Futuros do arábica acumulam discreta queda, em outubro
Já mercado futuro do robusta, negociado na ICE Futures Europe, seguiu tendência oposta à observada em Nova York, aponta CNC.
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Já mercado futuro do robusta, negociado na ICE Futures Europe, seguiu tendência oposta à observada em Nova York, aponta CNC.
O total de sacas embarcadas no período foi de 2.747.367, 13,2% a mais que em setembro deste ano.
A "relação estoque-uso" para 2017/2018 deverá ser de 30%, o menor nível desde 2009/2010.
Entre outros temas, como a competitividade da cafeicultura nacional, evento do Cecafé promoverá painéis e debates com importantes nomes do setor.
Roteiro demonstrou os processos do café com foco na inserção feminina na atividade cafeeira, durante Fenicoopa, na Expocaccer.
Em seu relatório sobre o mês de junho, a Organização Internacional do Café reportou influência do clima e da valorização do real.
No caso do café o dia foi animado e mais uma vez, marcado por boas oscilações nos terminais internacionais, avaliou Marcus Magalhães.
Decisão deve colaborar para que recursos sejam liberados à cadeia produtiva bem mais cedo do que nos anos anteriores.
Já no Brasil, a perplexidade foi geral frente às recentes notícias políticas, aponta o analista Marcus Magalhães.
Na abertura do evento estiveram presentes o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim, e o secretário de Estado do Turismo de São Paulo, Roberto de Lucena.
Confira a análise do Conselho Nacional do Café sobre o mês de julho: Futuros do café ignoram fundamentos e são contaminados pelo aumento da aversão ao risco.
Sem refletir os fundamentos, cotações internacionais do café voltam a cair diante do dólar fortalecido, avalia CNC.
Na última semana a preocupação/discussão em alguns grupos de produtores de café seguiu sendo qual o real tamanho da quebra da próxima safra brasileira e em qual empresa/número confiar
Forte embate das incertezas financeiras globais contra incertezas relacionadas aos fundamentos de oferta e demanda seguiu de modo intenso e equilibrado no mês
Em Minas o início do mês foi um pouco chuvoso, atrapalhando a colheita do café e prejudicando a qualidade da bebida. Porém, o período seco que se seguiu beneficiou a maturação do café na planta e a secagem do café em terreiros. Com relação a doenças, a cercosporiose que vem sendo favorecida pelo clima tem causado grande desfolha nas lavouras de Minas e o excesso de umidade deste mês poderá favorecer novos picos de ferrugem.
O Painel "Perspectivas do mercado de café", que integrou a programação do 12º Seminário Perspectivas para o Agribusiness 2013 e 2014, realizado pela BM&FBOVESPA nesta terça-feira (28/05), debateu o setor cafeeiro como um todo, com destaque para os preços da saca e o crescente aumento do consumo da bebida nos mercados interno e externos.
Em março, a necessidade de alguns produtores de "fazer caixa" e o início da colheita do robusta da temporada 2013/14 pressionaram as cotações da variedade. Os negócios seguem lentos, com colheita podendo ser intensificada na segunda quinzena de abril. Já os preços do café arábica caíram novamente no correr de março. Os valores registraram fortes oscilações no mercado externo com baixa liquidez no mercado interno.
O projeto deve ajudar a empresa a cumprir seu compromisso de vender apenas café produzido de maneira sustentável na Europa até 2015. Programa, chamado "Coffee Made Happy", planeja aumentar a produtividade e a viabilidade das pequenas propriedades e atrair as novas gerações para o campo.
Dólar seguiu com força e, por conta do término da colheita no País, as negociações ficaram travadas
Funcionam no Brasil, estranhamente, dois Ministérios da Agricultura. Um se dedica ao agronegócio e o outro, ao produtor familiar. Uma invencionice política difícil de entender. Parece jabuticaba, só existe aqui. Uma safra, dois planos. Em Ribeirão Preto (SP), o governo anunciou as regras do financiamento da safra para a agricultura chamada empresarial. Semanas depois, foi a vez do plano da agricultura dita familiar, lançado em Francisco Beltrão (PR). Uma agricultura, dois discursos. No palanque paulista, as lideranças ruralistas aplaudiam Wagner Rossi, ministro da Agricultura e Abastecimento. No Paraná, os camponeses reverenciavam Afonso Florense, ministro do Desenvolvimento Agrário. Presente em ambos os eventos, a presidente Dilma Rousseff seguiu o roteiro lulista, naquele estilo ambíguo que agrada a gregos e troianos.
Em nosso primeiro artigo do ano passado, abordamos a questão do uso do solo no Brasil, chamando a atenção para a falta de planejamento. Infelizmente, a pauta segue atual; pior, tememos que assim sigam as coisas pelos próximos anos. É triste ver a sucessão de erros, descaso e mortes que vem sacudido diversos pontos do território brasileiro. Pior é termos a sensação de que provavelmente levará muito tempo até que essa pauta perca a dramaticidade dos dias atuais.
Após encerrar a semana com fortes valorizações, as cotações do café arábica voltaram a cair nesta segunda-feira (20) no mercado internacional. Na bolsa de Nova York o vencimento março/10 teve desvalorização de 65 pontos, fechando a 224,65 centavos de dólar por libra-peso. A BM&FBovespa seguiu em movimento contrário ao mercado internacional e permaneceu em alta. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 398,91, com valorização de R$ 0,47, segundo o indicador Cepea/Esalq.
O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 360,94/saca de 60 kg, com ligeira alta de R$ 0,21/saca em relação ao de quarta. O mercado cafeeiro seguiu lento nessa quinta-feira (02). Colaboradores do Cepea comentam que o mês de dezembro geralmente já é mais calmo e, nesta temporada, a lentidão pode ser ainda maior. Isto porque, com a proximidade do final do ano, negociantes já começam a se preocupar com a declaração do imposto de renda, segundo pesquisas do Cepea.
As cotações do arábica nas bolsas de mercados futuros terminaram a sexta-feira (01) em queda, sendo a terceira queda consecutiva na semana. O mercado físico seguiu em movimento contrário e registrou leve alta. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 320,30, com valorização de R$ 1,49, segundo o indicador Cepea/Esalq. No acumulado da semana a desvalorização foi de R$ 2,14/saca.