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28 resultados para "propiciou"

10/08/2012

Cafeicultores peruanos preveem que vendas a mercados asiáticos aumentarão 20% em 5 anos

A Junta Nacional de Café (JNC) do Peru projetou que as exportações desse produto a países da Ásia aumentarão 20% nos próximos cinco anos, em função da demanda que cresce nesses mercados devido à qualidade do produto. O presidente da JNC, Anner Ramón, disse que os envios de café ao Japão e à China ainda são pequenos, mas que o tamanho da população desses países permite prever que os envios se multiplicarão.

27/09/2010

Deficit hídrico já causa perdas de produtividade das lavouras cafeeiras do Sul de Minas

A cafeicultura no Sul de Minas Gerais é responsável por cerca de 30% da produção brasileira de café. Assim, perdas de produção nessa principal região cafeeira do país afeta significativamente a safra nacional do produto. Fatores climáticos têm sido determinantes no volume da produção de café no Brasil, no passado pelas geadas e ultimamente por estiagens prolongadas. Considerando dados que se dispõe sobre perdas de produtividade por déficits hídricos e diante do que ocorre neste ano, pode-se esperar que este problema climático afete significativamente a próxima safra de café na região, sendo que o processo de perda só deverá cessar após a ocorrência de chuvas.

25/04/2012

É pau, é pedra, é o começo do caminho

Espaço Aberto: Por mais de duas décadas o Código Florestal sofreu milhares de alterações por iniciativa do Poder Executivo, sem a participação direta do Legislativo nem consulta à sociedade. Decretos e medidas provisórias criaram novas figuras e exigências jurídicas, como as da Reserva Legal e das Áreas de Preservação Permanente. Elas passaram a ser exigidas nas propriedades rurais de forma retroativa pelos órgãos ambientais e, por fim, "transformaram-se em lei, sem nunca terem sido votadas". Isso colocou na ilegalidade a imensa maioria dos agricultores, trouxe grande insegurança ao meio rural e propiciou abusos e injustiças, principalmente para os pequenos proprietários. Por Rodrigo Lara Mesquita (jornalista)

02/02/2011

Janeiro: com oferta apertada, as cotações do café arábica se sustentam em alta

Em janeiro o mercado de café oscilou bastante, trabalhando com fortes altas consecutivas em função da oferta enxuta, seguido de quedas que acalmaram a decolagem das cotações. As negociações seguem em ritmo lento com vendedores de cafés finos pedindo ainda mais pelas sacas de café, visto que não precisam realizar suas vendas agora, além da expectativa de novas altas. O indicador Cepea/Esalq do arábica foi cotado a R$ 458,60/saca na segunda-feira (31), com valorização de R$ 45,61/saca (+11,04%) no mês de janeiro. Em relação a janeiro de 2010 a valorização é de 63,39%.

21/01/2009

Sistema de Inteligência da Concorrência: Guatemala, Costa rica e El Salvador

Dentre os países produtores de café da América Central, Guatemala, Costa Rica e El Salvador são os que apresentam o foco de sua cafeicultura mais direcionado para a produção de cafés especiais. Apesar de juntos produzirem mais de 7 milhões de sacas, os três países optaram por enfrentar os efeitos da crise de preço do início desta década por meio da agregação de valor e têm focado principalmente nos nichos de mercado de cafés diferenciados.

18/11/2008

Sistema de Inteligência da Concorrência: Colômbia

A cafeicultura colombiana tem grande expressão e importante força política no país. O café é reconhecido como um símbolo nacional e conta com programas de divulgação internacional desde a década de 1960. A atividade recebe apoio governamental constante, por envolver diretamente mais de 550.000 famílias e também por ser uma alternativa reconhecida à produção de matéria-prima para drogas ilícitas - o que, inclusive, propicia tratamento preferencial às importações de café industrializado colombiano, tanto nos EUA como na UE.

11/03/2008

Café: uma aurora de bem-aventuranças

Ao contrário daquilo que afirmam a maior parte dos analistas do mercado, que reputam à queda nos estoques mundiais e ampliação da demanda os principais componentes para a aceleração das cotações, na realidade, a escalada das cotações vincula-se mais a desvalorização do dólar frente as principais moedas internacionais. Fundos e especuladores, visando proteção a patrimônio depositado buscam nas soft's commodities, refúgio para as perdas de valor da moeda estadunidense. O desafio que ora se impõe para o agronegócio café é o de estabelecer arrojadas metas, como por exemplo, a de exportações totais de café atingindo os US$ 5 bilhões em 2010. Evidentemente, que a elevação das cotações internacionais suporta tal orientação estratégica, porém, o que objetivamente os exportadores, as cooperativas e os solubilizadores, especialmente, poderiam desenvolver visando o alcance dessa receita cambial mesmo que as cotações venham a declinar?