Economista Jeffrey D. Sachs apresenta estudo de sustentabilidade econômica para o café
Estudo mostra ao consumidor a importância de todo o processo do café, já que muitas pessoas nem sabem o que acontece com o produtor e a renda.
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Estudo mostra ao consumidor a importância de todo o processo do café, já que muitas pessoas nem sabem o que acontece com o produtor e a renda.
O banco de investimentos Goldman Sachs cortou em 7,7% sua projeção para os preços futuros do café arábica, de 130 cents/lb para 120 cents/lb em três, seis e 12 meses na ICE Futures. Na avaliação do banco norte-americano, o clima favorável deve impulsionar a safra e ampliar os estoques.
O Goldman Sachs elevou suas estimativas para os preços do café e do açúcar negociados na ICE Futures US, em Nova York, nos próximos três meses. Quanto ao grão, o banco de investimentos prevê cotação média de 180 cents por libra-peso, de 155 cents calculados anteriormente para o período.
O especialista internacional em clima, Jeffrey Sachs, indicou que indústria de café deve se preparar para os desafios.
Com as inscrições encerradas, o evento será realizado em Medellín, Colômbia, de 10 a 12 de julho.
Milão recebe o evento nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, incluindo o Dia Internacional do Café.
O banco Goldman Sachs alterou suas previsões de cotação do real para os próximos 12 meses. Anteriormente o banco americano previa que a moeda brasileira estaria cotada, em três meses, a R$ 2,15 diante do dólar americano. Agora aposta numa cotação de R$ 2,10.
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O dólar caiu ontem ao menor patamar em 16 meses, depois que operadores interpretaram comentários de uma série de bancos centrais como um sinal verde para eles continuarem se desfazendo da moeda.
Pressionados pelo aumento nos custo de produção, indústrias de alimentos e fundos de hedge tentam reverter a tendência altista para as cotações de café em 2009. A expectativa por uma oferta deficitária na safra 2009/10 por parte dos principais países produtores fez o Goldman Sachs prever uma disparada de 25% no valor dos contratos futuros de café arábica este ano.
A alta das cotações do café, desencadeada pela queda da oferta, ameaça as empresas americanas Starbucks Corp. e Kraft Foods Inc., mas também beneficia países produtores, como o Brasil. Para Judith Ganes, ex-analista da Merrill Lynch & Co., o café poderá subir mais de 50% até julho, para US$ 1,70/lb. Já o Morgan Stanley prevê uma média de US$ 1,41. Para o grupo suíço Tiberius Group, o café será uma das commodities mais promissoras de 2009.
Em entrevista ao programa Mercado & Companhia, do Canal Rural, Lúcio Dias, Superintendente Comercial da Cooxupé, fala sobre os preços do café diante da redução de oferta de café devido a quebra de produção na Colômbia e a safra imperfeita no Brasil. Acesse e confira a entrevista na íntegra.
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De forma on-line, evento debateu se os cafeicultores contam com algum meio que possibilite a cada futura geração estar melhor do que a anterior
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Inovação e sustentabilidade são os dois pilares que estão sendo debatidos, até 6 de setembro, por acadêmicos, cientistas, empreendedores em mais de 90 países