Santa Catarina revela potencial para produção de café especial
Pesquisa aponta o crescimento de cafezais no Leste de Santa Catarina sob a sombra da Mata Atlântica ou de outros cultivos agrícolas
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Pesquisa aponta o crescimento de cafezais no Leste de Santa Catarina sob a sombra da Mata Atlântica ou de outros cultivos agrícolas
As chuvas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina são caracterizadas pela regularidade. Em nenhum outro lugar do Brasil há chuvas significativas em todos os meses do ano. Por conta desta característica, quando falta chuva por mês que seja, surgem problemas sérios na agricultura e na infra-estrutura das cidades. Há risco de geada tardia e há risco de falta de chuva, especialmente no final do ano.
No sábado (31), massa de ar polar começa a se afastar, mas ainda há chances de geadas no Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e do Paraná, e Sul de Minas
Para os próximos dias, ainda há risco potencial de geadas em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina
Estados mais afetados são Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo
No sudeste, no decorrer do final de semana, as chuvas cessam no nordeste de Minas Gerais. Por outro lado, o intenso calor e a aproximação de uma frente fria causa chuvas isoladas de final de tarde na Serra da Mantiqueira, entre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de boa parte do sul do Estado de São Paulo.
Entre os dias 08 e 12 de outubro, as chuvas fortes retornam ao centro e sul do Rio Grande do Sul e os volumes passam dos 100mm na região da Campanha. Há previsão de volumes bem menores em Santa Catarina e no centro e leste do Paraná. Até o dia 12 de outubro, não há previsão de chuvas generalizadas no sudeste. Entre os dias 07 e 10 de outubro, os ventos úmidos que sopram do mar causam chuvas fracas entre o sul da Bahia e o leste de Pernambuco.
Durante o mês de agosto praticamente não choveu no cinturão produtor do sudeste. Já na zona da Mata a situação é um pouco diferente. Os últimos dias têm sido caracterizados por chuva, que mesmo irregular e de baixo volume, atinge a zona da Mata mineira, capixaba e o extremo sul baiano. De acordo com as previsões estendidas, é bem possível que agosto termine sem chuva nas áreas produtoras de café do sudeste.
Na quinta-feira, continuam os grandes temporais, com chuvas de mais de 60mm no norte e noroeste do Rio Grande do Sul e no oeste e sul de Santa Catarina. Até o dia 12 de outubro, não há previsão de chuvas no sudeste. Entre os dias 13 e 17 de outubro, o modelo mais estendido indica chuva generalizada, porém com baixo volume no sul e oeste de São Paulo. Na quarta e na quinta-feira, as chuvas atingem boa parte do litoral e zona da mata da Bahia. Na quinta-feira, esperam-se chuvas de baixo volume no sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul e no oeste de Mato Grosso. Na região norte, não há previsão de chuvas fortes na quarta e quinta-feira.
Sul (sexta-feira e sábado): as chuvas fortes atingem toda a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e os volumes passam dos 20mm em várias localidades. Sudeste: as chuvas fracas no nordeste de Minas Gerais prosseguem até a sexta-feira. Posteriormente, esperam-se apenas chuvas muito isoladas no oeste de São Paulo e na Serra da Mantiqueira. Nordeste: no sábado, as chuvas ficam restritas ao sul da Bahia e no domingo, as chuvas atingem o litoral leste e Zona da Mata, entre a Bahia e Sergipe. Centro-Oeste (quinta-feira): as chuvas atingem o norte do Mato Grosso do Sul, sudoeste de Goiás e sudeste do Mato Grosso. Norte (entre 04 e 06): chove na maior parte da Região e o tempo fica seco apenas no Tocantins, sul do Pará e Rondônia.
Segunda-feira, na região sul, áreas de instabilidade causam chuvas na metade oeste gaúcha e deixam o tempo nublado em grande parte do Estado. No sudeste, há previsão de pancadas de chuva no norte paulista, Triângulo Mineiro, cerrado e nordeste de Minas. No nordeste, a frente fria ainda provoca pancadas de chuva no sul da Bahia. No centro-oeste, há previsão de chuvas em grande parte do Mato Grosso do Sul e sul de Goiás. No norte, as chuvas permanecem restritas ao norte da região.
