Bom senso ao utilizar defensores agrícolas
Coriolano Xavier expõe sobre o uso de defensivos ao longo dos anos
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Coriolano Xavier expõe sobre o uso de defensivos ao longo dos anos
Felizmente um juiz negou a suspensão do registro e da venda de ingredientes que compõem agroquímicos. Há dias, neste mesmo espaço, comentei sobre como as sociedades europeias e americana admiram e valorizam seus produtores rurais, subvencionando-os fortemente mesmo em situações de crise. No Brasil, as relações campo-cidade são, com frequência, marcadas por suspeitas e [...]
"Gostaria de sugerir algumas medidas que em seguida se houver interesse será disponibilizada para técnicos capazes de transformar essas minhas opiniões e estes saberão colocar de uma maneira possível e evitar distorções." Confira comentário em destaque do leitor Wilson Oslis Sanches Lucas.
A equipe CaféPoint selecionou as dez matérias mais acessadas pelos leitores no mês de março de 2013, entre notícias de mercado e artigos assinados por profissionais do setor. A falta de sustentabilidade econômica da cadeia produtiva do café no país destaca-se como o tema mais recorrente entre as matérias mais lidas.
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Espaço Aberto: A cafeicultura hoje passa por problemas bem distintos. Propriedades rurais que dependem praticamente de trabalho manual, com o mínimo de mecanização, sofrem os efeitos da falta de mão de obra, principalmente por conta do Bolsa-Família. Vivemos um enorme contra-senso: O Programa Bolsa Família, para 11.000.000 de pessoas, impende o registro de trabalhador. A consequência é que, infelizmente, muitos beneficiados preferem não trabalhar e continuar no Programa.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou esta semana em São Paulo um evento inédito: o Fórum Internacional de Estudos Estratégicos para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima (FEED 2010). Foram três dias de debates sobre a relação entre mudanças climáticas e a atividade da agropecuária, reunindo especialistas nacionais e internacionais. O FEED 2010 foi encerrado nesta terça-feira, 30 de março, com a divulgação da Carta de São Paulo, que propõe conciliar futuro e presente - representados pela produção de alimentos e pela preservação do planeta - vão nos permitir qualquer afastamento do bom senso e das recomendações da ciência.
O ato de fazer compras se tornou quase um ritual nos tempos de hoje, quando, da parte dos vendedores, são estabelecidas bases para comunicação com os consumidores sobre os seus produtos, suas vantagens, benefícios e outras informações que possam ser agregadas. Criar uma expectativa positiva sobre o produto é fundamental, pois consumidor convencido é venda praticamente concretizada.
Após muita polêmica e discussão, essa semana deve ser decisiva para o futuro dos índices de produtividade, sem revisão desde 1980. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, pedirá ao presidente Lula a prorrogação da publicação da portaria, já assinada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel.
O Quênia quer aumentar a produção de café para 200.000 toneladas anualmente, após a introdução de uma nova variedade no mercado. O diretor da Coffee Research Foundation (CRF), Joseph Kimemia, disse que a introdução de uma nova variedade de café - conhecida como Batian - deverá aumentar a produção significativamente devido a sua resistência a doenças e seu alto rendimento.
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, está otimista quanto à reforma do Código Florestal. Após três meses de diálogo dentro do governo, Rossi avalia que o resultado das negociações foi muito positivo. "Posso dizer que, para a Agricultura, o texto está grandemente consensuado", afirma.
Um livro esquecido na estante há alguns meses tem se mostrado uma leitura das mais interessantes. Escrito por uma dupla de peso, <i>Animal Spirits</i> concorreu a uma série de prêmios em 2009. Em parte, os autores, foram ajudados pelo fato de tratarem de questões fundamentais para a compreensão da grave crise de 2008 e as suas consequências. <i>Animal Spirits</i>, porém, vai além disso: apresenta uma série de pontos cuja influência sobre a análise econômica deve ser revista.
