Brotaram 65 milhões de sacas de café no Brasil no 3º milênio
O artigo organiza informações para elaborar o panorama da cafeicultura brasileira.
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O artigo organiza informações para elaborar o panorama da cafeicultura brasileira.
A temperatura em junho deverá ficar acima da média do mês em todo o estado de Minas Gerais, com exceção da região central. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro, Domingos Queiroz e Sammy Soares, pesquisadores da Embrapa Café e da Epamig Sudeste.
Consórcio Pesquisa Café apresenta a tecnologia, que possibilita devolver ao solo parte dos nutrientes utilizados pelas plantas de café.
Sistema de baixo custo e fácil instalação é capaz de reaproveitar 40% do líquido utilizado na lavagem dos grãos.
A água utilizada na lavagem e no descascamento dos frutos de café pode ser reutilizada nessas operações, possibilitando uma economia de 40%. Para possibilitar esse reaproveitamento é preciso remover parte dos resíduos que essa água contém, o que pode ser feito pelo Sistema de Limpeza de Águas Residuárias (SLAR), desenvolvido por meio de uma parceria entre a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Embrapa Café e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), instituições fundadoras do Consórcio Pesquisa Café.
Evento ocorre em Manhuaçu/MG até sexta-feira (22/03) e conta com participação de instituições do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Com foco no mercado, na comercialização e na valorização do café, as atividades desta edição do Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha vão discutir medidas que possam contribuir para a exportação do café das matas de Minas.
Tecnologias do Consórcio Pesquisa Café desenvolvidas para melhorar a qualidade do café produzido pela agricultura familiar foram apresentadas na 83ª Semana do Fazendeiro, em Viçosa (MG), semana passada. A ação faz parte do projeto de transferência de tecnologia executado pelas instituições consorciadas: Embrapa Café, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e Universidade Federal de Viçosa (UFV). O projeto de TT levou ao produtor novidades e inovações para otimizar a produção, com custos acessíveis, nas lavouras cafeeiras. A Semana do Fazendeiro, promovida pela UFV, é o mais antigo evento voltado para atividades extensionistas no país.
Você tem ideia de quanta água é usada na lavoura para garantir, lá na ponta, uma xícara de café de qualidade? Pois vai muita. Uma técnica de manejo desenvolvida pelo pesquisador Sammy Soares, da Embrapa Café, em parceria com pesquisadores do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), e com o Consórcio de Pesquisa do Café, vem sendo testada com sucesso por produtores da região de Viçosa (MG) e Venda Nova do Imigrante (ES) e promete reduzir drasticamente o volume utilizado atualmente.
A água utilizada para lavar o café colhido nas propriedades mineiras pode ser reaproveitada e ainda servir para a irrigação do próprio cafezal e de outras culturas. O líquido resultante da lavagem contém diversos elementos importantes para o desenvolvimento das plantas, e sua utilização substitui em parte a compra de adubo importado. Os produtores poderão ter acesso a esses benefícios por meio de um sistema que está sendo desenvolvido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).
O desafio é encontrar soluções tecnológicas que aliem baixo custo de implantação com eficiência no tratamento e reutilização dos resíduos sólidos e líquidos, decorrente do processamento do café. Sammy Fernandes Soares, pesquisador da Embrapa Café/Epamig, salienta que o mais importante é minimizar a quantidade de água gerada no processamento, além de não desperdiçá-la, visto que contém nutrientes que podem ser aproveitados pelas plantas.
Pesquisa realizada pela Embrapa explica como funciona este processo
Temas das palestras foram desde Planejamento da eficiência mecânica até Preparo profundo do solo até.
Pesquisadores, professores universitários, técnicos, estudantes e cafeicultores participarão de debates sobre manejo e mecanização da lavoura e pós-colheita.
