Salve-se quem puder?
Buscando apaziguar eleitores ou correligionários, não são poucos os governos que se lançam a uma cruzada por medidas paliativas, cujas consequências podem se mostrar bem piores que eventuais benefícios. Posturas isolacionistas ou demasiado defensivas, longe de constituir uma novidade, apenas contribuem para o aumento do clima de desconfiança e consequente acirramento dos ânimos.