Em meio à seca, cafeicultor de Alterosa (MG) investe em irrigação e recupera produtividade
A irrigação garantiu a produção da lavoura. Na região, com o impacto da seca, muitas lavouras terão perdas de até 50%
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A irrigação garantiu a produção da lavoura. Na região, com o impacto da seca, muitas lavouras terão perdas de até 50%
O deputado federal Carlos Melles fez uma análise do setor cafeeiro nos oito anos do governo Lula e questionou aqueles que apontam o ano de 2010 como um dos melhores para a cafeicultura. Para o deputado, o café foi "esquecido" nesse período e que é necessário um diagnóstico profundo do setor para que não haja distorções de notícias. "Esse momento para o café merece uma análise com muita profundidade e sobre vários aspectos, entre eles a sustentabilidade econômica do produtor de café, o que aconteceu na área social da cafeicultura e no ambiental, nesses oito anos de governo do presidente Lula", ponderou ele.
Minas recuperadas representam a vazão de 800 mil litros de água ao dia, o suficiente para a irrigação de 33 hectares de café
No segundo dia da feira de Três Pontas (MG), palestras embasadas por pesquisas científicas destacaram estratégias para aumentar a resiliência do cafeeiro, mitigar pragas e reduzir emissões de carbono, em meio aos efeitos do aquecimento global
Uganda produz tanto café arábica como, principalmente, café robusta. É reconhecido como o país mais fértil da África, com boa pluviosidade e excelentes solos de formação vulcânica. Lá, o café é cultivado principalmente em consórcio com culturas alimentares, como banana e feijão. O cultivo é sombreado, possibilitando ao país a busca de caracterizar sua produção como sustentável.
Segundo dados reportados pela Organização Internacional de Café (OIC), a Colômbia voltou ao quarto lugar entre os países produtores de café; na ordem, os três primeiros são Brasil, Vietnã e Indonésia. A OIC estimou que a produção total do ano cafeeiro será de 144,5 milhões de sacas. Já a produção da Colômbia será de 10 milhões de sacas, segundo a Federação de Cafeicultores do país.
Após forte queda dos preços do café arábica na terça-feira (06), mercado se recupera e encerra a quarta-feira (07) em alta nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, julho/10, teve alta de 515 pontos, fechando a 160,65 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 300,95, com valorização de 2,77%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
O incremento está apoiado pela melhora na floração e por uma contínua recuperação nas plantações que foram afetadas pelo fungo da ferrugem
Desempenho foi puxado por melhora no arábica e explosão de 443% nos embarques de conilon e robusta, que alcançaram recorde para um único mês em agosto
Segundo o Cepea, robusta também segue firme e com boa liquidez.
Os cafeicultores de Huila, na Colômbia, seguem produzindo com perdas, apesar da ajuda que estão recebendo do Governo nacional, já que o preço interno do café cru (125Kg) não passa dos 550.000 pesos (US$ 287,50) até agora nesse ano, situação que está gerando grandes perdas aos cafeicultores.
De olho na oferta brasileira e no desenvolvimento da nova safra, o café recupera parte das baixas registradas na semana passada
Boa parte das regiões produtoras de café no Brasil deverá colher na safra 2011/12 um volume normal para um período de ciclo de baixa de produção do arábica, mas outras áreas como o norte de São Paulo sentirão os efeitos de uma estiagem que afetou os cafezais durante 2010.
Confira desempenho dos grãos
De acordo com a PM, carga é avaliada em torno de R$ 500 mil e foi localizada escondida no interior de uma plantação de milho
Marcelo Fraga analisa o mercado cafeeiro na semana passada e aposta se hoje (12/04) o mercado não conseguir aumentar, seguiremos com os preços na média-móvel dos últimos dias de 123/90 centavos de dólar por libra-peso
Especialistas analisam o tempo seco e as consequências nesta época do ano para o cafezal
O cenário de oferta restrita, estoques baixos e demanda crescente voltou a ganhar atenção no mercado, alavancando as cotações do arábica na semana passada. Na segunda-feira (11), as cotações fecharam o dia praticamente estáveis, com leve queda em NY e alta na BM&FBovespa. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 35 pontos nesta segunda-feira, fechando a 274,60 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 513,85, nesta segunda-feira, com desvalorização de R$ 6,03 segundo o indicador Cepea/Esalq. Na semana passada a valorização acumulada foi de R$ 16,84/saca.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (26) em alta, após três dias consecutivos de queda brusca nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 585 pontos, fechando a 169,95 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 308,78, com valorização de 3,01%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Especialistas consultados pelo CaféPoint afirmam que o movimento do mercado hoje (27) será decisivo.
Após iniciar a semana com consecutivas quedas, os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (28) em alta nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 365 pontos, fechando a 167,40 centavos de dólar por libra-peso. Segundo a Dow Jones Newswires, o mercado subiu apoiado em compras especulativas de fundos, mas também no sentimento que a oferta de café ainda é apertada, mesmo com o avanço da colheita no Brasil. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 305,78, com valorização de 1,73%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
A marca Café do Cerrado voltou a ser propriedade do Conselho de Associações de Cafeicultores e Cooperativas do Cerrado (Caccer), que representa mais de 3,5 mil propriedades rurais de Minas Gerais. Há cerca de 15 anos, a entidade havia perdido os diretos de uso da marca na União Européia para uma empresa distribuidora da Espanha, que registrou o nome.
As cotações do café arábica voltaram a subir nesta quarta-feira (28) tanto nos mercados futuros como no físico. Em Nova York, os preços atingiram os níveis mais altos em duas semanas, justificado pelas compras especulativas. No mercado físico, a demanda por cafés de qualidade da nova safra tem dado suporte aos preços. A saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 284,83, valorização de 0,93%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Juliano Tarabal, especialista em Agronegócio Café: "Um segmento chamado café. Milhões de sacas produzidas, bilhões de xícaras consumidas e milhões de pessoas envolvidas e dependentes de toda a movimentação do agronegócio café, desde a semente até a xícara. Segunda bebida mais consumida em todo o mundo e responsável direta por proporcionar momentos de deleite para consumidores desde o menos favorecido até o mais abastardo. Popular e democrática, uma boa definição para uma xícara de café.
Trabalho nas comunidades de Pedra Redonda eles transformaram terra degradada em rentável lavoura de café especial.