Eu no campo: produtor é repórter do CaféPoint por um dia
Cafeicultor da Chapada Diamantina registra produção no município de Ibicoara. Assista ao vídeo e descubra como participar, também!
69 resultados para "rodolfo"
Cafeicultor da Chapada Diamantina registra produção no município de Ibicoara. Assista ao vídeo e descubra como participar, também!
Rodolfo Zea, ministro da agricultura, acredita que a produção deve chegar a 13,2 milhões de sacas, um aumento de 5% em relação a 2021
Engenheiro agrônomo Rodolfo Osório de Oliveira foi nomeado para o cargo.
Depois das fortes chuvas registradas neste fim de abril, o acumulado diminui em maio.
Cargo faz parte da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério.
Uma contaminação incomum e agressiva do fungo roya (causador da ferrugem) de cafezais no estado de Chiapas, no México, está ameaçando reduzir a produção de café do país na safra 2012/13, informou nesta terça-feira (15/01) Rodolfo Trampe, presidente Associação Mexicana de Produção de Café - Amacafe.Segundo o executivo, a produção teria o potencial de crescer até 20% neste ciclo na comparação com 2011/12, mas o surto da doença ameaça essa estimativa.
Segundo a Associação Mexicana para a Produção de Café, o impacto da doença nas lavouras do país ainda está sendo estudado; fungo não deve afetar a produção deste ano porque os seus efeitos sobre a produtividade costumam ocorrer no longo prazo.
A produção de café no México na safra 2011/12 deve atingir 4,3 milhões de sacas de 60 quilos, um aumento de 12% frente ao ano-safra anterior, informou nesta terça-feira o Ministério da Agricultura do país.
A Organização Internacional do Café (OIC) divulgou, na semana passada, as plataformas de trabalho dos candidatos à direção-executiva da entidade. Os três concorrentes ao posto apresentaram oficialmente seus programas de ação para os próximos cinco anos: Robério Silva (Brasil), G. V. Krishna Rau (Índia) e Rodolfo Trampe Taubert (México). O novo diretor-executivo da OIC será eleito durante a 107ª sessão do Conselho Internacional do Café, programada para 26 de setembro de 2011, em Londres (Inglaterra), sede da instituição.
A Associação Mexicana da Cadeia Produtiva de Café (Amecafé) informou que a exportação do grão do país teve uma queda de 18% até o mês de março com relação ao mesmo período do ano anterior. O coordenador executivo da Amecafé, Rodolfo Trampe, disse que essa redução se deve à mudança climática e às geadas, acrescentando que isso ocorre a nível mundial.
As exportações de café do México deverão cair 10% nessa safra comparado com a safra anterior, mais um sinal das escassas ofertas globais que levaram a aumentos dos preços. O presidente da Associação Mexicana de Café (Amecafé), Rodolfo Trampe, disse que as exportações para a safra de 2009/10 serão de 2,5 milhões a 2,6 milhões de sacas de 60 quilos. O México exportou 2,8 milhões de sacas de café em 2008/09.
O México espera produzir 4,6 milhões de sacas de café de 60 quilos na safra de 2009/10 e exportar 2,7 milhões de sacas, ambas volumes similares ao da safra anterior, disse o chefe da Associação Mexicana da Cadeia Produtiva de Café (Amecafé), Rodolfo Trampe.
Levantamento de dados permitirá obter um diagnóstico da produção cafeeira em relevo montanhoso em Minas Gerais, principalmente na Zona da Mata e região sul. "O estudo tem por finalidade caracterizar a estrutura produtiva da cafeicultura de montanha, identificando suas excentricidades, a fim de contribuir na formulação de políticas públicas eficientes para o segmento'', avalia Rodolfo Osório de Oliveira, um dos responsáveis pelo estudo.
O diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Dcaf/Mapa), Robério Silva, fio eleito diretor-executivo da OIC, a principal entidade mundial do setor. O Brasil vem consolidando sua participação no cenário internacional em diversas áreas de atuação e, agora, foi a vez da cafeicultura.
Terminou sem acordo o terceiro dia da reunião anual da Organização Internacional do Café (OIC), em Londres. Os participantes ainda não chegaram a um consenso sobre o nome do novo diretor executivo da entidade e os trabalhos prosseguem amanhã, segundo fontes. Depois de a Índia ter retirado a candidatura ontem, o Brasil e o México seguem no páreo. Caso não haja consenso, a escolha terá de seguir para votação. O encontro anual prossegue até sexta-feira.
A Índia retirou a candidatura para a liderança da Organização Internacional do Café (OIC). Dessa forma, restam apenas o Brasil e o México na disputa do cargo de diretor executivo da entidade. A decisão do candidato indiano, Krishna Rau, foi tomada há pouco, no final das atividades do segundo dia da reunião anual da OIC, segundo fontes. As reuniões ocorrem a portas fechadas e não há informações oficiais.
A candidatura do brasileiro Robério Silva para o cargo de diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), em eleição prevista para o fim deste mês, na sede da entidade, em Londres, está sendo encarada com otimismo pelo setor cafeicultor e como uma forma de o Brasil voltar a ter representatividade no mercado internacional.
Depois de ter conquistado a direção da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o Brasil tentará eleger outro candidato brasileiro em entidade da área agrícola: a Organização Internacional do Café (OIC), em Londres.
Os produtores de café do México podem estar acumulando seus grãos para ver se os preços aumentam ainda mais, somando-se à pressão na oferta que ajudou a levar o mercado de café a seu pico dos últimos 34 anos no mês passado.
Mão de obra é o principal responsável pelo custo de produção na atividade cafeeira. Conforme publicado em artigo no início do mês, a mão de obra, além de escassa, está perdendo qualidade. Qual a saída para isso? Acredita-se que a saída para a escassez de mão-de-obra é: mecanização, se é que é possível devido à topografia, restando para a cafeicultura de montanha se tornar apenas familiar, ou trabalhar como parceiro ou meeiro ou mesmo mudar de atividade. Qual sua opinião sobre isso? Acesse e participe.
A colheita de café do México, cuja safra foi afetada por uma onda de frio no início do ano, lutará para se recuperar no período de 2010/11 diante da destruição total de alguns cafezais. No inverno passado, registrou-se um frio incomum que arruinou colheitas nos estados produtores como Veracruz, Puebla e San Luis Potosí, causando perda de 200.000 a 300.000 sacas de 60 quilos do grão.
O México deve produzir 4,6 milhões de sacas de café de 60 quilos na safra de 2010/11, quase 5% a mais que o estimado na atual safra, enquanto seus produtores buscam mais certificações gourmet para o produto. Além do aumento da produção, a Amecafé também está buscando aumentar o volume de café catalogado como especialidade, orgânico ou sustentável para entre 20% a 25% no ano que vem dos 7% atuais.
Ocupando o quinto lugar como produtor de café do mundo, os cafeicultores mexicanos trabalham para disparar o consumo per capita anual do produto no país que está em 1,2 quilos e, assim, reativar um setor da economia que ficou atrasado frente a outros países como Brasil e Colômbia.
A Associação Mexicana da Cadeia Produtiva de Café (Amecafé) e o Instituto de Qualidade de Café dos Estados Unidos formalizaram os trâmites para certificar lotes de café mexicano de alta qualidade, com o que se pretende obter melhores preços.