Cerrado Mineiro participa de Seminário sobre IGs para o Mercosul
Ana Cecília Velloso Branco, do Conselho Regulador da Denominação de Origem da Região do Cerrado Mineiro, representa a única IG brasileira do evento
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Ana Cecília Velloso Branco, do Conselho Regulador da Denominação de Origem da Região do Cerrado Mineiro, representa a única IG brasileira do evento
O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Gilson Ximenes, comemorou na última sexta-feira a aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre as mudanças para o crédito rural para o produtor, incluindo o de café, porém alertou que o governo ainda está ignorando a falta de estoques reguladores de café e as consequências sérias que isso poderá trazer para o mercado.
Uma das inovações de promoção do café é a implementação pelo governo da Política de Café, afirma o vice-diretor de missão da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional.
Cooperativas e sindicatos de produtores rurais, com o apoio da CNA e do CNC, aprovaram esta semana pauta de medidas emergenciais para apresentar ao Governo Federal. Reuniões preparatórias com autoridades de peso para a busca de apoio político já estão ocorrendo, a fim de agendar audiências com o poder executivo da República, tendo como objetivo a Presidente Dilma.
O deputado federal Carlos Melles fez uma análise do setor cafeeiro nos oito anos do governo Lula e questionou aqueles que apontam o ano de 2010 como um dos melhores para a cafeicultura. Para o deputado, o café foi "esquecido" nesse período e que é necessário um diagnóstico profundo do setor para que não haja distorções de notícias. "Esse momento para o café merece uma análise com muita profundidade e sobre vários aspectos, entre eles a sustentabilidade econômica do produtor de café, o que aconteceu na área social da cafeicultura e no ambiental, nesses oito anos de governo do presidente Lula", ponderou ele.
O governador Aécio Neves levou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quarta-feira, 08, em Brasília, as reivindicações dos produtores de café de todo o país para o enfrentamento da crise pelo setor. Ao final do encontro, Aécio anunciou que o ministro se comprometeu a encontrar mecanismos para o Governo Federal negociar em sacas de café o pagamento das dívidas dos cafeicultores junto às instituições financeiras públicas.
O Conselho de Café do Quênia ativou um processo para revisar as leis que governam o setor para aumentar o consumo doméstico. Se aprovadas as novas leis permitirão que cooperativas que comercializam café torrem e vendam seus grãos.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aprovou esta semana o inseticida natural Azamax como registro para frutas, hortaliças e café. O produto da DVA, desde 2009 indicado para citros, também é o único do Brasil com certificação do IBD para agricultura orgânica.
Os preços no mercado de café estão em alta, mas os produtores reclamam que não têm produto para vender. Eles tiveram que entregar quando o mercado estava em baixa para quitar dívidas. Os cafeicultores querem que o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) seja melhor administrado para recuperar a renda do setor.
O governo venderá 480 mil sacas de café de safras antigas do estoque oficial. O café guardado nos estoques públicos é de 1987 a 1999 e é o que resta nas mãos do governo, sem contar o volume referente aos contratos de opção lançados no ano passado.
Gestores públicos de quatro estados produtores da federação - Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná - discutiram a situação da cafeicultura e sua rentabilidade, além de propor alternativas de valorização do produto, no Fórum de Secretários, programado pelo 11º Simpósio Nacional do Agronegócio Café - Agrocafé. Durante o Fórum, foi possível saber o que cada estado está desenvolvendo em tecnologia.
Para honrar as opções de 3 milhões de sacas já leiloadas, com vencimento a partir de novembro, o governo deverá gastar cerca de R$ 1 bilhão, e teria que dispor de recursos proporcionais para as outras 7 milhões de sacas que se cogita. Um "segundo ponto" do fortalecimento do apoio governamental seria o aval para que toda a dívida da cafeicultura, estimada em R$ 4 bilhões, pudesse ser paga com sacas de café, com o produto indo assim para os estoques governamentais.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento autorizou a conversão de dívida do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) em produto. Os cafeicultores do contrato de dação em pagamento (enquadrados no artigo 6º da Lei 11.775/2008) poderão fazer a quitação do débito considerando o preço mínimo vigente do café. As condições dessa operação estão na Portaria 581, publicada no Diário Oficial da União, na última sexta-feira (7).
