Prevendo o tamanho da safra brasileira: além da floração
O que aconteceu após a floração nos últimos dois anos - seca no período de desenvolvimento das cerejas - indica que talvez seja muito cedo Por Carlos H. J. Brando, da P&A Marketing.
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O que aconteceu após a floração nos últimos dois anos - seca no período de desenvolvimento das cerejas - indica que talvez seja muito cedo Por Carlos H. J. Brando, da P&A Marketing.
As exportações devem se recuperar em 30% nessa estação, apoiadas pela colheita maior do que a esperada e liberação de grãos armazenados.
O Presidente da República antecipou que isso contribuirá para produzir 3 milhões de sacas a mais no país.
Segundo analista da Euromonitor, quem não faz aquisições corre o risco de ficar pra trás.
O baixo volume de chuvas alcançou o desenvolvimento da cultura e incentivou a ocorrência de pragas.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, os números podem chegar a 13 milhões.
Apesar das turbulências causadas pelas mudanças climáticas, as exportações de café de Uganda, tanto em volume como em valor, deverão aumentar este ano.
Após ter registrado uma colheita recorde no ano passado, a expectativa é de que o rendimento da colheita desse ano seja, de 227.500 toneladas, uma queda de 35%.
Essa é uma redução com relação à previsão anterior do banco, de um excedente de 3,7 milhões de sacas e vem após os rendimentos menores do que o esperado no Brasil.
Dois anos de escassez significam que os estoques globais continuarão caindo por pelo menos os próximos seis meses, disse a empresa.
Queda de 50% no valor do peso colombiano frente ao dólar esse ano tem mitigado o impacto sobre os produtores da baixa de 25% do preço do arábica.
A pesquisa revelou que os rendimentos caíram em 137 quilos de café por hectare para cada 1ºC de aumento nas temperaturas mínimas diárias.
De acordo com relatório de março da Research and Markets, o mais forte crescimento de mercado ocorrerá no Quênia, com um aumento anual de 21,6% por ano pelos próximos quatro anos.
Entidade divulgou estimativa de produção mundial estável, apesar da divergência entre as espécies.
Volcafé reportou que a Associação de Café e Cacau do Vietnã está prevendo uma queda de 20 a 25% na colheita de 2014/2015.
Agência internacional divulga que produção de café brasileira pode cair 18%
No próximo ano, o Brasil estará ofertando menos café, exatamente no momento em que o mundo está ávido pelo produto e com uma série de limitações no que se refere à oferta. "Não existe mais espaço para a ocorrência de eventos climáticos adversos, sob pena de comprometer seriamente o abastecimento do grão", ressalta analista de mercado da Conab, Jorge Queiroz. Cenário aponta para elevação dos preços
Entre os dias 13 e 22 de junho o mundo se voltará para o Brasil para debater os desafios sustentáveis nos mais diversos segmentos e o café, como uma das principais commodities brasileiras, estará em debate. No dia 17 de junho, domingo, o superintendente de Mercado Externo da Cooxupé, Joaquim Libânio Ferreira Leite, participará do painel "Standards, Certification and Labelling Schemes: Drivers of Sustainable Consumption and Production", das 09h30-11h00, no RioCentro, para falar das ações da cooperativa sobre a produção de café sustentável.
A produção indiana de café em 2009/10 deve cair 5% frente à estimativa do Conselho de Café de 289.600 toneladas, conforme chuvas fora de época prejudicaram parte da safra na principal área de cultivo, disse nesta sexta-feira (12) Milan Shah, executivo-chefe da NKG Jayanti Coffee Private Ltd., maior exportadora de grãos do país. "Estamos prevendo uma produção de café em torno de 275 mil toneladas em 2009/10", disse Shah.
O pesquisador e coordenador de estudos sobre mudanças climáticas da Embrapa Informática Agropecuária, Eduardo Delgado Assad, realizou palestra no dia 28 de fevereiro na Conferência Mundial do Café, realizada no último fim de semana na cidade da Guatemala. O tema da palestra de Assad foi Mudanças Climáticas e Produção de Café: vulnerabilidade e possível adaptação.
O Vietnã iniciou as vendas da nova safra de café, com cerca de 666,6 mil sacas de 60 quilos cada, comercializadas para entrega em dezembro e janeiro, quase metade da quantia vendida em igual período do ano passado, disseram executivos nesta sexta-feira (23).
Nada como a concorrência. No mesmo dia em que a multinacional americana Sara Lee apresentou ao público sua primeira máquina de café no Brasil, a Nestlé, dona da Nespresso e da Nescafé Dolce Gusto, divulgou uma redução de 16,6% no preço de seu modelo mais barato. A empresa também anunciou preços promocionais para as cápsulas de café e a criação de um programa de fidelidade para os consumidores. Outras marcas de cafeteiras expresso como DeLonghi e Illy também baixaram seus preços em até 20% no último ano.
A previsão para este ano é de uma situação bem diferente da registrada em 2009, quando ao longo de todo o segundo semestre choveu de forma intensa. A simulação americana chamada CFS, indica que a primeira grande chuva deva acontecer entre 15 e 20 de setembro.
A J. M. Smucker Company, fabricante de geleia e manteiga de amendoim, que comprou a unidade de café Folgers da Procter & Gamble (P&G) em junho do ano passado, quase triplicou seus lucros no segundo trimestre à medida que a adição da Folgers melhorou sua organização e os menores preços das commodities para grãos de café e outros itens ajudaram em suas margens de lucros.