Lavoura irrigada produz 50% mais que área de sequeiro, diz ACA
Cláudio Morales lembrou que a irrigação está entre as etapas que garantem a qualidade do grão.
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Cláudio Morales lembrou que a irrigação está entre as etapas que garantem a qualidade do grão.
Com o avanço agronômico, lavouras em segunda metade da fase de formação (18 a 30 meses após o plantio) exibem catações em quantidades que, por vezes, superam a média de lavouras em fase de produção. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, pesquisador do IEA e Eduardo Heron dos Santos, diretor técnico do Cecafé.
O polímero 'hidroretentor' de umidade proporciona efeitos positivos na cafeicultura desde a formação da muda até a implantação da lavoura. A pesquisa tem apoio do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.
Elas oferecem sombra e formam barreiras, que atuam contra a erosão e os ventos. Por José Braz Matiello e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. R. Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos das Fazendas Sertãozinho.
Por José Braz Matiello, Saulo R. Almeida e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e Reginaldo O. Silva- técnico agropecuário da ACA.
A cafeicultura irrigada no Brasil representa quase 300 mil hectares, pouco mais de 12% do parque cafeeiro. Porém, as áreas irrigadas são responsáveis por 30% da produção nacional de café, graças às grandes vantagens do cultivo irrigado comparado com o cultivo de sequeiro.
Os dados foram apresentados pelo Projeto Campo Futuro na última terça-feira (25).
Muitos técnicos e cafeicultores se preocupam mais com a quantidade e se descuidam da fonte e do modo de aplicação dos produtos. Por J.B. Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Encontro no Cerrado Mineiro reuniu entomologista e pesquisador da Epamig Café e outros consultores, reafirmando necessidade de monitoramento das lavouras
Para chegar a essa maior precocidade, tem se buscado melhoria nos sistemas de plantio, uso de novas variedades e mais. Por José Braz Matiello e Saulo R. Almeida - engenheiros agrônomos do Mapa e Fundação Procafé.
Um hectare de arábica irrigado por gotejo, produzindo acima de 50 sacas/hectare, permite uma lucratividade acima de R$ 12 mil/ha/ano, afirma especialista.
Polímero hidroretentor desenvolvido pela Ufla mantém a umidade do solo, potencializa o crescimento e otimiza sistemas de irrigação.
Diante das altas volatilidades dos últimos 60 dias, que correspondem a US$ 53,00 por saca, é necessário relembrarmos o que ocorria nos cenários do mercado de café antes da anomalia climática ocorrida no primeiro trimestre de 2014.
BRS Ouro Preto também é a primeira cultivar de café conilon do Brasil a receber o Certificado de Proteção, concedido pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares
Conilon BRS Ouro Preto será apresentada em programa de TV da Embrapa, com benefícios que esta variedade pode trazer para a cafeicultura na região amazônica
Infelizmente não é utopia, desde que não haja mais intempéries climáticas, projetar as perdas acumuladas no biênio de 2014 e 2015 em 16,56 milhões de sacas, exclusivamente nos cafés arábicas.
Dado a grave anomalia climática atual (Janeiro/Fevereiro/Março de 2014), que ocorre em quase a totalidade das regiões produtores de café arábica no Brasil, é necessário esclarecer tanto seus efeitos na próxima colheita, que se inicia em meados de abril, como também seus efeitos na safra 2015/16.
Durante reunião realizada na segunda-feira (21/01), na Secretaria de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri), estabeleceu-se uma parceria técnica para reativar a Câmara Setorial do Café em Rondônia. O encontro contou com o deputado Nilton Capixaba, o superintendente Federal de Agricultura de Agricultura, no Estado, José Valterlins e o secretário Evandro Padovani.
A cultivar de café Conilon BRS Ouro Preto (Coffea canephora Pierre ex Froehner) é a primeira desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa, sendo resultado de estudo conduzido pela Embrapa Rondônia (Porto Velho-RO), instituição participante do Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café (Brasília-DF).
Dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal de Lavras (Ufla) contribui para abandonar a idéia de que o cafeeiro não responde à aplicação de altas doses de fósforo (P) no solo em sua fase de produção, sobretudo, em solos de baixa fertilidade. As conclusões de Thiago Henrique Pereira Reis reafirmam a visão de uma nova corrente que busca repensar o sistema produtivo do cafeeiro, visando torná-lo mais eficiente, competitivo e sustentável.
A florada que determina primeiramente se a safra vai ser boa ou não. Em Indianópolis (MG), as flores aparecem na época certa por causa da irrigação. O café invadiu o cerrado mineiro graças ao investimento em irrigação que viabilizou a implantação dos cafezais. Na década de 70, a produtividade média no sequeiro ficava entre 15 e 17 sacas por hectare. Com o café irrigado, passou para 40 sacas. O custo é o que preocupa. A taxa de energia elétrica aumentou em seis vezes nos últimos 15 anos. A burocracia e lentidão nos processos de outorga do uso da água também são barreiras para os produtores.
Muitos produtores já aderiram ao plantio de café com sistema de irrigação, motivados pelos resultados satisfatórios obtidos com a prática, e para evitar maiores prejuízos causados pela estiagem. A procura de informações técnicas, principalmente no que se relaciona à incidência da irrigação nos custos de produção, realmente tem surpreendido os especialistas.
Os cafeicultores do cerrado baiano acompanham a tendência nacional e mundial de retração econômica que deverá se refletir diretamente na produção e produtividade da próxima safra <br>no Estado. A estimativa da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé) é que, este ano, a produção estadual não deve passar de 2 milhões de sacas, dentre outros fatores, pela aplicação reduzida de fertilizantes, que tiveram aumento superior a 100% de uma safra para outra.
Os preços remuneradores do café devem estimular o investimento em irrigação nos próximos dez anos. O potencial é "enorme", diz André Luís Teixeira Fernandes, da Universidade de Uberaba (Uniube/Fazu), também coordenador do Núcleo de Cafeicultura Irrigada do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café/Embrapa Café, lembrando que hoje apenas 10% da área cultivada é irrigada.