Em abril, Triângulo Mineiro teve aumento de doenças nos cafezais
Procafé alerta para que produtores realizem a pulverização, caso percebam a presença de praga.
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Procafé alerta para que produtores realizem a pulverização, caso percebam a presença de praga.
Notícia publicada por renomada mídia norte americana afirma que produção brasileira atingiu 55,9 milhões de sacas na safra 2012/13 (última projeção Conab diz 50,48 milhões) e que deverá somar 50,8 milhões na próxima safra de bienalidade baixa, em projeção denominada ´mediana´ pelos editores e especialistas. Com isto, argumentam que cotações do grão devem cair 13% até junho de 2013.
Embora a chuva tenha diminuído no Sudeste do Brasil nesta semana, os preços internacionais do café continuam subindo com força na Bolsa de Nova York. O excesso de umidade nas regiões produtoras perdura, dificultando a colheita. Ontem, os contratos do produto para entrega em setembro avançaram 4,41%, e fecharam a 165,75 centavos de dólar por libra-peso. Neste mês, o mercado acumula alta de quase 2%, justamente porque, com fortes chuvas nas primeiras semanas de junho, a colheita e a secagem do grão ficaram atrasadas.
As exportações de café da Índia em 2011 aumentaram 20,4% na comparação anual, para 346.850 toneladas, encorajadas principalmente por uma disponibilidade maior de ofertas e por preços mais baixos.
As exportações de café da Índia entre janeiro e novembro saltaram 57% em relação ao mesmo intervalo de 2009, atingindo a máxima recorde de 271.627 toneladas, informou nesta quarta-feira (01) o Conselho de Café do país. O forte aumento das vendas reflete uma produção doméstica melhor e a sólida demanda externa.
A receita com as exportações de café do terceiro maior produtor da Ásia no período saltaram para US$ 435,1 milhões, contra US$ 208,4 milhões um ano antes, informou hoje o Conselho do Café, órgão do governo. As exportações de arábica subiram 47%, para 30.745 toneladas, enquanto que os embarques de robusta avançaram 58,4%, para 77.978 toneladas, mostraram os dados do conselho.
Os preços do café podem subir mais se o fenômeno climático La Niña pressionar ainda mais a já restrita oferta de café na América Central e na Colômbia, segundo analistas e organizações climáticas.
O mercado global de alimentos continua sustentando preços recorde, já que os baixos estoques e a crescente demanda favorecem saltos das cotações, afirmou nesta quarta-feira, 21, o Fundo Monetário Internacional (FMI). Entretanto, em relatório econômico divulgado duas vezes ao ano, o FMI prevê que seu índice de commodities não combustíveis recuará 5,5% na segunda metade de 2011, pois o frágil crescimento econômico contém a demanda.
O preço do café nas gôndolas dos supermercados brasileiros deverá ficar entre 35% e 50% mais caro até novembro deste ano. O reajuste, impulsionado pela escassez do produto de boa qualidade no mercado internacional, já chegou aos produtores e até agora vinha sendo contido pela maioria das indústrias do segmento, que já avisam: não vai dar para segurar.
Os preços da saca de café brasileiro nunca estiveram tão atrativos quanto os vistos nos últimos meses. E a expectativa é de fechar 2011 com uma média superior a R$ 400 por saca de 60 quilos do café arábica, contra os R$ 310,91 obtidos na média do ano passado. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) prevê que os valores do produto possam superar a marca de R$ 450 por saca este ano.
Mercosul e Coreia do Sul estão considerando o início de conversações para criar uma área de livre comércio entre ambos, afirmou neste domingo o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.
A Starbucks Corp. está implantando uma estrutura de produção de café na China, envolvendo cafezais, processadora e centro de pesquisas. A meta é assegurar oferta para abastecer a demanda crescente pela bebida no país e também obter grão de qualidade, escasso atualmente.
Com as matrizes em dificuldades financeiras e o mercado externo ainda complicado por causa da crise, as multinacionais estão recorrendo mais ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e trazendo menos dólares ao País para financiar seus projetos.
Líder mundial na exportação de açúcar, carnes bovina e de frango, café em grão e suco de laranja, o Brasil se consolida, a cada ano, como celeiro do mundo. Ao completar 150 anos, nesta quarta-feira (28), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirma o slogan "Alimentando o Brasil, Produzindo para o Mundo".
O Banco do Brasil deve fechar o atual ano-safra (2009/2010), em junho, com um desembolso até 25% superior à projeção inicial de R$ 39,5 bilhões, em função da forte demanda por crédito rural. Nos primeiros oito meses da safra, o banco já financiou R$ 24,4 bilhões no campo. Ao fim do ano-safra, o desembolso deve chegar a R$ 49,5 bilhões.
As áreas produtoras de café do Brasil estão recebendo boas chuvas, o que fornece às árvores umidade no momento importante de floração para a safra do ano que vem, disseram agrônomos e produtores de café. As chuvas durante praticamente todo o ano prejudicaram parcialmente a safra 2009, provocando a fermentação dos grãos colhidos mais tardiamente.
O crescimento da agropecuária brasileira, no período de 1975 a 2008, foi impulsionado principalmente pela produtividade. As inovações tecnológicas decorrentes da pesquisa foram o principal fator, que contribuiu para esse resultado do setor primário e colocou o País em posição de destaque diante dos seus competidores internacionais na produção de alimentos. As informações constam do estudo elaborado pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A crise financeira e o excesso de tributos no mercado europeu vai reduzir o volume de café solúvel exportado em até 50% neste ano. Ao contrário do café verde, o solúvel foi o que mais sentiu os efeitos da crise global até agora. O problema foi agravado pelo excesso de tributação que o produto enfrenta na União Europeia (UE). Com a escassez de recursos, os compradores estão buscando produtos com custos inferiores. Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Cafés Solúveis (Abics), o bloco cobra 9% em tarifas para o produto brasileiro acessar os países. Os concorrentes, por sua vez, pagam no máximo 3%.
Os cafeicultores do Vietnã voltaram às vendas do grão nos últimos dias, antes de um longo feriado, depois que os preços domésticos saltaram aproximadamente 3 por cento, para cerca de 40.400 dong (1,9 dólar) por quilo, o maior nível em 3 meses, disseram traders nesta semana.
Números recordes de produção e exportação confirmam o avanço do maior produtor mundial de robustas
Nova taxa imposta por Trump ao grão brasileiro amplia tensão comercial e pode favorecer concorrência de países como Colômbia e Vietnã
Estudo FarmTrak, da consultoria Kynetec, envolveu quase 1,1 mil produtores em 350 municípios das principais regiões produtoras do grão
Entidade aponta gargalos logísticos do comércio marítimo global e destaca trabalho dos exportadores para honrar compromissos internacionais
Dados são do Conselho Nacional do Café (CNC). Dólar, cada vez mais baixo, também tem contribuído para sustentar as cotações do café