Medidas a favor da importação de conilon ocasionam queda de 5%
Segundo o Cepea as ações do Governo e a retração compradora no mercado interno têm pressionado as cotações do robusta.
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Segundo o Cepea as ações do Governo e a retração compradora no mercado interno têm pressionado as cotações do robusta.
Em Boletim do Mercado de Café do mês de Abril, CNC aponta estimativas mais concretas do impacto do veranico sobre o volume da safra brasileira 2014/15, as quais repercutiram positivamente sobre os preços do café.
O novo presidente da Junta Nacional de Café (JNC) do Peru, Anner Román, disse que o setor cafeeiro nacional atravessa um de seus momentos mais difíceis, já que a produção de café registrou uma queda de 30% com relação a 2011, quando foram produzidas 5,52 milhões de sacas de 60 quilos, ao que se soma uma queda do preço internacional desse produto.
As cotações do café arábica encerraram essa terça-feira (14) em alta. Sem notícias de chuvas nas regiões produtoras do Brasil, a alta foi influenciada pela desvalorização do dólar. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve valorização de 430 pontos, fechando a 269,25 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 528,38, com leve valorização de R$ 0,13 segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês o indicador acumula alta de R$ 7,64/saca.
<i>Uma xícara de café gasta 140 litros de água!</i> - Richard Jakubaszko: esta é a manchete que foi publicada na mídia e na blogosfera. A mídia acrítica e a blogosfera repercutiram tudo, sem quaisquer questionamentos, demonstrando um ambiente completamente idiotizado. Sintetizo de forma resumida, o que foi relatado. Na sequência faço alguns comentários que me parecem relevantes sobre as causas da falta de sentido crítico da mídia.
A partir de 2014, com o agravamento da crise hídrica, surgiram muitas críticas ao agronegócio nacional. Por Eduardo Cesar Silva, doutorando em administração pela Ufla, tecnólogo em cafeicultura pelo IF Sul de Minas e coordenador do Bureau de Inteligência Competitiva do Café.
As cotações do arábica encerraram a segunda-feira (23) em alta após consecutivas quedas na semana anterior. O movimento do café, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, foge um pouco da tendência das "soft" commodities ao fechar em alta, o que é um sinal de força técnica no mercado. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 523,90, com valorização de R$ 6,53 segundo o indicador Cepea/Esalq.
Diante efeito negativo no crescimento econômico da comunidade europeia, desaceleração das vendas de varejo, aumento dos preços das commodities e a morte de Osama Bin Laden, as commodities no geral registraram quedas no acumulado da semana, não sendo diferente para o café. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve desvalorização de 70 pontos (0,24%) na sexta-feira (06), fechando a 287,05 centavos de dólar por libra-peso. Na semana a variação foi de 5,75%.
É preciso implementar decisões que desmontem as condenáveis características do emprego dos recursos do FUNCAFÉ e recheá-las de iniciativas que apostem naquilo em que a cafeicultura do futuro irá necessariamente se converter: sistemas produtivos sócio-ambientalmente responsáveis e energeticamente mais eficientes. Combinadas ambas as características, os ganhos de gestão e as vantagens comerciais fazem o serviço complementar de conferir a rentabilidade desejada ao empreendimento.
Foi solicitado ao Ministério da Agricultura que nos próximos leilões da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) seja incluída a especificação do "Café Arábica Tipo 7, qualquer bebida" com o preço de referência de R$ 270. A medida é fundamental para que a cafeicultura capixaba seja incluída na política pública e para evitar a concentração de operações em apenas algumas regiões cafeicultoras.
Diariamente são consumidas aproximadamente 25 milhões de xícaras de café em São Paulo. Ainda que desconheçamos estudos que quantifiquem o número de xícaras consumidas em outras megalópoles, acreditamos que esse patamar alcançado pela cidade de São Paulo a coloca no maior centro mundial de consumo da bebida. Corroborando essa informação, pesquisadores do IPEA, após aplicarem metodologia mais robusta para o cálculo de elasticidades para os dados sobre consumo alimentar apresentados pela POF 1995-96, concluíram que o café alcança a categoria de bem de luxo, ou seja, exibe elasticidade acima de 1 (mais precisamente, 1,0265), o que significa que para uma variação positiva de renda a procura pelo café aumenta mais que proporcionalmente a esse incremento de renda.