Uma frente fria parada entre o Sul e Sudeste causa chuvas generalizadas e fortes nas áreas produtoras do norte do Paraná e oeste de São Paulo até o dia 04 de janeiro. Os volumes passam dos 50mm no Paraná e dos 30mm em São Paulo, região de Marília.
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) elaborou medidas para orientar o produtor que está encontrando dificuldades para pagar as dívidas de crédito rural, cujo prazo para os pedidos de renegociação se encerra dia 31 de julho.
Retenção da população no campo, melhoria da qualidade de vida da famílias rurais e elevação dos níveis de renda e de produtividade são os resultados esperados pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER).
O número de operações de crédito e o volume de financiamentos tomados pelos produtores rurais de médio porte, agricultores empresariais, cooperativas e grupos de produtores vêm diminuindo nos últimos anos. Para discutir essa questão e aumentar o nível de financiamento do setor primário, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), a Secretaria da Agricultura e Pesca e o Banco do Brasil promoverão uma série de quatro seminários regionais no período de 20 a 27 deste mês de fevereiro.
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e os Sindicatos Rurais, lembra aos produtores rurais, pessoas jurídicas, que o prazo para o pagamento da Contribuição Sindical Rural do exercício 2014 encerra dia 31 de deste mês de janeiro.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira, 26 de janeiro, durante reunião ordinária, a renegociação de operações de crédito rural de custeio e a ampliação de prazos para quitação de parcelas de investimentos. Os beneficiados com as novas regras são os produtores dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, atingidos pela estiagem.
O governo federal vai destinar R$ 30 milhões para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que enfrentam prejuízos devido à estiagem na região. Os recursos serão usados para perfuração e equipamentos de poços artesianos, recuperação de barragens e redes de distribuição de água.
Oscilações no mercado e incertezas climáticas pressionam o setor
Combinação pode impactar as atividades econômicas, especialmente o setor agrícola
A confusão que a mídia tem noticiado sobre a reforma do Código Florestal e novas catástrofes, como a vivida na região serrana do Rio de Janeiro, é tendenciosa e superficial. É muito fácil dizer que a mudança do clima, a ocupação irregular de áreas de risco e a agricultura são responsáveis pelos deslizamentos, como ressaltado por várias reportagens nos últimos dias. No entanto, em vez de fomentar mudanças concretas e sérias em diferentes níveis governamentais e também na sociedade, casos como o de Santa Catarina (2008), Angra dos Reis (2010) e agora da região serrana geram uma infinidade de desculpas e um empurra-empurra abominável para definir quem é culpado. Será o Código Florestal?
A Califórnia é um Estado de vanguarda em várias questões, algumas polêmicas, e não é diferente em relação às mudanças climáticas. Aqui, no Brasil, os primeiros Estados a adotar uma lei sobre mudanças climáticas foram Amazonas, em 2007, e Tocantins, em 2008. Em 2009, no calor dos preparativos para a Conferência do Clima (COP 15), que ocorreu em Copenhague no fim do ano, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, a cidade de São Paulo e o governo brasileiro aprovaram suas leis. Em abril de 2010, foi a vez do Rio de Janeiro. Espera-se que seja possível avançar de forma a criar uma economia de baixo carbono onde todos tenham uma parcela de contribuição aliada a benefícios mútuos. Somente assim a política paulista de clima ganhará força e poderá atingir objetivos concretos.
Boletim Agrometeorológico escrito por pesquisadores da Epamig e da Embrapa. Cafeicultor deve estar atento a possibilidade de infestação da broca
Julho trouxe uma grande frente fria e geadas que causaram prejuízo no campo. Agora, a estimativa é que agosto seja o mês mais seco do ano na maior parte do País