O leitor do CaféPoint Antônio Augusto Reis, de Varginha/MG, enviou um comentário ao artigo "Governo não autoriza operações de drawback", em que aproveitou para sugerir soluções do lado da produção de café, já quase insustentável. Acesse e leia a carta na íntegra.
Para a CNA as notícias de que o Governo recuou e alterou dispositivos do polêmico PNDH 3 devem ser recebidas com reserva e atenção. "É verdade que a reação da sociedade impede o Governo de seguir em seus propósitos autoritários. Mas, os conflitos estabelecidos pelo Decreto da Presidência da República não se esgotam com a revisão da referência à questão militar", comentou Kátia Abreu em um comunicado enviado à imprensa.
A ONU reconhece que um acordo em Copenhague sobre mudanças climáticas poderá não incluir a prometida ajuda financeira aos países em desenvolvimento, numa admissão que deixará enfurecidos os países mais pobres e possivelmente porá fim às expectativas de um acordo amplo e abrangente.
O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Gilson Ximenes defendeu no dia 23 de novembro, que o governo flexibilize o padrão de qualidade exigido para os contratos de opção, nos próximos exercícios previstos para os meses de janeiro, fevereiro e março. A grande dificuldade enfrentada pelos cafeicultores no primeiro exercício dos contratos, feito este mês, ocorreu no preparo do produto a ser entregue nos armazéns.
Diante das perspectivas de retomada da economia, o real deve continuar se valorizando ante o dólar e contra isso há pouco o que o Banco Central possa fazer, acredita o ex-presidente do BC, Gustavo Loyola. "O BC tem feito o possível no câmbio, mas a tendência é de apreciação e não há como remar contra essa corrente", afirmou. De acordo com Loyola, a moeda deve cair logo para R$ 1,70 e buscar nos próximos meses a cotação de R$ 1,65 ou mesmo R$ 1,60.
Em entrevista à revista Matéria Prima, circulada em fins do mês de setembro sob o título ´Heróis na Europa, vilões no Brasil´, o presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões, discorre sobre a memória precária herdada pelos novos produtores rurais do Brasil e mantidas pela atual sociedade, sobre a dificuldade da vida no campo e enganos do senso comum a respeito da reforma agrária e questões ambientais. Ressalta ainda que o campo de hoje, ao contrário de nossa história recente, possui "em seu bojo enorme quantidade de tecnologia e inovação".
É do senso comum o conhecimento de que o café traz energia para as atividades do dia a dia, proporcionando mais agilidade de raciocínio e disposição para exercícios físicos. Por que não aliá-lo ao futebol, integrando duas paixões nacionais? Isto é o fazem Café Morro Grande e tradicional equipe do interior paulista, XV de Piracicaba. Confira o vídeo
É necessário considerar diversos fatores como produtividade, inflação, salário mínimo ou custos de produção para entender as diferenças entre a cafeicultura de Brasil e Colômbia. Artigo demonstra evidências que contrariam senso comum da cadeia cafeeira nacional sobre o assunto, questionando até mesmo o sucesso do marketing dos cafés colombianos. Por Luiz Gonzaga C. Jr. e Eduardo Cesar Silva
Rodrigo B. Cascalles, engenheiro agrônomo do Imaflora, convida o leitor do CaféPoint a refletir sobre as verdades e mentiras em geral acolhidas pelo senso comum do setor a respeito de práticas sustentáveis na propriedade agrícola. Para isto, lança mão de recursos dialéticos, próprios de quem investiga uma questão com base em fatos palpáveis e exemplos reais. Confira
Entidades brasileiras e americanas articulam exceção para o grão, enquanto restaurantes nos EUA alertam para impacto no custo e na oferta do produto
Nova taxa imposta por Trump ao grão brasileiro amplia tensão comercial e pode favorecer concorrência de países como Colômbia e Vietnã
O país tem um dos maiores e mais vibrantes mercados de cafeterias focadas em qualidade do mundo. Mas o que está por trás dessa obsessão da nação do Leste Asiático, e quanto tempo os operadores podem sustentar esse crescimento estratosférico?