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, informou ontem que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, aceitou o recebimento de R$ 1 bilhão em dívidas dos cafeicultores em sacas de 60 kg do produto. Segundo ele, não houve acordo com relação aos cerca de R$ 3 bilhões devidos pelos produtores com setor privado, ficando o acerto apenas na parcela devida ao setor público.
A partir deste ano, as condições dos cafés industrializados oferecidos à população brasileira serão examinadas por fiscais federais agropecuários, em cumprimento à regulamentação técnica certificada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que determina os limites máximos permitidos de umidade e de impureza e matérias estranhas ao café em grão torrado e ao café torrado e moído.
A construção da história do setor, o regulamento de produção do café, o conselho regulador, entre outros documentos, estão na lista dos relatórios finais construídos para a busca do inédito reconhecimento da Indicação Geográfica do produto regional. os próximos passos envolvem o encaminhamento para apreciação do Ministério da Agricultura e por fim, do INPI.
Com a saída de um acordo na Organização Internacional do Café, governo tenta aumentar o valor agregado e renda dos produtores
O presidente da Bancada do Café na Câmara disse que recompor os estoques não se trata de um ato limitador de oferta, mas, sim, de uma responsabilidade que o país deve ter para não deixar de cumprir suas demandas com a exportação e, principalmente, com o consumidor brasileiro O deputado completou reiterando que não há alternativa. "Ou se recompõe o estoque ou se recompõe o estoque. Isso porque, em sua história de 300 anos de café, o Brasil vai praticar a maior irresponsabilidade política se não tiver estoque regulador, coisa que nunca antes na história desse país ocorreu. Num cenário em que somos os únicos responsáveis pela oscilação do abastecimento mundial, devido ao ciclo bienal, não termos estoques reguladores é quase um suicídio. É dar a oportunidade de abrir uma importação de café - mesmo a cafeicultura brasileira sendo a mais competitiva do mundo -, a qual pode, através de pragas e doenças, acabar com o parque cafeeiro, tal qual ocorreu com o cacau", explicou.
O Quênia pretende aumentar sua produção de café para 100 mil toneladas por ano até 2012, impulsionando o financiamento de cafeicultores de pequena escada e expandindo as zonas de produção de café na maior economia do Leste Africano. O país produziu 42 mil toneladas na safra de 2007/08 (outubro-setembro) e o órgão regulador do setor espera que a produção aumente para 60 mil toneladas em 2008/09 devido ao clima favorável.
Os EUA apresentaram ontem um plano baseado em dois pilares visando uma reforma na regulação do sistema financeiro do país. Um deles é o fortalecimento do Federal Reserve (FED, o banco central dos EUA) e o outro é a consolidação do sistema regulador. A proposta foi encaminhada ao Congresso, mas não deve ser aprovada antes de dezembro. Pela proposta, o FED teria mais poderes do que hoje. A instituição ficaria responsável pela regulação de bancos de investimento, companhias de seguros, fundos hedge e qualquer outra entidade que ameace a estabilidade do sistema financeiro. "O Fed teria autoridade para examinar minuciosamente o sistema e olhar a fundo onde seja necessário", esclareceu o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson. Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, o mercado financeiro reagiu com indiferença ao anúncio. O índice Dow Jones subiu 0,38% e a bolsa eletrônica Nasdaq, 0,79%.
O setor cafeeiro cobrou do governo a recomposição dos estoques nacionais, que hoje contabilizam apenas 1,5 milhão de sacas. Segundo o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino da Costa, o ideal seria que os estoques ficassem na casa das 6 milhões de sacas. Do jeito que está, nos próximos anos o consumidor brasileiro sentirá as distorções entre a oferta e a demanda. "O preço no mercado interno vai subir porque não há estoque regulador", destacou.
Segundo comunicado, o país acredita que a OIC não deu suporte em relação a crise dos preços enfrentada pelos produtores
O uso do grau brix na produção de cafés especiais
A busca por qualidade e excelência na produção do café conilon no Espírito Santo é um trabalho que vem de muitos anos e conta com a parceria entre cooperativas, produtores, entidades representativas e técnicas