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52 resultados para "saltaram"

27/06/2012

Chuvas dão trégua no Brasil mas café volta a subir

Embora a chuva tenha diminuído no Sudeste do Brasil nesta semana, os preços internacionais do café continuam subindo com força na Bolsa de Nova York. O excesso de umidade nas regiões produtoras perdura, dificultando a colheita. Ontem, os contratos do produto para entrega em setembro avançaram 4,41%, e fecharam a 165,75 centavos de dólar por libra-peso. Neste mês, o mercado acumula alta de quase 2%, justamente porque, com fortes chuvas nas primeiras semanas de junho, a colheita e a secagem do grão ficaram atrasadas.

22/09/2011

Alimentos continuam vulneráveis a saltos nos preços em 2012, diz FMI

O mercado global de alimentos continua sustentando preços recorde, já que os baixos estoques e a crescente demanda favorecem saltos das cotações, afirmou nesta quarta-feira, 21, o Fundo Monetário Internacional (FMI). Entretanto, em relatório econômico divulgado duas vezes ao ano, o FMI prevê que seu índice de commodities não combustíveis recuará 5,5% na segunda metade de 2011, pois o frágil crescimento econômico contém a demanda.

27/07/2009

Brasil é líder mundial em produtividade agropecuária

O crescimento da agropecuária brasileira, no período de 1975 a 2008, foi impulsionado principalmente pela produtividade. As inovações tecnológicas decorrentes da pesquisa foram o principal fator, que contribuiu para esse resultado do setor primário e colocou o País em posição de destaque diante dos seus competidores internacionais na produção de alimentos. As informações constam do estudo elaborado pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

25/05/2009

Café solúvel perde espaço para concorrentes

A crise financeira e o excesso de tributos no mercado europeu vai reduzir o volume de café solúvel exportado em até 50% neste ano. Ao contrário do café verde, o solúvel foi o que mais sentiu os efeitos da crise global até agora. O problema foi agravado pelo excesso de tributação que o produto enfrenta na União Europeia (UE). Com a escassez de recursos, os compradores estão buscando produtos com custos inferiores. Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Cafés Solúveis (Abics), o bloco cobra 9% em tarifas para o produto brasileiro acessar os países. Os concorrentes, por sua vez, pagam no máximo 3%.