial para a determinação do sucesso de ações de comunicação e marketing junto a cafés sustentáveis certificados. O fato é que, a sociedade molda crenças, valores e normas. Em conseqüência, as pessoas absorvem, quase que inconscientemente, a visão de mundo que define seu relacionamento consigo, com outras pessoas, com organizações, com a sociedade, com a natureza e com o universo. Atualmente no Brasil, existem alguns programas já em andamento, os quais propõem a valorização dos cafés diferenciados a partir de estratégias de mercado bem construídas.
Na quinta-feira (21), às 15h, a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) abre oficialmente o Festival do Café no Inverno 2007, que acontecerá em vários pontos de todo o Brasil graças a uma ação compartilhada entre indústrias e varejistas. Com a iniciativa, a ABIC incentiva as indústrias a promoverem ações diferenciadas no ponto-de-venda durante toda a temporada.
Neste artigo pretendeu-se, inicialmente, comparar as legislações de países como Brasil, Colômbia e Vietnã. Em função da dificuldade de acesso ao texto integral e oficial da legislação vietnamita, sua análise foi incluída no item tendências e expectativas de comércio do setor cafeeiro. No comércio internacional, o não cumprimento de uma norma, apesar de não inviabilizar a venda, poderá diminuir sua participação no mercado daquele produto.