Cotações do arábica sobem cerca de 100 pts em Nova York
O último fechamento identificou preços de saca até R$ 445
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O último fechamento identificou preços de saca até R$ 445
Movimento foi registrado nesta tarde de 4ª feira, de acordo com o analista as cotações do arábica na ICE trabalham em acomodação especulativa.
Um movimento de realização de lucros provocou a queda das cotações do café ontem na bolsa de Nova York, conforme divulgou a agência Dow Jones Newswires. Os futuros para dezembro fecharam a US$ 1,4180 por libra-peso, em baixa de 245 pontos - mesma variação negativa dos contratos com vencimento em março, que encerraram o pregão negociados a US$ 1,445.
Estimativa revisada pela empresa eleva produção cafeeira mundial e, segundo consultor, a brasileira na safra 2015/2016.
Cotações chegaram a trabalhar com quase 800 pts de alta, comenta o consultor Marcus Magalhães
N.Y. voltou a registrar valorização nesta terça-feira. Na máxima do dia a posição dezembro atingiu +6,50 pontos fechando com +5,60 pts. Coberturas de posições vendidas e novas compras impulsionaram as cotações diante de vendas escassas no Brasil.
O mercado cafeeiro finalizou as operações nesta ontem (09) em campo positivo. Em N.Y. a posição setembro oscilou entre a mínima de -1,35 pontos e máxima de + 6,35 fechando com + 5,90 pts. Preocupações com chuvas e o comprometimento da qualidade segue estimulando novas compras.
Segundo consultor Marcus Magalhães, houve queda de cerca de 307 mil sacas, em relação ao mês anterior.
A terça-feira (16/12) foi marcada pela perplexidade dos operadores, ante ao forte comportamento cambial presenciado, segundo consultor
Na análise de Marcus Magalhães, mercado indica ganho de sustentação e recompras.
Segundo diretor de uma corretora especializada em café, os cafeicultores do Brasil estão segurando a produção após uma safra recorde à espera de uma alta dos preços e estão bem capitalizados para os próximos meses. Momento é de preços baixos na Bolsa de NY.
Para manter o atual market share do café brasileiro no consumo mundial, precisamos chegar a safras médias de 70 milhões de sacas
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Geada seguida de altas temperaturas vão derrubando, pouco a pouco, o potencial da próxima safra brasileira 2025/2026
Momentos como esse, ou arrisca-se vender um pouco de café barato (com o caso da seca se intensificar), ou arrisca-se perder os preços e ter que correr os riscos do mercado até o próximo semestre. As altas não estão sendo influenciadas no momento apenas por fundamentos do mercado de café, mas também das circunstâncias em que se encontram os fundos de investimento internacionais que estão buscando alternativas para seus investimentos frente a uma retomada da economia para um pós-crise em Wall Street.