Café bate recorde em Nova York e segue em alta com oferta apertada
Café arábica rompe a barreira dos US$ 4 por libra-peso em Nova York, com 13 sessões seguidas de alta. No Brasil, exportações seguem aquecidas, mas oferta ajustada pressiona o mercado
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Café arábica rompe a barreira dos US$ 4 por libra-peso em Nova York, com 13 sessões seguidas de alta. No Brasil, exportações seguem aquecidas, mas oferta ajustada pressiona o mercado
No primeiro Boletim Focus do ano, pesquisa semanal elaborada pelo Banco Central (BC) com economistas e analistas de mercado, ficou claro que a autoridade monetária ainda terá trabalho para ancorar as expectativas. Os participantes voltaram a reafirmar que esperam três elevações consecutivas da taxa Selic nas próximas três reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). Ainda assim, as projeções para a inflação voltaram a subir, ficando mais distantes da meta de inflação, de 4,5%.
Segundo o Cepea, a queda do grão na Bolsa de Nova York motivou o declínio dos valores.
Com os pés de café carregados, a intenção é aproveitar o clima seco e sem chuva.
Previsões meteorológicas indicam que sudeste deverá enfrentar um volume de chuvas insuficiente em setembro, diz Escritório Carvalhaes.
Sul do País espera nebulosidade e possível geada para sábado. Conheça as recomendações para evitar geada de canela e proteger as gemas cobertas dos cafeeiros.
Os preços do café arábica devem se manter pressionados no mercado internacional, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira (21/08) pelo banco holandês Rabobank. Entre os motivos, a entrada da safra brasileira no mercado e a concorrência com o robusta, com possível aceleração das vendas do Vietnã, maior produto mundial da variedade.
As seguidas altas registradas pelo café no mercado internacional e a valorização que o produto brasileiro vem alcançando nos últimos meses fez com que o país registrasse no mês passado um novo recorde. A receita com as exportações do Brasil somaram US$ 6,37 bilhões no acumulado em 12 meses até março. O desempenho é 44,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando as vendas em 12 meses até março foram de US$ 4,39 bilhões.
A nova bolha especulativa provocada pelo retorno dos fundos e as perspectivas de queda na produção internacional impulsionaram as cotações do café nos últimos meses e já animam os produtores. Depois de derrapar no primeiro trimestre de 2009, a commodity passou a registrar seguidas altas, amparada também pela desvalorização do dólar no mercado internacional.
As importações de café da Coreia alcançaram recorde nesse ano, à medida que o consumo de cafés especiais se dissemina entre os consumidores jovens. A apreciação do café pelos mais jovens direcionou o aumento nas importações, com as cafeterias de cafés especiais ampliando sua presença nos últimos anos.
A organização Fair Trade USA vai expandir a certificação de cafés com um novo rótulo reconhecido internacionalmente a partir do primeiro trimestre de 2012.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira, 28 de abril, a distribuição de recursos para financiar a cafeicultura em 2011. Serão R$ 2,29 bilhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para custeio, colheita, estocagem, investimento em mercado futuro, aquisição pela indústria e refinanciamento de dívidas. O valor é R$ 290 milhões superior ao direcionado pelo governo em 2010 para a safra de café.
O índice global de preços de alimentos da FAO, a agência da ONU para agricultura e alimentação, caiu em março pela primeira vez após oito meses de altas. A queda foi de 2,3% em comparação com fevereiro, mas o índice ainda está 37% acima do nível de março do ano passado. A alta no custo de alimentos tem sido uma das razões de pressões inflacionárias tanto em países emergentes como nos desenvolvidos, o que inquieta os bancos centrais dessas nações.
A província maior produtora de café da Colômbia poderá ter uma redução na produção nesse ano, a menos que haja luz solar suficiente nas próximas semanas permitindo que as plantas floresçam e, mais tarde, frutifiquem. A produção na província de Antioquia provavelmente se manterá igual ou cairá com relação à produção do ano anterior, de 1,43 milhão de sacas, Luis Fernando Botero, diretor executivo regional da Federação Nacional de Produtores de Café da Colômbia. A produção para a primeira metade do ano cairá após o clima úmido, disse ele.
Os preços da saca de café brasileiro nunca estiveram tão atrativos quanto os vistos nos últimos meses. E a expectativa é de fechar 2011 com uma média superior a R$ 400 por saca de 60 quilos do café arábica, contra os R$ 310,91 obtidos na média do ano passado. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) prevê que os valores do produto possam superar a marca de R$ 450 por saca este ano.
Analisando-se pelo menos 10 simulações estrangeiras de previsão climática para o Espírito Santo no trimestre janeiro, fevereiro e março, quatro indicaram normalidade e outras quatro indicaram previsão de chuvas abaixo da média para este período.
O CaféPoint foi atrás das grandes marcas de café de qualidade disponíveis no mercado hoje. Conheça mais sobre a Suplicy Cafés Especiais, seus diferenciais e estratégias de marketing, com Marco Suplicy.
As vendas de hiper e supermercados, alimentos e bebidas registraram, em fevereiro, a maior variação positiva desde setembro de 2007, representada por 3%, segundo dados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta quarta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado, segundo o coordenador de serviços e comércio do IBGE, Reinaldo Silva Pereira, é explicado pelo aumento da massa salarial do brasileiro.
A forte valorização do dólar em relação a uma cesta composta por outras seis moedas provocou a queda generalizada das commodities agrícolas nesta quinta-feira (17) na bolsa de Nova York, BM&FBovespa e mercado físico.
Discutir o atual momento da cafeicultura na região da cooperativa, onde essa lavoura padece com a falta de produtividade e está diante de dois desafios: a necessidade de mecanizar-se para enfrentar a escassez de mão-de-obra e evoluir na qualidade do produto. Para tanto, a Cocamar promoveu nesta terça-feira, em Altônia, região de Umuarama, o Encontro de Cooperados de Café, com a participação de 350 produtores e técnicos convidados.
O crescimento médio da produção mundial no intervalo de 1975-2008 indica 2,40% ao ano. A média entre as variações bianuais, considerando os últimos 15 anos apresenta crescimento mundial de 0,70%. Considerando apenas a produção brasileira, a média de crescimento é de 1,14% ao ano, se considerarmos a variação entre a última produção em relação a 1975, possuindo alavancagem expressiva pela expansão do robusta capixaba, rondoense e baiano.
Preocupados com a redução da participação do café brasileiro no mercado mundial, as seguidas quedas do preço do produto e os prejuízos causados nas lavouras pelas geadas de julho e agosto, os senadores da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) discutiram nesta quinta-feira (5), com autoridades do setor, medidas para ajudar os cafeicultores a superarem a má fase.
Com embarques em queda no ano-safra 2025/26, o mercado de café reage ao avanço da colheita no Brasil e a um cenário global mais estável, pressionando as cotações nas bolsas internacionais
Dados climáticos e imagens de satélite transformam duas exigências distintas - sanidade e rastreabilidade - em um único sistema operacional