O projeto privilegia a transferência de um conjunto de tecnologias de pós-colheita desenvolvidas no âmbito do Consórcio, de baixo custo e voltadas principalmente para a agricultura familiar para constituir infraestrutura mínima para produção de café com qualidade. São elas: abanadora manual, lavador portátil, terreiro secador híbrido, Sistema de Limpeza de Águas Residuárias ? Slar e silo secador.
Consórcio Pesquisa Café promove um Dia do Campo em Lajinha, Minas Gerais. O evento ocorre dia 7 de maio, quarta-feira, e a programação faz parte de atividade previstas nos projetos "Transferência de tecnologias para a melhoria da qualidade do café produzido pela agricultura familiar", que tem recursos da Embrapa, e "Capacitação em pós-colheita de café como prática de sustentabilidade", que tem apoio financeiro do Consórcio Pesquisa Café.
Tecnologia de remoção de resíduos para recirculação da água do processamento de café desenvolvida pelo Consórcio Pesquisa Café (Embrapa Café, Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural - Incaper e pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig) denominada Sistema de Limpeza de Águas Residuárias - SLAR é opção disponível para os cafeicultores de todos os portes para processamento de café com qualidade, sustentabilidade e, em especial, com economia de água.
O cuidado dispensado durante toda a fase de pós-colheita do café é um dos grandes diferenciais para a obtenção de um produto de qualidade. E, nesse processo, a forma de lavagem dos grãos e de uso e reúso da água vai influenciar também na sustentabilidade da produção e do meio ambiente.
"Produção de Café Cereja Descascado - Equipamentos e Custo de Processamento" é o tema do Comunicado Técnico nº 4 lançado pela Embrapa Café, coordenadora do programa de pesquisa do Consórcio Pesquisa Café. O Comunicado Técnico apresenta as vantagens do emprego de equipamentos e tecnologias necessárias à produção do café cereja descascado, tais como máquinas de pré-limpeza, lavadores, descascadores, Sistema de Limpeza da Água Residuária - SLAR, secagem/armazenagem, entre outros.
Com cerca de 150 profissionais, o corpo técnico da Cooxupé é constantemente atualizado para levar até os 12 mil cooperados da maior cooperativa de café do mundo, as mais recentes tecnologias e ações no campo. Na última semana, entre 25 e 28 de junho, a equipe se reuniu em Guaxupé, Sul de Minas Gerais, sede da cooperativa, para debater algumas dessas novas técnicas que auxiliam, principalmente, em uma lavoura mais sustentável, diminuindo o impacto ambiental e promovendo a qualidade de vida no campo.
Será realizado em Guaxupé-MG, no dia 28 de junho, treinamento sobre o Reúso e Aproveitamento Agrícola da Água Residuária durante o Workshop de Desenvolvimento Técnico da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé - Cooxupé, a maior cooperativa de café do Brasil. A capacitação será voltada para o corpo técnico da cooperativa e ministrada por instituições integrantes do Consórcio Pesquisa Café: Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig, Embrapa Café e Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper.
A Embrapa Café, coordenadora do Programa de Pesquisa em Café, disponibiliza sua primeira tecnologia para o programa de incubação de empresas de base tecnológica. Trata-se de um sistema para limpeza de águas residuárias, que apresentam elevada carga orgânica, com grande potencial de poluir o meio ambiente.
Pesquisadores da Embrapa Café e da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia apresentam a técnica de propagação assexuada ou vegetativa para o café, que permite multiplicar, em larga escala, as variedades de café que são, a cada ano, melhoradas pela pesquisa, tornando-as mais acessíveis aos produtores de mudas.
A Embrapa Café busca mais qualidade e eficiência na produção do café conilon pesquisando uma tecnologia que alia poda, colheita e secagem em uma mesma operação. Segundo o professor Juarez de Souza e Silva, da Universidade Federal de Viçosa, na próxima safra muitos produtores deverão experimentar a tecnologia, com redução de custos e de riscos de fermentação, que deterioram a qualidade do produto.