Técnicas qualitativas no auxílio à fidelização do consumidor brasileiro de café durante a covid-19
Especialistas analisaram o consumo do café em meio a pandemia
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Especialistas analisaram o consumo do café em meio a pandemia
Recentemente, um vídeo circulou na internet mostrando uma infestação da praga em um armazém.
De acordo com a Junta Nacional de Café, o Peru conta com 120.000 hectares de cafés especiais certificados.
O Curso de Classificação e Degustação de Café promovido pela Grão Mestre é o mais completo do Brasil. É ministrado por dois professores devidamente registrados e habilitados pelo Ministério da Agricultura e conta com o apoio do Centro de Comércio de Café do Rio de Janeiro. Próxima turma: 12 a 16 de Março de 2012.
O uso exclusivo do terreiro por muitos cafeicultores deve-se, á falta de informação tecnológica e, em muitas vezes, à não preocupação com as caracteristícas qualitativas do produto depois da secagem ou ao baixo poder aquisitivo e nível tecnológico da propriedade.
A produção de café de boa qualidade representa, atualmente, a melhor alternativa para a cafeicultura brasileira, principalmente quando o enfoque é a viabilidade econômica desta atividade. O processamento do café, fase que inclui preparo, secagem e armazenagem, é determinante tanto na obtenção da qualidade como na composição do custo de produção. Técnicas corretas e manejo racional do sistema de processamento são essenciais para a o sucesso da atividade cafeeira.
A Grão Mestre Consultoria está organizando para o final de agosto e começo de setembro, no Rio de Janeiro, um curso de classificação e degustação de café para o público interessado, como industriais de Café, produtores, corretores, donos e funcionários de cafeterias e amantes do café, em geral.
Estudos realizados por pesquisadores da EPAMIG apontam o monitoramento do cafeeiro como alternativa para auxiliar o controle químico e biológico da broca-do-café. Essa praga preocupa os cafeicultores pela possibilidade de perdas qualitativas e quantitativas, já que a broca ataca as sementes dos frutos.
A região da IG "Matas de Rondônia" abrange 15 municípios e representa 58,4% das unidades de produção de café do estado (10.147 famílias)
Elaborada pela Embrapa, Ufla e Epamig, publicação disponibilizada gratuitamente demonstra vantagens na qualidade com a conservação refrigerada
Seis propriedades rurais de Rondônia participam de iniciativa de avaliação das características agronômicas dos clones de café canéfora
Foram selecionadas seis propriedades de produtores, distribuídas nas principais regiões produtoras de café de Rondônia. Plantio será em março/abril de 2022
Pesquisa da Fundação Dom Cabral e da JValério apresenta que 26% dos 207 entrevistados em todo o Brasil se preocupam com plano sucessório
As inscrições são online e vão até dia 4 de junho. Ao final do trabalho, que deve durar quatro safras, será elaborada uma ficha técnica para cada clone avaliado
Embrapa, governo de Rondônia e produtores buscam fortalecer cada vez mais a cafeicultura, promovendo uma agricultura sustentável na Amazônia, por meio do projeto Rede Estadual de Avaliação de Clones de Cafés
Armazenar corretamente o café é guardar o produto por determinado período, preservando suas características originais. O armazenamento do café, em condições inadequadas, é considerado um dos principais fatores determinantes de perdas qualitativas e quantitativas no produto.
Os trabalhos dos pesquisadores foram interrompidos por conta da pandemia de Covid-19
Objetivo foi avaliar com cooperados, parceiros e sociedade o desempenho da cooperativa ao longo da pandemia
Muitas das observações preveem um retorno lento a um novo normal para torrefadores de café da América do Norte e cafés especializados
Esse processo é caro e perigoso. Tende haver uma combinação de fatores - ferrugem do café, seca, preços - que levam o agricultor a tomar essa decisão
Regiões como o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia têm registrado este fenômeno
Separamos algumas fases necessárias para não prejudicar o cafezal
Pesquisa mostra que os cafeicultores do cerrado mineiro possuem perfil empresarial e se mostram mais abertos para a adoção de inovações
Por José Braz Matiello, J.E. P. Paiva, S.R. Almeida, Rodrigo N. Paiva, Iran B. Ferreira e Marcelo Jordão filho - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.